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24 de outubro de 2016

Reunião traça diretrizes para a Campanha Salarial 2016


A diretoria do SINDVAS está reunida na tarde desta segunda-feira (24), na sede do Sindicato em Santa Rita do Sapucaí, para definir os passos da Campanha Salarial 2016.

As renovações da Convenção Coletiva de Trabalho e dos Acordos Coletivos estão em discussão entre a presidente do Sindicato, Maria Rosângela Lopes, a vice-presidente Maria da Conceição Lopes e os diretores, Luiz Fernando, Robson Emídio, Roberlei Magalhães e Fábio Santos. A advogada do Sindicato Elisana Barbosa também participa da reunião.


O SINDVAS representa os trabalhadores e as trabalhadoras em Santa Rita do Sapucaí, Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros, cidades onde são negociadas a Convenção Coletiva e diversos Acordos Coletivos. 

14 de outubro de 2016

Presidente do SINDVAS se reúne com representante da patronal para discutir Campanha Salarial

A presidente do SINDIVAS, Maria Rosângela Lopes, se reuniu nesta semana com o presidente do sindicato patronal (SINDVEL), Roberto de Souza Pinto, onde pontos da renovação da Convenção Coletiva de Trabalho foram discutidos.

A patronal insiste em reduzir a multa pelo descumprimento da Convenção Coletiva de 6X para 1X o piso da categoria. O Sindicato defende que a multa é um instrumento para inibir que os patrões desrespeitem os direitos dos trabalhadores do Vale da Eletrônica que estão previstos na Convenção Coletiva.

As negociações ainda não terminaram e a posição do SINDVAS é de NÃO A PERDA DE DIREITOS DOS TRABALHADORES.

3 de junho de 2016

Alagoas- Assinada Convenção com 9,83% de reajuste salarial e manutenção das demais conquistas

No último dia 16, o presidente do Sindimetal (Sindicato dos Metalúrgicos de Alagoas), Jobson Torres, assinou a nova Convenção Coletiva de Trabalho, com vigência em 1° de maio de 2016 a 30 de abril de 2017.

Por mais que tentamos, o Sindicato das empresas metalúrgicas (Sindmec) só chegou ao reajuste salarial de 9,83% e manutenção das demais conquistas. Inclusive, passou a constar na convenção que as empresas devem dar prioridade de contratação aos companheiros que moram em Alagoas.

Esse reajuste é aplicado em todos os salários e nos valores iniciais para a função, que são os pisos, os quais reajustados estão nos seguintes valores: Zelador, Servente, Faxineiro e Serviçal-R$986,00; Ajudante, Vigia e Porteiro-R$1.074,00; Meio-oficial R$1.164,00 e para funções Qualificadas o piso salarial é de R$1.428,00.


Dentre as conquistas mantidas estão a ajuda da Cesta Básica no valor atual de R$281,72; Ajuda de 30% no medicamento familiar; Feriado  da categoria; óculos gratuitos para uso junto ao EPI; Horas Extras a 100% nos domingos e feriados; Adicional Noturno de 30%; Aviso Prévio de um salário a mais com os 5 anos de empresas e meio com 3 anos e outros benefícios.

21 de janeiro de 2016

Diretoria do SINDVAS se reúne com advogado da patronal

A redação das cláusulas sociais da Convenção Coletiva de Trabalho foi tema de reunião, nesta terça-feira (19), entre a diretoria do Sindicato e o advogado da Patronal (Sindvel).  A presidente Maria Rosângela Lopes, a diretora Teca e o advogado Ronaldo Kersul discutiram com o advogado Leandro, Sindvel, detalhes sobre a redação das cláusulas sociais.

“Algumas modificações deixaram a Convenção de difícil entendimento e por isso tivemos que refazer esses parágrafos”, disse a presidente do Sindicato. Maria Rosângela Lopes acrescentou ainda que um erro nas cláusulas de impacto financeiro também foi corrigido. “Eles haviam reajustado cláusulas de auxílio creche, PLR e auxílio funeral pelo menor índice quando na verdade tem que ser pelo maior”, explicou.


O prazo para que as cláusulas estejam prontas é a próxima sexta-feira (22) como ficou definido em um acordo ao final da reunião. “Nós não podemos assinar a Convenção se a redação não estiver perfeita. O entendimento precisa ser exato porque isso é responsabilidade com os trabalhadores da categoria”, disse a presidente. 

26 de agosto de 2015

Trabalhadora ganha causa na justiça porque não teve homologação feita no Sindicato

Uma trabalhadora de Santa Rita do Sapucaí com 11 meses de registro na carteira ganhou causa na justiça porque teve a homologação feita dentro da empresa e não no Sindicato da categoria.

A Convenção Coletiva de Trabalho estabelece no artigo 66 que todos os trabalhadores após o contrato de experiência (3 meses) e que forem demitidos ou pedirem demissão  têm que passar pelo SINDVAS para homologação das verbas rescisórias.

Como a empresa não cumpriu essa cláusula, a trabalhadora entrou na justiça e ganhou a causa. O valor da multa para a empresa por descumprimento da Convenção Coletiva foi de seis vezes o valor do piso da categoria em favor da trabalhadora.


A diretora do SINDVAS, Maria da Conceição Lopes, a acompanhou a sessão no Justiça do Trabalho de Santa Rita e disse que na audiência o magistrado foi enfático na decisão favorável à trabalhadora. “Se está na Convenção ou no Acordo Coletivo é lei”, comentou a diretora do Sindicato.


28 de outubro de 2014

Negociação Salarial: Fiemg cozinha negociações em fogo brando e oferece reajuste medíocre

A direção da Fiemg procura desenrolar  em “banho-maria” suas propostas para a Convenção Coletiva de Trabalho 2014 para os metalúrgicos, com proposta ainda muito longe sequer da inflação acumulada. A instituição patronal nitidamente esperava acabar setembro e a divulgação do INPC anual.

Na reunião com as representações sindicais (FEMETAL, FEMCUT e FITMETAL) no último dia 20 de outubro, os patrões informaram a recusa do reajuste de 10%. Não propuseram nem mesmo o INPC anual acumulado de 6,59%. Apresentaram uma contraproposta irrisória para os trabalhadores:


• Reajuste de 4,5% em 1º de outubro em empresas com até 50 trabalhadores;
•Reajuste de 5% em 1º de outubro para empresas com mais de 50 trabalhadores.



Os patrões desconsideram ainda toda a pauta de reivindicações dos metalúrgicos em franco desrespeito ao direito dos trabalhadores.  A próxima reunião na Fiemg será dia 31 de outubro, mas vamos mostrar antes aos patrões nossa disposição de luta e de não arredar um milímetro nas justas reivindicações da categoria.


Fonte: FEMETAL/MG

29 de setembro de 2014

Categoria tem ganho real nos salários em Santa Rita do Sapucaí


Uma negociação direta entre a presidência do SINDVAS e a presidência do SINDVEL, fato que nunca tinha acontecido na gestão atual do SINDVEL porque o Sindicato negociava com comissões de empresários, assegurou ganho real aos trabalhadores da categoria em Santa Rita do Sapucaí.

Enquanto muitos trabalhadores estão perdendo os empregos, entrando em programas de demissão voluntária, em suspensão temporária de contrato de trabalho - chamado de lay off- e até negociando o parcelamento do reajuste, em Santa Rita a realidade está diferente.

O SINDVAS há anos realiza negociações salariais com as reivindicações dos trabalhadores e os dados do mercado. Essa seriedade traz ao Sindicato firmeza em todos os pedidos defendidos pela categoria levando em conta a valorização salarial e também a social dos trabalhadores com dignidade, direitos e cidadania.

Esses pedidos são repetidos negociação após negociação e neste ano houve resultado positivos de valorização para ambos os lados: trabalhadores e patrão que reconheceu a necessidade de valorizar o trabalhador.

O presidente do Sindvel, Roberto de Souza Pinto, diferente dos outros anos, negociou pessoalmente com o SINDVAS cada item da Convenção Coletiva de Trabalho e se mostrou aberto a todos as reivindicações e projetos levantados pelos trabalhadores na assembleia geral da categoria.

O sucesso da campanha deste ano com o tema “Nem só de pão vive o trabalhador” é devido aos anos de mobilização do SINDVAS. Os trabalhadores de Santa Rita do Sapucaí se mantiveram unidos desde a última campanha, quando o Sindicato disse que “produto de ponta com salário que não paga a conta”. Essa integração resultou na negociação ágil em 2014 e com ganho real para toda a categoria.

As incertezas que rondam o mercado, a inflação alta e o desaquecimento da indústria são fatores que poderiam ter levado ao atraso da negociação, mas o que se viu neste ano foi uma postura firme do Sindicato quanto ao ganho real para os trabalhadores e o entendimento e sensibilidades dos empresários de que é preciso valorizar o trabalhador e garantir a produtividade do Vale da Eletrônica.


Reajuste
Na assembleia geral da categoria ficou acertado que o Sindicato não poderia fechar o reajuste inferior a 7% já que a inflação está acumulada em 6,06%. Esses números foram postos na mesa de negociação para o presidente do Sindvel, Roberto de Souza Pinto junto com um estudo dos últimos dez anos de negociação salarial.

A presidente do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, apontou que a crise econômica tem atingido vários setores da econômica e com menor pressão nas indústrias de tecnologia de ponta como é o caso de Santa Rita. Isso não significa que a instabilidade do mercado neste ano de 2014 não tenha refletido no Vale da Eletrônica, mas que essa crise não é gigantesca.

O presidente do SINDVEL se mostrou comprometido com os pontos apresentados pelo Sindicato e atendeu a solicitação de ganho real, apontando que cabe ao empresário a valorização para não perder o trabalhador para o mercado.

O reajuste fechado oficialmente ficou em 9% para a primeira faixa de piso salarial (empresas até 120 trabalhadores) e 8% para o segundo piso salarial (empresas com mais de 120 trabalhadores) e para os demais trabalhadores da categoria acima dos pisos salariais também tiveram 8% linear. Todas as cláusulas mantidas na íntegra e reajustadas no maior índice de 9% como, por exemplo, PRL, auxílio creche e auxílio funeral,cesta básicas e outros benefícios que por ventura as empresas tenham com o impacto no reajuste.


12 de dezembro de 2013

SRT-MG apresenta proposta aos metalúrgicos e à Fiemg

A Superintendência Regional do Trabalho (SRT-MG) intermediou uma nova reunião entre as federações de metalúrgicos unificadas a Fiemg, onde foi apresentada uma proposta que deverá ser submetida à assembleia dos empregadores, para que, em caso de aprovação, seja submetida também aos trabalhadores. A assembleia dos empresários na Fiemg será na tarde deste dia 12.
No caso de sua aprovação, assembleias dos trabalhadores deverão ser realizadas até o próximo dia 16. A seguir  os pontos que estarão em discussão nas assembleias dos patrões e dos trabalhadores

.Reajuste de 7% para salários até R$ 5.816,00 nas empresas com mais de 50 trabalhadores;
.Reajuste de 6,5% nas empresas até 50 trabalhadores;
.Pagamento de parcela fixa para salários superiores a R$ 5.816,00
.Retroatividade a 1º de outubro 2013
.Correção de das demais cláusulas econômicas em 7%, inclusive o abono, em duas parcelas a serem pagas juntas com os salários de janeiro e fevereiro;
.Previsão de aditivo à convenção coletiva  para negociação de novo índice de reajuste salarial, na possibilidade de conclusão consensual até 31 de março de 2013 nos trabalhos da comissão de estudo para formular proposta de compensação de jornada de trabalho.

         PISO SALARIAIS
Piso 1 (empresas até 10 trabalhadores)        R$ 772,20
Piso 2 (de 11 a 400 trabalhadores)               R$ 789,80
Piso 3 ( de 401 a 1000 trabalhadores)           R$ 822,80
Piso 4 (acima de 1000 trabalhadores)            R$ 853,60


Fonte FEMETAL

8 de novembro de 2013

Campanha Salarial 2013: Assembleia Geral


O número de trabalhadores que compareceu a Assembleia Geral da categoria, convocada pelo SINDVAS para esta sexta-feira (8) em Santa Rita  do Sapucaí, não foi o suficiente para que a última proposta da patronal (Sindvel) pudesse ser aprovada ou reprovada. No último documento a patronal ofereceu reajuste de 9% para quem ganha o primeiro piso e 8% para os demais.

A presidente do Sindicato, Maria Rosângela Lopes, explicou o passo a passo das negociações até o momento, o mesmo que já havia ocorrido nas assembleias do mês de outubro. Os trabalhadores presentes foram unânimes em levantar as voz pedindo os 10% de reajuste salarial para o fechamento da Convenção Coletiva.

Por falta de trabalhadores, não houve avanços e por isso o estado de greve continua instaurado em Santa Rita do Sapucaí e pode haver paralisações por empresa nos próximos dias.

Após o encerramento da assembleia, a presidente do SINDVAS telefonou para o presidente da comissão de negociadores do patronal (Sindvel), Edson Moreira/empresa Ativa,  e colocou a situação.

Ele ficou desapontado com o resultado, pois acreditava que a proposta seria aprovado pelos trabalhadores. A presidente argumentou explicou que não houve empenho das empresas associadas ao Sindvel em liberar os trabalhadores para a assembleia. "O empenho seria deles e não do sindicato dos trabalhadores", disse.

O SINDVAS convocou os trabalhadores por rádio, carro de som, redes sociais, blog institucional e enviou a convocação para as empresas por meio do sindicato patronal (Sindvel) como acordado com o presidente de negociadores Edson da empresa Ativa.

O presidente da comissão de negociadores da patronal solicitou um tempo até quarta-feira (13), sem que o sindicato dos trabalhadores fizesse qualquer mobilização empresas (Sense eletrônica, Hitachi, Petcom, Intelbrás, Leucotron, MCM, JFL, Usivale, Prodmec, Clarion e Nitere, e algumas menores, ou seja, Exsto, Ativa, Pixel  e Teletronix). A presidente do SINDVAS deu a palavra em conjunto com os demais diretores sindicais presentes, nesta data de 8/11/2013 às 17:29, que irá aguardar o prazo solicitado.


Carrões

Nunca se passou tantos carros importados em frente à sede do SINDVAS como durante a 1 hora de Assembleia Geral da categoria. Com certeza, com o piso que é pago em Santa Rita do Sapucaí, não eram trabalhadores passeando de veículos.




4 de novembro de 2013

Campanha Salarial 2013: Santa Rita do Sapucaí

O SINDVAS realizou uma série de assembleias em empresas de Santa Rita do Sapucaí no mês de outubro e os resultados já apareceram. Pelo menos 30 empresas de Santa Rita do Sapucaí fecharam acordos que garantiram reajuste de 10% para os trabalhadores. Essas empresas procuraram o SINDVAS independentemente do Sindicato Patronal (Sindvel). 

Entre as empresas que fecharam o reajuste de 10% está a STB (Superior Technologies in Broadcasting) que permitiu a divulgação do acordo antes do fim das negociações da Convenção Coletiva com o Sindicato Patronal (Sindvel).


25 de outubro de 2013

SINDVAS realiza assembleia e diretor de empresa chama Polícia Militar

 
O Sindicato dos Trabalhadores do Vale da Eletrônica (SINDVAS) realizava mais uma assembleia, na manhã desta sexta-feira, para os trabalhadores da empresa Petcom, em Santa Rita do Sapucaí-MG, quando a Polícia Militar chegou para acompanhar o trabalho dos sindicalistas.

A realização de assembleias por empresa foi decidido na mesa de negociação na presença da comissão de negociadores da patronal (Sindvel) e os diretores do SINDVAS. Portanto, todos já tinham conhecimento que o Sindicato iria de empresa por empresa apresentar a contraproposta da patronal para votação, assim como tem sido colocado em aprovação o estado de greve.

Trabalhadores dizem não a contraproposta na Petcom
Um trabalhador, que não é chão de fábrica, e sim com função mais alta, disse a um dos diretores do SINDVAS que “o sindicato já deveria ter ido à porta da empresa há muito tempo e que o diretor, que chamou a polícia, é insuportável tratando as pessoas como se fosse coronel”.

Trabalhadores de produção confirmaram que a empresa pratica salário baixo, além de tíquete alimentação de R$ 100 que é atrelado a nenhuma falta ou atraso. A presidente do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, informou às trabalhadores que atitudes como esta mostram que com o benefício “a empresa dá com uma mão e retira com as duas” contrariando a CLT (tolerância de 10 minutos desde que não seja contínua). Enquanto tudo isso ocorre, à empresa ostenta um prédio novo com belíssimas escadas e salas de diretoria.
Também houve assembleia na empresa Nitere, onde o Sindicato conversou com os trabalhadores, no pátio interno da empresa, sem polícia e com toda a liberdade sindical que prevê a lei brasileira.

A contraproposta da patronal foi rejeitada nas duas empresas e o estado de greve recebeu aprovação. O som que embalou as assembleias nesta manhã foi o barulho dos motores de caminhões de cargas que não paravam de entrar e sair das empresas.

Na empresa Nitere mais um não a contraproposta.
 Outro sim para estado de greve

Polícia
Esta é a segunda vez, nessa semana, em uma assembleia do SINDVAS em que a Polícia Militar é chamada por diretores e até por trabalhadores que, infelizmente, estão contra o próprio trabalhador de Santa Rita.

O primeiro caso ocorreu na empresa Hitachi Kokusai Linear, quando a PM foi informada que o sindicato estava colocando fogo na empresa. O policial chegou ao local e constatou que a denúncia era infundada a ponto dele comentar com a presidente do SINDVAS que se soubesse que era uma assembleia de trabalhadores teria atendido uma ocorrência grave que estava em espera.

No segundo caso, ocorrido nesta sexta-feira (25), a PM foi informada que o SINDVAS bloqueava os trabalhadores. Mais uma vez alegação infundada uma vez que própria mesa de negociação saiu decisão das assembleias por empresa para que os trabalhadores tomassem conhecimento das negociações em Santa Rita do Sapucaí.


24 de outubro de 2013

Trabalhadores continuam a rejeitar contraproposta da patronal e aprovam estado de greve


O Sindicato dos Trabalhadores do Vale do Sapucaí (SINDVAS) realizou mais uma série de assembleias para os trabalhadores em diversas empresas de Santa Rita do Sapucaí nesta quinta-feira (24).

O resultado tem sido apenas um em todas as empresas, a rejeição da contraproposta da patronal para a Convenção Coletiva de Trabalho. Nessas mesmas assembleias também é colocado em votação o estado de greve em Santa Rita do Sapucaí. O resultado também é o mesmo: aprovação do estado de greve.


O pedido dos trabalhadores tem base fundamentada em pesquisas e de acordo com o cenário econômico do Vale da Eletrônica. Mas, o sindicato patronal (Sindvel), para quem ganha acima do piso, oferece apenas 6,86%.  O SINDVAS e os trabalhadores reivindicam 10% de reajuste. Esse foi o percentual o aprovado em assembleia como o mínimo para se fechar no início das negociações.







23 de outubro de 2013

Mais uma rejeição



O SINDVAS realizou mais uma assembleia, na tarde desta quarta-feira (23), que desta vez ocorreu na empresa AG de Santa Rita do Sapucaí. A presidente do Sindicato, Maria Rosângela Lopes, explicou aos trabalhadores a negociação salarial e o motivo de estar travada. 


A contraproposta da patronal foi colocada em votação e rejeitada pelos trabalhadores da AG. Eles também estão com o SINDVAS pela valorização salarial da categoria.



Mais uma rejeição da contraproposta da patronal (Sindvel)



O SINDVAS continua nesta quarta-feira (23) com as assembleias com trabalhadores nas empresas de Santa Rita do Sapucaí. Os trabalhadores do Hitachi Kokusai Linear também rejeitaram a contraproposta da patronal (Sindvel) assim como aconteceu durante a última terça-feria (22) com várias outras empresas.


Saiba qual é o pedido dos trabalhadores e a contraproposta da patronal 

22 de outubro de 2013

Primeiras assembleias votam pela rejeição da contraproposta da patronal (Sindvel)



O SINDVAS iniciou o ciclo de assembleias para aprovação ou não da contraproposta da patronal (Sindvel) nesta terça-feira (22). A presidente do Sindicato, Maria Rosângela Lopes, começou as assembleias, por empresa, ainda durante a manhã e a última ocorreu às 17h.  Os trabalhadores ouviram durante as assembleias os índices da patronal e o pedido dos trabalhadores. 

Os trabalhadores das empresas Mart Balança, Giga Stamp, Indusul, Indujer, Raltek, JSA, Comtac e SR prestadora de serviços participaram das assembleias e votaram pela reprovação da contraproposta da patronal (Sindvel).  Dessas empresas, algumas fecharam, com a aprovação dos trabalhadores, reajuste de 10% (que é o mínimo pedidos pelos trabalhadores).
O Sindicato vai continuar com as assembleias nesta semana e a paralisação, por empresa, não está descartada uma vez que os trabalhadores estão com o Sindicato e recusando a contraproposta da patronal. 

Caso ocorra a paralisação, a convocação dos trabalhadores será via rádio e carro de som do Sindicato para que todos estejam em frente a sede do SINDVAS e fiquem no local pelo tempo que perdurar a negociação. 

O advogado do Sindicato também já entrou com o pedido de mediação na Subdelegacia Regional do Trabalho, mas a presidente do SINDVAS diz que não vai aguarda o chamado e sim mobilizar a categoria. 

Trabalhadores unidos, jamais serão vencidos.








Leia a contraproposta do patronal (Sindvel) e que foi rejeitada



11 de outubro de 2013

Campanha Salarial: Sindvel (sindicato patronal) pede contraproposta dos trabalhadores

O Sindvel (sindicato patronal) solicitou ao SINDVAS nesta sexta-feira (11) que seja apresentada uma contraproposta dos trabalhadores sobre a que eles apresentaram, que foi de:

1° piso (que hoje é de R$684,80) reajuste de 8,1% (que daria R$740)
2° piso (que hoje é de R$ 749) reajuste de 6,8% (que daria R$800)
. quem ganha acima disso somente a inflação (INPC).

Essa proposta  foi rejeitada pelo SINDVAS que deve apresentar formalmente a contraproposta no início da próxima semana. 

A negociação salarial da Convenção Coletiva não está encerrada e o SINDVAS alerta que tem conhecimento de empresas que estão antecipando "um reajuste" sem passar pelo sindicato. A empresa que fizer isso terá que conceder também o aumento da Convenção Coletiva porque esse primeiro "reajuste" não está formalizado pelo SINDVAS.




10 de outubro de 2013

Campanha salarial: valorização é possível

Representantes de empresas ligadas ao Sindvel (sindicato patronal) entraram em contato com o SINDVAS durante essa semana para negociarem o reajuste salarial. Essas empresas ofereceram índices de reajuste bem superior ao que o sindicato patronal ofereceu na mesa de negociação. 

Para lembrar, a proposta do sindicato patronal foi a seguinte:

1° piso (que hoje é de R$684,80) reajuste de 8,1% (que daria R$740)
2° piso (que hoje é de R$ 749) reajuste de 6,8% (que daria R$800)
. quem ganha acima disso somente a inflação (INPC).


A atitude dessas empresas que já sinalizaram por índices bem superiores, mesmo sendo ligadas ao Sindvel, demonstra que é possível valorizar os salários de todos os trabalhadores de Santa Rita do Sapucaí. 


2 de outubro de 2013

Patronal ainda não oficializou proposta de reajuste

O SINDVAS ainda aguarda que a patronal (Sindvel) entregue o documento de oficialização da proposta de reajuste que foi apresentada durante a reunião do último dia 26. A comissão de negociadores do empresariado se comprometeu a entregar o documento ainda no dia 27, mas até agora nada aconteceu.

26 de setembro de 2013

Campanha Salarial: Contrapropostas da patronal rejeitadas

Patronal apresentou contrapropostas longe
do pedido dos trabalhadores
A terceira reunião para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho que aconteceu nesta quinta-feira (27), na sede do SINDVAS, terminou com as duas contrapropostas da patronal (Sindvel) rejeitadas na mesa de negociação. A comissão de negociadores da patronal na primeira contraproposta apresentou as seguintes porcentagens:

. 1° piso (que hoje é de R$684,80) reajuste de 7,5%
. 2° piso (que hoje é de R$ 749) reajuste de 6,5%;
. quem ganha acima disso somente a inflação (INPC).

A presidente do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, que tem autorização para recusar, disse NÃO a esses reajustes.  A comissão da patronal, formada por empresários, pediu um tempo para pensar e voltou com outra contraproposta:

. 1° piso (que hoje é de R$684,80) reajuste de 8,1% (que daria R$740)
. 2° piso (que hoje é de R$ 749) reajuste de 6,8% (que daria R$800)
. quem ganha acima disso somente a inflação (INPC).


A segunda contrapropostas da patronal também foi rejeitada ainda na mesa de negociação. A presidente do SINDVAS solicitou que a patronal documentasse essa contraproposta e informasse se tem disposição de continuar a negociação salarial. Esse documento deve chegar ao Sindicato na sexta-feira (28) e dependo da resposta o SINDVAS tem as seguintes opções de ação: mobilização, mediação no Ministério do Trabalho e paralisação de algumas empresas.




13 de agosto de 2013

SINDVAS está unificado com outros sindicatos de Minas Gerais para a Campanha Salarial

Pauta de reivindicações entregue a representante da FIEMG
O Sindicato dos Trabalhadores do Vale da Eletrônica (SINDVAS) também participa da Campanha Salarial Unificada em Minas Gerais para a mobilização. A pauta dos trabalhadores do estado foi entregue à patronal (FIEMG), no último dia 31, e contou com a presença da presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de Minas Gerais (FEMETAL), Maria Rosângela Lopes, e representantes da FEMCUT e FitMetal.

A Campanha Unificada reivindica 13% de reajuste para a categoria no estado, além de itens da pauta trabalhista como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários.

O SINDVAS reivindica para a Convenção Coletiva de Trabalho em Santa Rita do Sapucaí os mesmos 13% de reajuste e também avanço no piso da categoria. O piso de Santa Rita está historicamente abaixo dos que são praticados em cidades vizinhas e para melhorar essa condição o pedido do SINDVAS é de 28% nesse piso.

Os produtos feitos em Santa Rita do Sapucaí, conhecida como Vale da Eletrônica, são de alta tecnologia e por isso possuem valor agregado, porém o piso pago aos trabalhadores está abaixo do piso de cidades onde as fábricas não são de tecnologia avançada e essa realidade precisa ser alterada.

A pauta de reivindicações da Convenção Coletiva de Trabalho foi entregue pelo SINDVAS, na última sexta-feira (9), à patronal (SINDVEL).