IR PARA

Mostrando postagens com marcador Força Sindical. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Força Sindical. Mostrar todas as postagens

8 de junho de 2016

Força Sindical defende direitos dos trabalhadores na 105ª Conferência da OIT

Na 105 ª Conferência Internacional do Trabalho que está sendo realizada na OIT (Organização Internacional do Trabalho),  em Genebra, Sérgio Luiz Leite, 1º secretário da Força Sindical, abordará nesta quarta-feira (dia 8) a situação dos trabalhadores no mundo e no Brasil.

Sobre os direitos dos trabalhadores no plano internacional, Serginho diz esperar avanços “no debate e na troca de experiências sobre a convenção 71 de 1944, que trata sobre a transição para a Paz, e na elaboração de uma nova convenção sobre as Cadeias Globais de Abastecimento, além de continuar nossa luta da implementação, de fato, dos quatro pilares do trabalho decente, fim do trabalho infantil e forçoso, igualdade de gênero, emprego e oportunidades para os nossos jovens”.

Sobre os trabalhadores (as) brasileiros (as), o sindicalista afirma que eles “ têm sofrido e continuam sofrendo com o sistemático ataque à organização sindical por parte do Estado Brasileiro, por meio da atuação do Ministério Público do Trabalho e o Poder Judiciário contra o sistema de financiamento sindical, práticas antissindicais das empresas com os interditos proibitórios para evitar a greve e ação sindical, dispensa arbitrária de dirigentes sindicais, uma errada interpretação sobre atividades essenciais nas greves, entre outros mecanismos e manobras que afetam direta e gravemente a atuação sindical, a luta e a defesa dos direitos dos trabalhadores (as) do país”.

“Em razão da reclamação que apresentamos a OIT, foi criado um Grupo Ad Hoc, para encontrar uma saída e uma solução negociada. Porém o diálogo não avançou e as organizações e estruturas sindicais continuam sendo duramente atacadas” destaca.



Força Sindical

2 de dezembro de 2015

Presidente do SINDVAS participa de reunião do Conselho Nacional da Força Sindical

A presidente do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, integra nesta terça (2) e quarta-feira (3) a reunião do Conselho Nacional da Força Sindical onde são debatidos diversos temas entre os quais as medidas que o movimento sindical pode tomar para o enfrentamento da crise econômica, a formação sindical e a legalização do custeio sindical.



10 de novembro de 2015

Empregos: Centrais Sindicais intensificam mobilização

As Centrais Sindicais decidiram realizar atos e manifestações para combater a crise, destravar investimentos e recuperar empregos, especialmente nos setores do petróleo, gás, indústria naval e construção civil. “Temos que nos mobilizar para garantir os empregos. São setores estratégicos e importantes para a economia”, declara Miguel Torres, presidente da Força Sindical, que participou ontem (dia 9) da reunião com dirigentes de outras Centrais e do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) para debater o tema.

Segundo Miguel, será realizado um ato no dia 3 de dezembro, em São Paulo. No dia 8, outra manifestação no Rio de Janeiro. No dia 9, as reivindicações serão entregues ao Congresso e ao governo para tentar abrir diálogo visando a solução da crise.

Leia mais aqui.

22 de outubro de 2015

Nota da Força Sindical sobre anúncio da taxa selic

A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central)  é extremamente perversa com os trabalhadores. O governo continua colocando uma trava no desenvolvimento e no crescimento econômico do País. Essa política econômica não funciona mais.

Se queremos resultados diferentes, precisamos fazer diferente. Não podemos mais compartilhar com a nefasta tríade de juros altos, desemprego e inflação.

A decisão é um verdadeiro balde de água fria na economia, que já está praticamente estagnada. Infelizmente, os dados da economia são pouco animadores. E a postura conservadora, por parte do governo, vem minando qualquer esperança de sua recuperação ainda para este ano.

Esta política, de se curvar aos especuladores, resulta em queda da atividade econômica, deteriora o mercado de trabalho e a renda, aumenta o desemprego, diminui a capacidade de consumo das famílias e compromete o crescimento.

Vale destacar que juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O mercado de trabalho tem diminuído o ímpeto da geração de empregos, ao mesmo tempo em que a indústria tem piorado seu desempenho nos últimos meses.

O pagamento de juros, por parte governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde, transporte e infraestrutura.


Miguel Torres

Presidente da Força Sindical

23 de setembro de 2015

Nota da Força Sindical sobre o pacote do governo enviado ao Congresso

O “Pacote de Maldades” anunciado pela equipe econômica do governo é uma clara demonstração de que ele continua se curvando aos bancos e aos especuladores, e virando as costas para os trabalhadores. Não podemos nos calar diante desta verdadeira afronta contra os trabalhadores e a sociedade brasileira como um todo. O que o governo quer nada mais é do que transferir o ônus de seus próprios erros, trazido por uma sequência interminável de desmandos na condução de sua política econômica, para que seja pago pela classe trabalhadora.

E, além de ter feito a opção mais errada para a economia brasileira, e da reprovação de toda a sociedade, o governo não aprende. A adoção das medidas nefastas contidas no Pacote, como o congelamento do aumento salarial dos servidores públicos, a supressão de direitos trabalhistas e a recriação da CPMF, o famigerado “Imposto do Cheque”, sob a falsa argumentação de aumentar impostos para suprir a Previdência Social, é uma forma mesquinha e ardilosa de impor mais um imposto para corroer os salários, e um atentado cruel contra o povo e os trabalhadores. O governo quer esvaziar e precarizar o serviço público.

A Força Sindical não medirá esforços para que o “Pacote de Maldades” do governo vire fumaça. Apoiaremos, democraticamente, toda e qualquer manifestação que tenha por objetivo a garantia dos direitos trabalhistas e o bem-estar dos brasileiros.

Dentro do contexto de ajuste, as medidas irão desestimular os investimentos, visto que irá criar novos impostos, aumentando o “Custo Brasil”. Entendemos que, ressuscitar a CPMF de uma forma tão desastrada, é mais um erro brutal deste governo que vem, a cada dia, reafirmando sua incompetência. Acreditamos que uma reforma fiscal se faz necessária, mas desde que nascida do diálogo, e que traga em seu teor compromissos que resultem no fortalecimento da economia e no desenvolvimento do País. E não que provoquem justamente efeitos contrários.

Não vamos permitir, em hipótese alguma, ataques aos direitos dos trabalhadores e tentativas de mudanças que em nada vão ajudá-los. As ações do governo devem, isto sim, priorizar propostas que visem a retomada do crescimento econômico, com geração de empregos e renda. E este “Pacote do governo” só traz retrocessos, arbitrariedades e maldades.

Apelamos para a sensibilidade do Congresso Nacional para que não aprove o “Pacote de Maldades” do governo contra a classe trabalhadora e contra o povo brasileiro, tão sofrido em função do descaso e da indiferença impostos por este governo que só faz olhar para o próprio umbigo.



Miguel Torres, presidente da Força Sindical

15 de setembro de 2015

Nota da Força Sindical sobre o Pacote Econômico

O pacote anunciado pela equipe econômica é uma clara demonstração de que o governo continua se curvando aos bancos e aos especuladores, e virando as costas para os trabalhadores. Não podemos nos calar diante deste pacote que, de forma nefasta, transfere os erros econômicos cometidos pelo atual governo para que sejam pagos pela classe trabalhadora.

O governo fez a opção errada de política econômica, e nós, trabalhadores, não estamos dispostos a pagar esta conta.

É um verdadeiro absurdo a medida de congelar o aumento salarial dos servidores públicos. Vale lembrar que o próprio governo fez um acordo de aumento escalado, que previa reajuste de 5,5% em janeiro, e agora quer protelar o pagamento para agosto. A atitude da equipe econômica visa esvaziar e precarizar o serviço público. A Força Sindical irá apoiar, de forma democrática, toda manifestação que venha a ocorrer como forma de garantir os direitos dos servidores públicos.

Sob o falso argumento de que o aumento de tributos será destinado ao pagamento da Previdência Social, o governo quer justificar e usar de forma ardilosa a volta da CPMF.

Dentro do contexto de ajuste, as medidas irão desestimular os investimentos, visto que irá criar novos impostos, aumentando o “Custo Brasil”. Entendemos que, ressuscitar a CPMF de uma forma tão atabalhoada, é mais um deslize deste governo. Acreditamos que uma reforma fiscal se faz necessária, mas com diálogo e com compromissos que resultem no fortalecimento da economia e no desenvolvimento do País.

Não permitiremos ataques aos direitos dos trabalhadores e tentativas de mudanças que os prejudiquem. Ações do governo devem priorizar propostas que visem a retomada do crescimento econômico, com geração de empregos e renda.

Miguel Torres,

Presidente da Força Sindical

25 de agosto de 2015

Ministro Rosseto reúne-se com dirigentes da Força Sindical para debater retomada do crescimento

Em visita à sede da Força Sindical,em São Paulo, o ministro Miguel Rosseto (secretaria-geral da Presidência) defendeu que todos tenham como foco uma agenda do desenvolvimento e anunciou que o governo federal vai instalar no dia 2 de setembro, quarta-feira, às 15h, em Brasília, o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social.

O encontro com dirigentes da Força Sindical foi realizado nesta terça, 25 de agosto.

Miguel Torres, presidente da central, CNTM e Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, criticou a falta de diálogo do governo com o movimento sindical, trabalhadores e sociedade em geral, e disse que grandes categorias estão em campanha salarial neste segundo semestre com um cenário econômico difícil para as negociações, com inflação alta, demissões e falta de perspectiva com relação ao fim da recessão.

“Precisamos nos preparar desde já, pois quando a crise passar teremos que garantir que a indústria nacional esteja forte, com nossa mão-de-obra empregada e pronta para a retomada do crescimento”, diz Miguel Torres, em defesa também de um diálogo permanente entre governo e sociedade, da taxação das grandes fortunas e da valorização do Ministério do Trabalho, “um patrimônio dos trabalhadores e das leis trabalhistas”.

Rosseto defendeu ainda que o movimento sindical participe dos debates sobre o orçamento público.

Por Val Gomes

Redação CNTM 

18 de junho de 2015

Nota da Força Sindical sobre veto à fórmula 85/95

“Ao vetar a fórmula 85/95, que havia sido aprovada na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, o governo demonstra sua total insensibilidade social, e mais uma vez perde uma ótima oportunidade de ampliar os direitos dos trabalhadores. A fórmula 85/95, como alternativa ao Fator Previdenciário, não penalizaria tanto os trabalhadores na hora de se aposentar. Vetar a fórmula 85/95 é uma injustiça social.

O governo, que foi eleito prometendo uma melhor distribuição de renda e manter os direitos trabalhistas e previdenciários, não cumpre, ao barrar a instituição da fórmula 85/95, suas promessas de campanha. Ou seja: mais uma vez o governo vira as costas para as demandas e anseios dos trabalhadores.

Estranhamente o ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, que até pouco tempo defendia a fórmula 85/95 como uma alternativa para a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores ao se aposentarem, passou a criticá-la, fazendo terrorismo com os números da instituição previdenciária, insinuando inverdades sobre as aposentadorias e as pensões.

A Força Sindical, que há anos defende uma alternativa ao Fator Previdenciário, realizou atos, promoveu vigílias em Brasília e vai continuar e intensificar as mobilizações e lutas, inclusive no Congresso Nacional, trabalhando arduamente para derrubar o veto presidencial, que será apreciado em breve”.


Miguel Torres
Presidente da Força Sindical

Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos 

2 de junho de 2015

Metalúrgicos protestam contra juros altos e desemprego

Dirigentes e ativistas metalúrgicos participaram do protesto da Força Sindical, juntamente com outras centrais sindicais e movimentos sociais, nesta terça-feira (dia 2), contra os juros altos e o desemprego. Os manifestantes se concentraram a partir das 10 horas, na porta do prédio do Banco Central, na avenida Paulista, 1.804, em São Paulo.

As centrais sindicais Força Sindical, CUT, UGT, Nova Central, CTB, CSB e CGTB realizaram, hoje (dia 2), em frente ao Banco Central, em São Paulo, protesto contra os juros altos e uma de suas consequências mais prejudiciais aos trabalhadores, que é o desemprego. “Realizamos este ato para tentar sensibilizar os integrantes do Copom (Comitê de Política Monetária) a iniciar um novo ciclo, de reduzir a taxa Selic em vez de aumentá-la, como está previsto”, afirma Miguel Torres, presidente da Força Sindical e CNTM. 

Além de São Paulo, onde compareceram cerca de 3, 5 mil pessoas, os sindicalistas realizaram, ainda, protestos em Brasília, Salvador e Goiânia na data de hoje, início da reunião do Copom para decidir, amanhã (dia 3), a nova Selic (taxa básica de juros).

“A taxa Selic está nas alturas. É um absurdo esta política adotada pelo governo de elevar a taxa de juros e provocar a recessão”, diz Miguel. Segundo ele, a cada aumento nos juros cresce o número de desempregados e são reduzidos os investimentos e financiamentos para a produção. “A recessão não é a solução. Precisamos manter as Centrais unidas e defender a Pauta Trabalhista”, destaca. 

O deputado Paulo Pereira da Silva, Paulinho, (Solidariedade-SP), destaca a importância de lutar contra os juros altos, que dificultam muito o incremento da produção e da geração de novos empregos.

Para contrapor à crise econômica, João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Central, ressalta a importância de “lutarmos pela jornada de 40 horas semanais de trabalho, pela recomposição do poder de compra dos aposentados e por salários dignos”.

Sergio Luiz Leite, Serginho, 1º secretário da Central, afirma que a conta da crise não pode recair sobre os trabalhadores. “Vamos dizer não ao governo, que transfere os recursos obtidos pelo aumento dos juros para as contas dos banqueiros.”


Para Carlos Andreu Ortiz, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, “o aprofundamento da crise econômica, uma das consequências dos juros altos, reduz ainda mais os ganhos dos aposentados”.


Força Sindical 

2 de abril de 2015

Empresários e trabalhadores lançam movimento em defesa da Indústria

A participação da indústria de transformação no PIB que, na década de 80, era de 35% despencou para 12% em 2014. Sem mudanças urgentes vai cair ainda mais. A gravidade da situação levou à união de empresários e trabalhadores que estruturaram a Coalizão Indústria – Trabalho para a Competitividade e o Desenvolvimento.

Segunda-feira, 06, será realizado, no Palácio de Convenções do Anhembi – Auditório Celso Furtado (Rua Dr. Milton Rodrigues, s/n – Portão 35), às 14h, o lançamento da Coalizão Indústria – Trabalho, com entrevista coletiva de representantes da indústria e dos trabalhadores.

Diversas entidades de classe empresariais, centrais sindicais e sindicatos de trabalhadores estarão presentes, tendo como principais porta-vozes o presidente da ABIMAQ / SINDIMAQ, Carlos Pastoriza e o presidente do Conselho de Administração da Gerdau Jorge Gerdau, entre os empresários. Pelas centrais de trabalhadores estarão Miguel Eduardo Torres, presidente da Força Sindical; Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores; e Ubiraci Dantas de Oliveira, presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil.



Força Sindical 

6 de março de 2015

Manifestação em frente ao Banco Central contra o aumento dos juros em 3 de março.






Força se reúne com CNBB para discutir medidas provisórias

 Força Sindical se reúne com a CNBB (Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz) em café da manhã, para discutir as Medidas Provisórias 664/14 e 665/14, em 04 de março, em  Brasília/DF.

Carlos Lacerda, Secretário de Relações Institucionais da Força Sindical


João Carlos Gonçalves (Juruna), Secretário Geral da Força Sindical





Convite para o café da manhã

Breve Consideração sobre os cortes de Direitos das MPs 664 e 665 de 30-12- 2014 (reunião com parlamentares e lideranças sociais)
Assessoria das Pastorais Sociais - (CNBB)


 As referidas MPs inauguram o governo atual com cortes a direitos sociais já regulamentados em leis, que regulamentaram a Previdência Social (8213-91) e o Seguro Desemprego (Lei 7998- 90), leis estas que traduzem as regras introduzidas em 1988 pela Constituição Federal.

Ainda que não se mexa em nenhuma regra constitucional, o simples procedimento de utilização de MPs para alterar direitos positiva dos na legislação regulamentar pode suscitar, a nosso ver, o argumento da inconstitucionalidade, quando não da própria diminuição da autonomia do Congresso para apreciar assunto dessa natureza, sob improviso da circunstância conjuntural.

Observe-se que os objetos tratados nas referidas MPs - as pensões por morte do segurado e a mitigação dos direitos de órfãos e viúvas; o auxílio doença no contexto de exacerbação epidemiológica no mundo do trabalho e o seguro desemprego em fase de forte desaceleração do mercado de trabalho, clamam por um olhar ético atento às necessidades básicas da população.

Neste sentido, não se justifica que se apresentem as mudanças de regras desses sistemas em nome da urgência e relevância conjuntural de um "ajuste fiscal", nem tampouco de argumentos de discutível moralidade, contidos na Exposição de Motivos da MP 664-2014, invocando supostas distorções sociais de jovens e pobres viúvas do sistema INSS.

PONTOS CONCRETOSDE SANEAMENTO DAS MPs

Na MP 664-2014 há pelo menos dois pontos graves de diminuição de direitos, que a nosso ver mereceriam supressão:

            1- a mudança do 'caput' do Art 75 da Lei 8.213-91, realizada pela MP, de sorte a reduzir a 50% do valor das pensões a serem percebidas pelos novos pensionistas:
          2- a imposição de dois anos de precedência de casamento ou união estável à morte do segurado, como condição de direito previdenciário às viúvas ou viúvos; e ainda que o segurado tenha pelo menos dois anos de contribuição prévia ao falecimento (carência).

Observe-se que, ainda que invocando motivos fiscais, ora motivos 'morais', tanta a primeira quanto a segunda alteração, não se ajustam aos argumentos. No primeiro caso, o corte do valor das pensões novas (entre um e dois salários mínimos para cerca de 30% dos novos pensionistas,porque 70% já estão no nível do salário mrrurno e não podem ser cortados pela MP) representaria uma economia de recursos da ordem de 40 a 80 milhões de reais ao ano. Este valor é absolutamente insignificante ao chamado "ajuste fiscal", mas absolutamente vital para as cerca de 50 a 80 mil viúvas e viúvos afetados pelo referido corte anualmente.

Por sua vez, a segunda alteração é inteiramente ideológica, sem fundamento atuarialprevidenciário, a se julgar o perfil etário dos pensionistas do INSS.

A parte relativa ao Auxílio-Doença da MP-664-20154, já no seu art. primeiro (mudança do Art. 26 da Lei 8.213-91), tem clara pretensão de reduzir os tempos de afastamento funcionais, sem providências preventivas ou curativas aos doentes. A desresponsabilizarão previdenciária ocorre no momento em que o próprio Ministério da Previdência (no texto da própria E.M.) identifica um novo surto epidemiológico e um aumento expressivo do número de segurados como causas eficazes da elevação das despesas com os chamados benefícios por incapacidade (auxílio doença, aposentadoria por invalidez e auxílio acidente de trabalho).Observe-se que atualmente a perícia médica identifica as doenças e os doentes incapacitantes ou incapacitados ao trabalho, segundo lista e normas do Código Internacional de Doenças, enquanto que no novo texto (da MP) seriam elaboradas e modificadas especificamente pelo Ministério da Previdência as listas de doenças e afecções objeto dos benefícios previdenciários isentos dos períodos de carência e outras sujeitas a tal exigência. Isto, a nosso ver está mal elaborada do ponto de vista previdenciário, tanto no texto original, quanto na versão da MP. Não ataca com medidas preventivas adequadas o ponto central invocado na própria EM, que é a elevação dos gastos com auxílio doença por motivo epidemiológico (aumento dos tempos de afastamento em razão das novas epidemias no mundo do trabalho) e elevação significativa do n. de segurados na última década. Mas apela para formas de terceirização, em outro tópico, transferindo a perícia médica do INSS para o setor privado. Nossa sugestão é de suprimir as alterações invocadas pela MP, principalmente a do Art. Primeiro referida, por absoluta falta de fundamentação ética e jurídica nos termos do próprio direito previdenciário.

Finalmente, com relação a MP 665-2014, que trata do acesso ao seguro desemprego, em condições muito mais restritivas: pelo menos dezoito meses nos últimos 24 meses imediatamente anteriores à data da dispensa, quando da primeira solicitação, cremos que essa regra pensada em sentido estritamente fiscal é incompatível com o mercado de trabalho real brasileiro, no qual 50% da População Ocupada formalizada realiza menos de doze contribuições anuais ao INSS e cerca de 25% menos de seis contribuições anuais, refletindo o altíssimo grau de rotatividade da força de trabalho.

Feitas estas considerações preliminares, pretendemos ouvir os presentes e iniciar o debate geral sobre os direitos sociais na conjuntura e específico sobre as MPs em destaque.


13 de fevereiro de 2015

Centrais confirmam atos dia 2 de março nas Superintendências Regionais do Trabalho nas capitais


Representantes da Força Sindical e demais centrais sindicais, se reuniram na tarde de quinta-feira (12) na sede do Dieese, em São Paulo, e decidiram realizar uma Jornada Nacional de Luta.

Os sindicalistas decidiram pela realização de dois atos em março. No dia 2, os protestos serão realizados em frente das Superintendências Regionais do Ministério do Trabalho, nas principais capitais do País. “Vamos fazer atos para chamar a atenção da sociedade e alertar que nessa data começam a vigorar as MPs 664 e 665 que retiram direitos dos trabalhadores”, ressaltou Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

No dia 18 de março o movimento sindical fará uma mobilização em Brasília, no Congresso Nacional. "Vamos realizar as manifestações e dar continuidade nas negociações para evitar a retirada dos direitos dos trabalhadores que ocorrerá com as medidas anunciadas pelo governo no final de 2014”, disse Miguel Torres.

As medidas provisórias dificultam o acesso aos benefícios trabalhistas e previdenciários, entre os quais, pensão por morte, abono salarial e seguro-desemprego. “Queremos chamar a atenção da sociedade e mostrar que a partir do dia 02 começa a vigorar a legislação que prejudica trabalhadores desempregados. É também uma maneira de chamar a atenção do governo para esse prejuízo", lembra João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical.

Juruna lembra que a 9ª Marcha da Classe Trabalhadora que estava prevista para o próximo dia 26 foi cancelada. Segundo o sindicalista o protesto deve ser remarcado para o dia 9 de abril. “Vamos continuar acompanhando atentos a tramitação das MPs no Congresso, além de outros projetos, como o PL 4.330, sobre terceirização, que acaba de ser desarquivado e manter a unidade de ação do movimento sindical”, alertou o sindicalista.

Participaram da reunião dirigentes da Força Sindical, CSB, CTB, CUT, Nova Central e UGT.

Brasília

Nesta semana, o presidente da Força Sindical e da CNTM, Miguel Torres, juntamente com o Deputado Paulinho (SD-SP) e líderes sindicais, se reuniram com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para relatar a preocupação com as medidas provisórias 664/2014 e 665/2014, que alteram os direitos dos trabalhadores.

                       

4 de fevereiro de 2015

Centrais vão pressionar o Congresso

O Palácio do Planalto decidiu mesmo comprar briga com as centrais sindicais e avisou aos sindicalistas ontem que não tem intenção, agora, de modificar as Medidas Provisórias que tornam mais rígido o acesso aos benefícios trabalhistas, entre eles o seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença, além de benefícios trabalhistas e previdenciários.

O aviso foi dado ontem por ministros do governo Dilma aos representantes das principais centrais do país. Segundo o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, a estratégia passa a ser derrubar as MPs no Congresso. Por isso os sindicalistas vão pressionar deputados e senadores a rejeitar as alterações.

“As MPs teriam de passar pelo Congresso de qualquer jeito, então o mais coerente é debater junto com os parlamentares”, afirmou Juruna.

O ministro Miguel Rossetto  (Secretaria Geral de Presidência) minimizou o impasse e disse que serão organizadas como comissões nas quais os sindicalistas poderão debater as MPs no Congresso. “Vamos criar espaços tripartites para que governo, centrais e parlamentares compartilhem opiniões sobre essas medidas”.

Também estavam na reunião os ministros Nelson Barbosa (Planejamento) e Manoel Dias (Trabalho) Carlos Gabas (Previdência Social). “O tema não é esse (retroceder). O governo está aberto a discutir essa agenda”, desconversou Rossetto sobre, ao menos, mudar o texto das medidas. Havia uma sinalização do Palácio do Planalto para minimizar, ao menos, o acesso ao seguro-desemprego, mas isso não aconteceu.

“Que tributem as grandes fortunas, as remessas ao exterior. Temos outras  alternativas para que o governo faça economia que ele quer fazer. Porque nós não aceitamos que isso seja feito no direito dos trabalhadores”, atacou Wagner Freitas, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

“Só há medidas negativas ao trabalhador”, reforçou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, sobre as novas regras.

Wagner Freitas ressaltou de novo que a negociação será “retomada no Congresso”, ou seja, o Palácio do Planalto vai ter de reunir sua base, em frangalhos após a eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no domingo para presidência da Câmara, caso queira insistir nas MPs.

O presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, acrescentou que as centrais estão unidas para “saírem vitoriosas desta negociação” no Congresso.



Diário de S.Paulo

Centrais debatem com ministros medidas que tiram direitos

As centrais sindicais voltaram a se reunir nesta terça-feira, 3 de fevereiro, com representantes do governo, para discutir as Medidas Provisórias 664 e 665, que, lançadas no final do ano passado, dificultam o acesso ao seguro-desemprego, abono salarial (PIS), pensão por morte, auxílio-doença e seguro-defeso, entre outros.

O presidente da CNTM e da Força Sindical, Miguel Torres, participou do encontro que contou com os presidentes das demais centrais sindicais e os ministros Miguel Rossetto (Secretaria-geral da Presidência), Carlos Gabas (Previdência Social), Nelson Barbosa (Planejamento) e Manoel Dias (Trabalho e Emprego).

“Queremos que o governo revogue as medidas provisórias e passe a negociar antes de impor normas”, diz Miguel Torres.


A reunião aconteceu no escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista, em São Paulo.



Val Gomes, assessor de imprensa CNTM

20 de janeiro de 2015

Centrais jogam duro contra MPs sobre direitos sociais; governo fala em diálogo

O encontro entre quatro ministros e presidentes de seis centrais sindicais realizado hoje (19), no escritório da Presidência da República em São Paulo, para discussão sobre as medidas provisórias 664 e 665, que alteram regras para acesso a benefícios da Previdência Social, ao seguro-desemprego e ao seguro-defeso (para pescadores), terminou com posições ainda distantes de um acordo. O governo disse que pode discutir o conteúdo das MPs, enquanto os sindicalistas insistem na reivindicação de revogação das medidas. Se isso não acontecer, vão propor mudanças no texto. Mas, ao contrário do que diz o Executivo, afirmam que as medidas trazem, sim, perda de direitos.

Mais em aqui.

16 de janeiro de 2015

Dia Nacional de Luta pelos Direitos e pelo Emprego


A Força Sindical e as demais centrais sindicais realizarão em 28 de janeiro, quarta-feira, um Dia Nacional de Luta pelos Direitos e pelo Emprego.

A manifestação será em protesto às medidas provisórias do governo federal que mudam as regras do pagamento do seguro-desemprego, pensões, auxílio-doença, seguro-defeso (para pescadores artesanais) e abono do PIS, limitam o acesso dos trabalhadores e trabalhadoras aos benefícios e também reduzem os seus valores.

Os diretores e assessores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes estão indo às fábricas para conversar com os trabalhadores sobre as mudanças nos direitos trabalhistas e previdenciários, que foram anunciadas pelo governo no dia 29 de dezembro, sem nenhum diálogo com o movimento sindical. E também para mobilizar a categoria para o Dia Nacional de Luta.

“O governo tinha se comprometido a ter mais diálogo com as centrais sindicais e não foi isso que aconteceu”, afirma Miguel Torres, presidente do Sindicato, da CNTM e da Força Sindical.

Antes das eleições, a presidente Dilma disse publicamente que, se fosse reeleita, não iria permitir a redução de direitos. “Tem coisas que eu não concordo, como mexer nos direitos do trabalhador, e não abro mão nem que a vaca tussa”, afirmou Dilma. Pois bem, a presidente não cumpriu com sua palavra e a vaca tossiu e está tirando dinheiro do bolso dos trabalhadores brasileiros, sobretudo daqueles de mais baixa renda.



Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes

10 de dezembro de 2014

Presidente Dima Rousseff sinaliza diálogo com os trabalhadores

O presidente da Força Sindical e da CNTM, Miguel Torres se reuniu, nesta segunda-feira (8), com a presidente Dilma Rousseff que recebeu representantes de diversas centrais no Palácio do Planalto, em Brasília.

A reunião é uma sinalização de diálogo do Governo Federal com a classe trabalhadora do país. O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves (Juruna) também participou do encontro que definiu a abertura de uma mesa de negociações trabalhistas para 2015.

No vídeo abaixo, o presidente da Força Sindical fala sobre o encontro.



6 de novembro de 2014

Manoel Dias defende diálogo com entes sindicais

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, defendeu nesta segunda-feira (03), em São Paulo, o diálogo permanente entre o governo e as representações sindicais. Ele participou de reunião da Confederação Nacional dos Servidores Públicos, na sede da Força Sindical e fez a entrega da certidão do Registro Sindical para a Confederação dos Servidores Públicos Municipais.

Dias destacou que o encontro foi bastante positivo, pois há o interesse das confederações e da Força Sindical em dialogar com o governo e o recíproco movimento do lado do governo. “Sempre mantivemos as portas abertas para o diálogo no Ministério do Trabalho e Emprego e vamos continuar trabalhando nesse sentido, seguindo a orientação da nossa presidenta”, destacou o ministro. Ele continuou explicando que, passadas as eleições, o dialogo é o melhor caminho, deixando de lado todas as diferenças, cores e bandeiras partidárias.

Para o ministro, a conquista da certidão do Registro Sindical da Confederação Nacional dos Servidores Públicos é uma vitória importante dos trabalhadores, que precisam sempre estar representados legalmente. “Ela representa mais segurança, saúde e dignidade para o trabalhador e mais diálogo e amparo legal”, acrescentou.

A qualificação profissional também pautou o encontro do ministro com a Confederação Nacional dos Servidores Públicos e a Força Sindical. Manoel Dias disse que o serviço público de qualidade passa pela qualificação do servidor e que é fundamental a mobilização do servidor nesse sentido.


O ministro comanda um amplo processo de modernização do Ministério do Trabalho e Emprego, que busca utilizar as novas tecnologias para melhorar o atendimento ao cidadão e as condições de trabalho do servidor público.


Fonte Blog do Trabalho