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7 de julho de 2016

Trabalhador de Santa Rita do Sapucaí sente no bolso a inflação dos alimentos


O café da manhã do trabalhador está cada vez mais caro com os preços do leite e da manteiga pressionando a cesta básica do brasileiro. Esses produtos, junto com o feijão, são os que mais pesam no bolso do trabalhador conforme a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), referente ao mês de junho.

A entressafra e os custos de produção têm feito disparar o preço do leite nas prateleiras dos supermercados e em consequência os derivados, principalmente a manteiga, também estão mais caros.

Em Santa Rita do Sapucaí, o litro do leite vendido em caixinhas é encontrado por até R$3,70. O produto no município tem subido de 2% a 3% a cada mês segundo a pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor Santa Ritense.

O feijão também está mais caro e manter a alimentação com um dos produtos mais consumidos pelos trabalhadores brasileiros tem sido tarefa difícil para as famílias. O levantamento de preços do Dieese aponta aumento em todas as capitais. Os reajustes em Santa Rita do Sapucaí não são diferentes dos de outras cidades brasileiras e o quilo do feijão carioquinha nos supermercados do município é encontrado pelo preço médio de R$12.   

A inflação de todo o conjunto de alimentos tem corroído o salário dos trabalhadores que já têm o orçamento apertado pelos reajustes de serviços e preços administrados pelo governo como a energia elétrica e o combustível.  

Segundo o Dieese, tendo como base a Constituição, o salário mínimo do trabalhador brasileiro para a manutenção de uma família de 4 pessoas deveria ser de R$ 3.940,24, ou seja, 4,48 vezes a mais do que o mínimo atual de R$880,00.

20 de maio de 2016

Prévia da inflação oficial tem a maior taxa para maio desde 1996

O Índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, passou de 0,51% em abril para de 0,86% em maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (20).

A taxa é a maior para o mês de maio desde 1996, quando o IPCA-15 registrou alta de 1,32%, conforme aponta o IBGE, em nota.

No ano, o indicador acumula avanço de 4,21% - abaixo dos 5,23% registrados em abril, e, em 12 meses, de 9,62%, acima dos 9,34% no período anterior.

O que mais puxou a prévia da inflação neste mês foram os alimentos - principalmente farinha, feijão e leite - que ficaram 1,03% mais caros, e os remédios, que tiveram reajuste de 6,5%.

Com isso, os grupos de alimentação e bebidas e de saúde - que incluem esses itens e são usados para o cálculo do IPCA-15 - registraram as taxas de variação mais altas em maio. No primeiro, o índice passou de de 1,35% para 1,3% e no segundo, de 1,32% para 2,54%.

O grupo de preços relativos à habitação também mostrou forte alta de abril para maio (de -0,41% para 0,99%). Isso porque a taxa de água e esgoto subiu 9,03%, pressionada pelo aumento de 35,93% na região metropolitana de São Paulo.

Na análise por regiões, o maior avanço do IPCA-15 partiu de Fortaleza (1,19%), sob pressão da taxa de água e esgoto (8,42%). Por outro lado, registraram os menores índices Brasília (0,55%) e Goiânia (0,58%).

Veja os itens que exerceram as principais influências:

Cigarro (3,70%)
Telefonia celular (3,40%)
Automóvel usado (2,38%)
TV, som e informática (2,38%)
Roupas de cama, mesa e banho (2,08%)
Leitura (1,85%)
Automóvel novo (1,11%)
Artigos de limpeza (1,10%)
Plano de saúde (1,06%)
Roupa feminina (1,05%)
Artigos de higiene pessoal (0,92%)
Mão de obra para pequenos reparos (0,87%)
Empregado doméstico (0,87%)
Condomínio (0,81%)
Serviços médicos e dentários (0,79%)
Roupa masculina (0,71%).


G1

12 de maio de 2016

Quase metade dos reajustes perde para a inflação

Quase metade das negociações salariais fechadas em todo o país no primeiro trimestre deste ano nos setores da indústria, comércio e serviços teve reajuste abaixo da inflação. Essa piora foi detectada por um levantamento preliminar feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e estudos Socioeconômicos (Dieese). Das 102 negociações fechadas entre janeiro e março, 49% obtiveram reajuste abaixo da inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulada em 9,91% nos 12 meses encerrados em abril. E a maioria registrou queda real de até 1% nos salários em acordos coletivos.

Dos 51% restantes das negociações concluídas no primeiro trimestre, 27,5% tiveram aumentos iguais à inflação, e 23,5%, reajustes acima da inflação, aponta o levantamento do Dieese.

Em janeiro do ano passado, observa o técnico do Dieese Luis Ribeiro, a fatia de categorias com reajustes abaixo da inflação estava em 42% subiu para 47,7% em janeiro deste ano, recuou para 30,8% em fevereiro e atingiu 62,5% em março.

No primeiro trimestre de 2015, a fatia de dissídios que ficaram abaixo da inflação era bem menor em relação a este ano: em janeiro estava 1,1%; fevereiro, 9,1% e março, 10%. O técnico pondera que os dados são ainda preliminares e podem mudar, pois muitas categorias ainda não fecharam acordo. De toda forma, a piora é nítida.



O Tempo

6 de maio de 2016

Inflação oficial fica em 0,61% em abril

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril variou 0,61%, ficando acima da taxa de 0,43% de março. Considerando os quatro primeiros meses do ano, o índice situa-se em 3,25%, percentual inferior aos 4,56% registrados em igual período de 2015.

Na ótica dos últimos 12 meses, a taxa foi para 9,28%, abaixo dos 9,39% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2015 o IPCA situou-se em 0,71%.  Os grupos alimentação e bebidas, com alta de 1,09%, saúde e cuidados pessoais, com 2,33% foram responsáveis por 89% do índice do mês.


Nos alimentos (1,09%), entre as regiões pesquisadas, a maior alta foi na região metropolitana de Belo Horizonte (2,14%). Entre as principais altas de produtos no índice geral, estão a batata-inglesa (13,13%) e o açaí (9,22%). O tomate ficou 15,26% mais barato de março para abril.


IBGE

8 de janeiro de 2016

Inflação de encerra 2015 em 10,67%, a maior em 13 anos


O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conhecido como a inflação oficial do país, encerrou o ano de 2015 em 10,67%, o maior desde 2002 (12,53%) e longe do teto da meta do governo de 6,5%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE nesta sexta-feira.


O consumidor pagou mais caro por todos os grupos e serviços que compõem o custo de vida. As despesas relativas à habitação ficaram mais caras 18,31%. O maior impacto do ano ficou com a energia elétrica que subiu em média 51%. Nos combustíveis, o litro da gasolina subiu em média 20,10% e do etanol 29,63%.

7 de janeiro de 2016

Inflação é maior para os mais pobres


A inflação do ano passado pesou mais no bolso dos brasileiros mais pobres, segundo um levantamento da Fundação Getulio Vargas divulgado nesta quarta-feira (6). O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), que mede o aumento dos preços para as famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, subiu 11,52% nos 12 meses de 2015.

Enquanto isso, o indicador que mede a inflação geral no País, o IPC-BR, ficou em 10,53% no acumulado do ano passado.


Apenas no mês de dezembro, a inflação para os mais pobres subiu 0,97%, taxa 0,09 ponto percentual (p.p.) abaixo da apurada em novembro, quando o índice registrou variação de 1,06%. Já o IPC-BR subiu 0,88% no mês passado, conforme ilustra a tabela a seguir.

9 de dezembro de 2015

Inflação acumula mais de 10% em 12 meses, a maior em 12 anos

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atingiu 1,01% em novembro último, e ficou 0,19 ponto percentual acima da taxa de 0,82% registrada em outubro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  É a mais alta taxa para um mês de novembro desde 2002. quando chegou a 3,02%. Em novembro de 2014 o IPCA teve alta de 0,51%.

Com o acumulado no ano em 9,62%, acima dos 5,58% de igual período de 2014, o percentual constitui o mais elevado índice acumulado – no período de janeiro a novembro desde 2002 – que ficou em 10,22%.

Nos últimos 12 meses, o índice acumulou alta de 10,48%, resultado superior aos 9,93% dos 12 meses imediatamente anteriores.

Os combustíveis, pelo segundo mês consecutivo, teve influência significativa nas despesas das famílias (5,14% de peso no IPCA). O preço do litro da gasolina ficou 3,21% mais caro para o consumidor. Levando em conta outubro e novembro, a alta correspondeu a 8,42% nas bombas, motivada pelo reajuste de 6% vigente em nível das refinarias desde 30 de setembro. Em relação ao acumulado no ano, os preços subiram 18,61%, indo dos 10,40% registrados em Campo Grande até os 24,35% de Recife.


No caso do etanol, os preços subiram 9,31%. A alta chegou a 26,10% no ano, com a menor variação em Fortaleza (12,71%), e a maior (33,14%), em Curitiba. Quanto ao óleo diesel, os preços aumentaram 1,76% e, junto com a taxa de outubro, acumularam 5,08%, refletindo, nas bombas, o reajuste de 4% nas refinarias, também desde 30 de setembro. Em relação ao ano, a alta está em 12,75%.

1 de dezembro de 2015

Força Sindical lança `Dragão Noel´em Brasília


A Força Sindical montou nesta terça, 1º dezembro, na Rodoviária de Brasília, duas barracas para a população e os parlamentares mandarem recados para o governo.

A ação, intitulada "Mande seu recado para o Dragão Noel", tem como chamariz visual um dragão inflável de treze metros de altura, com três cabeças, cada uma representando um mal: inflação, desemprego e juros altos.


O presidente da CNTM e da Força Sindical, Miguel Torres, que participa desta mobilização crítica e criativa em Brasília, comenta. "É um canal direto para a sociedade expressar a insatisfação com os rumos da economia”.



CNTM

20 de outubro de 2015

Dragão da inflação, desemprego e juros altos invade a Paulista


O protesto da Força Sindical e outras centrais contra os juros altos, realizado nesta terça, 20 de outubro, em frente ao Banco Central, na avenida Paulista, em São Paulo, contou com um dragão inflável, de treze metros de altura e três cabeças: Inflação, Desemprego e Juros Altos.

A manifestação ocorre no primeiro dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que decidirá, na quarta, 21 de outubro, como ficará a taxa básica de juros (Selic) nos próximos 45 dias.


Segundo Miguel Torres, presidente da CNTM e da Força Sindical, o dragão simboliza o descontrole da economia. "Estamos enfrentando o maior índice de desemprego dos últimos anos. Ou tomamos providência ou ficaremos em uma situação sem saída”. 

Força Sindical

7 de outubro de 2015

IPCA fica em 0,54% em setembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês de setembro variou 0,54%, ficando 0,32 ponto percentual acima da taxa de 0,22% registrada no mês de agosto. Com o acumulado no ano em 7,64%, bem acima dos 4,61% de igual período de 2014, constitui-se no mais elevado IPCA acumulado no período de janeiro a setembro, desde 2003, quando atingiu 8,05%. Na perspectiva dos últimos doze meses, o índice está em 9,49%, um pouco abaixo dos 9,53% dos doze meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2014, o IPCA havia registrado 0,57%


Importante na despesa das famílias, o botijão de gás, com peso de 1,07% nos cálculos do IPCA, liderou o ranking das principais contribuições. O gás liquefeito de petróleo para uso residencial ficou 12,98% mais caro nos pontos de distribuição ao consumidor, percentual inferior ao reajuste de 15% autorizado pela Petrobrás nas refinarias, com vigência a partir do dia primeiro de setembro. Enquanto em algumas regiões pesquisadas o preço do produto aumentou bem menos do que o reajuste concedido, a exemplo do Rio de Janeiro, que ficou em 9,49%, em outras o preço superou em muito o reajuste. É o caso de Vitória, onde atingiu 20,08%, Goiânia, 19,68%, e Brasília, 19,23%. O preço do gás acumula 17,56% neste ano, indo dos 9,03% de Campo Grande até os 23,91% de Curitiba.


Com informações do IBGE

10 de setembro de 2015

Inflação oficial acumula taxa de 9,53% em 12 meses

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulada em 12 meses, ficou em 9,53% em agosto deste ano. A taxa é superior ao teto da meta da inflação do governo federal para este ano, que é de 6,5%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho, a taxa acumulada em 12 meses, chegou a 9,56%.

O IPCA acumula taxa de 7,06% em um ano, a maior desde 2003 (7,22%). Considerando-se apenas o mês de agosto deste ano, a inflação ficou em 0,22%, a menor para o mês desde 2010. Em julho deste ano, a taxa alcançou 0,62%. Em agosto do ano passado, a taxa ficou 0,25%.

 A queda da taxa de julho para agosto deste ano foi provocada por recuos em cinco dos nove grupos de despesas, entre eles, os transportes, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,27% em agosto, depois de apresentar uma inflação de 0,15% em julho.

A deflação em transportes foi provocada por quedas de preços dos automóveis usados (-1,03%), pneus (-1%) e acessórios e peças (-0,96%).

Outro grupo com contribuição importante para o recuo do IPCA foram os alimentos, que passaram de uma inflação de 0,65% em julho para uma deflação de 0,01% em agosto. Entre os produtos que ajudaram a provocar uma queda de preços nos alimentos estão a batata-inglesa (-14,75%), o tomate (-12,88%) e a cebola (-8,28%).

Despesas com habitação tiveram impacto mais importante no recuo da taxa de julho para agosto, pois a inflação desse grupo caiu de 1,52% para 0,29%, resultante, principalmente, da queda de preços da energia elétrica (-0,42%).

Agência Brasil

21 de julho de 2015

Movimento sindical é saída para vencer a crise, diz economista do Dieese

O que está por trás do desemprego? Muitas vezes o trabalhador se desespera diante da ameaça de perder o emprego.  Mas o tema é mais governamental do que econômico. Segundo o economista Carlos Jardel de Souza Leal, Supervisor Técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o trabalhador precisa ficar atento as questões políticas do país, porque isso reflete diretamente no mercado de trabalho. A afirmação foi feita no Workshop organizado pelo SINPOSPETRO-RJ para diretores e funcionários, no último sábado(18), na subsede de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Para Carlos Jardel Souza, há muita especulação sobre inflação e desemprego. Segundo ele, os operadores de mercado tendem a fazer terrorismo dizendo que as taxas de inflação e desemprego vão explodir, mas quem pode prever o que vai acontecer? O supervisor do Dieese tranquilizou os trabalhadores afirmando que os fatos econômicos e os seus desdobramentos nunca vão dar uma conta exata, já que as ações dependem dos seres humanos. Vivemos hoje uma grande incógnita, porque a economia voltou a ter um componente político. Precisamos saber quais são os interesses dos grandes investidores, já que são eles que dominam o mercado de trabalho.

CRESCIMENTO ECONÔMICO
O Supervisor Técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) informou que o crescimento da economia brasileira a partir de 2005 começou a incomodar as grandes nações que passaram a se sentir ameaçadas.  Com o crescimento econômico, além da valorização dos salários, o mercado de trabalho apresentou um aumento significativo no número de empregados com carteira assinada. Essa melhora reduziu as desigualdades sociais no país. De acordo com Carlos Jardel, a maioria das pessoas que tem ocupação no país, quase 70%,  tem seus salários limitados a dois salários mínimos.

O economista frisou que os grandes investidores têm um desprezo muito grande pelo trabalho. Por isso há perseguição aos empregados que ainda buscam orientação no sindicato. As entidades representativas de classes não são bem vistas porque têm a função de informar e defender os trabalhadores.

TRABALHO DE BASE
Carlos Jardel disse que é importante o trabalhador se colocar diante do atual quadro político-econômico e só com a união de todos o país vai superar esse momento. Ele destacou que não existe trabalho solitário, é preciso trocar mais informações e investir na qualificação da mão de obra. Ele frisou, ainda, que o trabalho de base realizado pelo sindicato é extremamente importante para ajudar o empregado a se posicionar. “A crise faz com que todos façam sacrifícios, e por causa da organização, os sindicatos têm o poder para ajudar a mudar esse momento”- concluiu.  

PAPEL DO SINDICATO
Ao encerrar o Workshop para funcionários e diretores, o presidente do SINPOSPETRO-RJ, Eusébio Pinto Neto, disse que o trabalhador deve filtrar as informações que são repassadas pelos grandes veículos de comunicação. Ele diz que há uma cultura de desânimo que visa induzir o trabalhador ao desespero. Segundo Eusébio Neto, apesar das dificuldades, o país tem muitas coisas boas que não são divulgadas, para que o clima de desânimo permaneça.

Ele disse que a ideia do workshop é padronizar as informações e preparar os funcionário e diretores para melhor atender ao trabalhador. “Precisamos conhecer melhor a história da categoria em todo país.  Temos que estar atualizados para repassar dados com maior rapidez. O trabalhador vê o sindicato como última instância, em que ele pode buscar para resolver os seus problemas, por isso nós temos o dever de dar as informações corretas.   Temos que lutar junto com a sociedade, não só com o trabalhador, para contribuir com aquilo que achamos correto para nossa nação”- completou.



Assessoria de imprensa Sinpospetro-RJ

8 de julho de 2015

Inflação sobe mais uma vez e corrói bolso do trabalhador

A inflação corrói cada vez mais o salário do trabalhador brasileiro e a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), nesta quarta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirma isso.  

O IPCA de junho ficou em 0,79% e contribuiu para que a inflação do primeiro semestre registre acumulo de 6,17%. No mesmo período de 2014, o percentual era de 3,75%.


Em 12 meses, ou seja, de junho de 2014 a junho de 2015, a inflação está acumulada em 8,89%, que é a maior taxa desde 2003.

13 de abril de 2015

Inflação da terceira idade acumula alta de 8,56% em 12 meses

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação de preços de indivíduos com mais de 60 anos de idade, ficou em 4,16% no primeiro trimestre deste ano. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 8,56%. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (13) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A variação do custo de vida dos idosos ficou abaixo da taxa acumulada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), 8,59%, no mesmo período.

Esse índice de preços ficou acima da inflação oficial, de 8,13%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O índice está bem superior ao teto da meta de inflação do Banco Central, que é de 6,5%.

Contribuíram para o avanço de preços a variação em transportes (de 1,96% para 4,98%), alimentação (de 2,92% para 4,31%), despesas diversas (de 0,56% para 3,65%) e saúde e cuidados pessoais (de 1,47% para 1,59%).


Na contramão, diminuíram as variações de vestuário (de 2,16% para -0,64%), educação, leitura e recreação (de 2,94% para 2,10%) e comunicação (de 0,85% para 0,38%).

G1

6 de fevereiro de 2015

Inflação do mês de janeiro fica em 1,24%

A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), encerrou o mês de janeiro em 1,24% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (6). Esse índice é o maior registrado desde o mês de fevereiro de 2003 quando alcançou 1,57%.

Em janeiro a inflação avançou 0,46% em relação a taxa do mês de dezembro de 2014 (0,78%). No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 7,14%.


Os gastos em alimentação e bebidas, habitação e transportes puxaram à inflação do mês de janeiro.