IR PARA

Mostrando postagens com marcador Greve. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Greve. Mostrar todas as postagens

27 de janeiro de 2016

Sindicato envia documento que decreta estado de greve na Metagal

O SINDVAS encaminhou documento oficial decretando o estado de greve na empresa de autopeças Metagal- MG no final da tarde desta terça-feira (26).  A comunicação ocorreu depois de diversas reuniões com representantes da Metagal e assembleias com a categoria. 




3 de agosto de 2015

700 trabalhadores da Delphi-Cotia entram em greve nesta 2ª contra transferência da planta

Os trabalhadores da planta de Cotia da Delphi Automotive amanhecem do lado de fora da linha de produção nesta segunda-feira, 3. A partir das 8h, eles farão assembleia para aprovar o indicativo de greve contra a decisão intransigente da empresa de mudar sua planta para Piracicaba (SP).

O indicativo de greve foi aprovado em reunião no sábado, 1, na subsede de Cotia, que envolveu cerca de 300 trabalhadores, indignados com a falta de respeito da empresa com eles e com o Sindicato. Isso porque a empresa anunciou aos trabalhadores o novo endereço da planta e deu prazo de somente 30 dias para que eles possam decidir se querem acompanhar a mudança. Os trabalhadores não têm clareza sobre qualquer pacote de benefícios, nem o Sindicato foi procurado para negociação sobre o assunto.

Os rumores sobre uma possível mudança de planta já eram antigos. Em maio, mais uma vez o Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e a empresa se reuniram e uma das pautas eram esses boatos. A empresa respondeu que havia estudos. "Fica claro que a Delphi estudou o tempo que precisou e agora, do dia para noite, coloca toda a pressão sobre 700 famílias. Não negociou com o Sindicato, não teve transparência e responsabilidade com os trabalhadores e a cidade. Por isso, a saída é a greve", afirma o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno.

Impactos - Além do impacto direto a família de 700 metalúrgicos - cujas esposas trabalham na cidade e na região, filhos estudam -, a mudança impacta diretamente no município de Cotia e na economia regional. A estimativa do Sindicato é que mais de R$ 40 milhões deixem de ir para a economia em forma de salários, tendo como base a média salarial de R$ 3.500 na empresa. A isso se soma os impactos no sistema de saúde pública, já que a maioria dos trabalhadores não deve migrar com a empresa e, com isso, podem perder convênios médicos. Além disso, haverá as perdas para os prestadores de serviço a Delphi.


Mesmo com todas as dificuldades da economia global, a Delphi faturou ao longo dos últimos anos mais de R$ 70 milhões ao ano. Resultado que tende a até se ampliar em 2015, já que a empresa tem se beneficiado da valorização do dólar.

Imprensa Metalúrgicos de Osasco

12 de setembro de 2014

Trabalhadores da metalúrgica Foxconn II em Jundiaí entram em greve

Os cerca de 3,7 mil trabalhadores na Foxconn II (Anhanguera), em Jundiaí - única fábrica de iPads fora da China, decidiram, em assembléia realizada na tarde desta quinta-feira (11), entrar em greve por tempo indeterminado. Eles não aceitaram a proposta da empresa, que solicitou um prazo de 15 dias para apresentação de um plano de cargos e salários e 30 dias para que essa nova estrutura seja colocada em prática.

Trabalhadores entram em greve. Foto: Jamilson Tonoli
O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos Evandro Oliveira Santos, destacou que não existe na empresa uma organização de cargos e salários, nem uma organização de estrutura. “Eles precisam apresentar uma estrutura para que o trabalhador, quando entrar na empresa, possa saber até onde pode chegar”, disse, lembrando que em fevereiro de 2013 já ocorreu uma greve na empresa, pelo mesmo motivo. “Os trabalhadores cansaram de dar prazos e não ver a reivindicação atendida”.

O presidente do Sindicato, Eliseu Silva Costa, foi incisivo ao acusar a empresa de desrespeitar os trabalhadores. “Todo mundo está estagnado por baixo. Queremos que o trabalhador seja reconhecido, tratado com respeito, e isso nós não vemos aqui”, disparou.

Outra preocupação dos trabalhadores era com relação à PLR. O Sindicato defendia uma revisão no atingimento de metas para garantir o pagamento aos trabalhadores. “A empresa vinha promovendo descontos no valor inicialmente acordado por conta de uma auditoria que teria detectado alguns problemas de zelo. Mas conseguimos que eles cancelassem esses descontos e passassem a fazer a nova avaliação a partir de setembro”, explicou Eliseu.
O Sindicato aguarda agora uma manifestação por parte da empresa para uma possível retomada de negociações. “Qualquer proposta que venha a surgir, levaremos para apreciação dos trabalhadores”, arrematou.


Fonte CNTM

5 de junho de 2014

Bancos são condenados por tentarem impedir greve de trabalhadores

O Superior Tribunal do Trabalho (TST) condenou oito bancos que tentaram impedir que os trabalhadores entrassem em greve. Os bancos utilizaram ações judiciais conhecidas como interditos proibitórios, mas na decisão o ministro Viera de Mello disse que “utilizar ações judicias, partindo-se da presunção de abusos a serem cometidos pelos grevistas, atenta contra os princípios concernentes ao direito de greve e configura conduta antissindical”.



Leia na íntegra

Sétima Turma condena oito bancos por utilizar ações judiciais para inviabilizar greve

A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou oito instituições financeiras a pagar indenização por dano moral coletivo por abuso de direito na utilização de ações judiciais (interditos proibitórios), com o objetivo de inviabilizar movimentos grevistas em Belo Horizonte (MG). No caso, os bancos impetraram 21 ações, tendo como base a defesa da posse dos estabelecimentos bancários durante as greves, garantindo, assim, a liberdade de ir e vir aos empregados e clientes. A indenização fixada é de R$ 50 mil por cada uma dessas ações, totalizando mais de R$ 1 milhão, em favor do sindicato.

Foram condenados os bancos ABN AMRO Real S.A., Santander Banespa S.A., Itaú S.A., União de Bancos Brasileiros S.A. - UNIBANCO, Mercantil do Brasil S.A., Bradesco S.A., HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo e Safra S.A.

O processo é uma ação civil pública ajuizada pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Belo Horizonte e Região em 2006 e engloba ações impetradas pelas instituições financeiras em 2005 e 2006.  Para o ministro Vieira de Mello, redator do acórdão, utilizar ações judicias, partindo-se da presunção de abusos a serem cometidos pelos grevistas, atenta contra os princípios concernentes ao direito de greve e configura conduta antissindical.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) havia mantido a decisão da primeira instância que não acolheu o pedido de indenização do sindicato. De acordo com o TRT, embora seja o direito de greve um instrumento legítimo de pressão, garantido pela Constituição, os bancos, como todos, têm direito ao acesso à Justiça, inclusive de modo  preventivo. "Na hipótese, buscou-se garantir o pleno exercício do direito de posse, o funcionamento do sistema financeiro, o resguardo ao direito de clientes e usuários e o direito dos trabalhadores que voluntariamente decidiram não aderir à greve", destacou o TRT.

No entanto, para Vieira de Mello, ainda que os interditos proibitórios impetrados pelos réus tivessem aspecto de regular exercício do direito pela obtenção da concessão de liminares favoráveis, essas decisões não são capazes de transfigurar seu caráter antissindical. "A intenção por trás da propositura dos interditos era única e exclusivamente de fragilizar o movimento grevista e dificultar a legítima persuasão por meio de piquetes", assinala.

Para o ministro, o abuso de direito está configurado na pretensão de acionar "o aparato do Estado para coibir o exercício de um direito fundamental, o direito dos trabalhadores decidirem como, por que e onde realizar greve e persuadirem seus companheiros a aderirem o movimento".

Portanto, utilizar de ações judicias, na forma realizada pelos réus, em que se partiu da "presunção de abusos a serem cometidos pelos grevistas", requisito particular do instituto do interdito proibitório, atenta contra os princípios concernentes ao direito de greve e configura ato antissindical.


(Augusto Fontenele/CF)

Fonte: TST

16 de julho de 2013

Greve dos trabalhadores da Black & Decker termina em Uberaba

Trabalhadores aprovaram 9% de reajuste salarial e outros benefícios

Os trabalhadores da empresa Black & Decker decidiram encerrar a greve depois de assembleia no último dia 12.  A volta ao trabalho ocorreu após o fechamento do reajuste salarial em 9%, além da garantia de 3 meses de estabilidade. Os trabalhadores conquistaram ainda redução da jornada de trabalho para 43 horas semanais sem redução de salário e R$ 70 reais de bônus por assiduidade dentro do mês. Os três dias de paralisação serão compensados em 3 sábados.

Diretor da FEMETAL, Edgard, ao lado do presidente
Reginaldo, conduziu as negociações 
Os trabalhadores entraram em greve espontaneamente sem o conhecimento do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Uberaba, legítimo representante da categoria, e sem comunicação à empresa. O Sindicato estava conduzindo o processo de negociação salarial quando a paralisação foi deflagrada. Essa situação poderia ter “gerado demissão em massa e prejuízo à sociedade de Uberaba” de acordo com a presidente da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de Minas Gerais (FEMETAL), Maria Rosângela Lopes.

“Os trabalhadores foram inflamados por pessoas de fora, contrárias ao movimento sindical, sem bandeiras e que queriam se apropriar de direitos” disse a presidente da FEMETAL que agiu rápido e em apoio ao companheiro Reginaldo, presidente do Sindicato de Uberaba, enviou o diretor da FEMETAL, Edgard Nunes da Silva, para acompanhar toda negociação. Os companheiros Luft e Douglas também participaram da mediação.

A greve ocorreu de forma pacífica e sem nenhum incidente durante todos os três dias. Os trabalhadores permaneceram no pátio da empresa e no fim não houve nenhum copo jogado ao chão demonstrando a seriedade dos trabalhadores.


A empresa ofereceu refeições aos trabalhadores no refeitório, água gelada no pátio e equipamento de som para os grevistas, além das instalações dos banheiros. 

11 de julho de 2013

Trabalhadores da Black & Decker cruzam os braços em Uberaba

Os trabalhadores da empresa Black & Decker, da cidade mineira de Uberaba, estão com os braços cruzados desde a última quarta-feira (10). De acordo com informações do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Uberaba está prevista uma reunião ainda para esta quinta-feira com a diretoria da empresa.


Os trabalhadores da Black e Decker querem 10% de reajuste salarial, vale alimentação no valor de R$ 100 e estabilidade de pelo menos 6 meses. A paralisação dos mais de 300 trabalhadores da empresa é por tempo indeterminado. A presidente da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de Minas Gerais (FEMETAL), Maria Rosângela Lopes, está oferecendo todo o apoio aos trabalhadores da empresa. Diretores da FEMETAL foram à Uberaba acompanhar as negociações. 

A presidente que está nesta quinta-feira (11) participando do Dia Nacional de Lutas pode ir à Uberaba caso não ocorra avanços na negociação entre a empresa e os companheiros da Black & Decker.

Trabalhadores reivindicam 10% de aumento. Foto Jornal de Uberaba

8 de julho de 2013

Câmera Aberta fala sobre mobilizações das Centrais - 26/6/2013

O programa Câmara Aberta recebeu o presidente da CNTM, vice-presidente da Força Sindical e presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, além do consultor sindical, João Guilherme, que falaram sobre as manifestações no Brasil, encontro com a presidente Dilma Rousseff e o Dia Nacional de Lutas, na próxima quinta-feira (11).
O jornalista João Franzin comandou a conversa ao vivo pela TV Aberta São Paulo.


14 de maio de 2013

Portuários de Santos e Paranaguá entram greve


Também devem parar as atividades o porto do Rio de Janeiro 

Os trabalhadores portuários vão parar suas atividades na tarde desta terça (14/05), a partir das 13h. A manifestação é em protesto porque, nas discussões da votação da MP dos Portos, os governistas se recusam a incluir as mudanças que haviam sido negociadas com os trabalhadores.

O movimento sindical vem criticando a MP desde ela foi publicada, em dezembro de 2012, pela presidente Dilma. No entender dos sindicalistas, a MP pode quebrar o sistema de portos públicos do Brasil e precarizar as condições de trabalho nos portos.

“Fizemos dezenas de manifestações, greves e até ocupamos um navio”, explica Paulinho da Força, deputado federal. “O governo havia se comprometido com diversas mudanças pedidas pelos trabalhadores e agora está voltando atrás", disse.


Fonte Força Sindical