Brasília está com
cartazes de ações que o movimento sindical acredita serem necessárias em 2016. O
secretário de Assuntos Parlamentares da CNTM, Carlos Cavalcante de Lacerda, colocou
os banners em pontos estratégicos, entre eles, o que reivindica a Renovação da
Frota de Veículos como fator para estancar as demissões no setor automotivo.
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3 de fevereiro de 2016
17 de junho de 2015
Metalúrgicos participam da vigília em Brasília pela sanção da fórmula 85/95
Dirigentes sindicais e ativistas
da Força Sindical e as demais centrais (CUT, UGT, CTB, Nova Central, CSB e
CGTB) iniciaram na terça-feira, 16 de junho, a “Vigília contra o veto
presidencial à fórmula 85/95”, que foi aprovada no Congresso Nacional e
representa uma alternativa ao Fator Previdenciário, que só serviu para reduzir
as aposentadorias.
O ponto de encontro foi em frente à Catedral Metropolitana de Brasília, de onde os manifestantes seguiram até o Palácio do Governo. A vigília durou a noite toda e será encerrada nesta quarta-feira, por volta das 10 horas. Vale lembrar que expira hoje, 17 de junho, o prazo para sanção ou veto presidencial à fórmula 85/95.
O ponto de encontro foi em frente à Catedral Metropolitana de Brasília, de onde os manifestantes seguiram até o Palácio do Governo. A vigília durou a noite toda e será encerrada nesta quarta-feira, por volta das 10 horas. Vale lembrar que expira hoje, 17 de junho, o prazo para sanção ou veto presidencial à fórmula 85/95.
“Vamos tentar ‘iluminar’ a
presidente da República para que ela, em vez de vetar, sancione a fórmula
85/95, evitando, assim, que gerações e gerações recebam aposentadorias
achatadas em até 40%”, declara Miguel Torres, presidente da Força Sindical
e da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos).
Dirigentes metalúrgicos:
Vários dirigentes metalúrgicos ligados à CNTM estão presentes à mobilização.
“Em 1999, o País uma vivia um
momento delicado com a previdência e a saída encontrada foi o Fator
Previdenciário. O momento é outro hoje e vários trabalhadores têm sido
penalizados com a não integralidade da sua aposentadoria. Os que quiserem
receber mais têm que trabalhador muito mais. Hoje é possível sancionar a
fórmula 85/95 e tornar o processo de aposentadoria menos desigual”, afirmou a
presidente do SINDVAS (Sindicato dos Metalúrgicos do Vale do Sapucaí/MG), Maria Rosângela Lopes.
Josete Machado Filho (Pepe),
diretor dos metalúrgicos de Guarulhos, afirma: “O mecanismo 85/95 já foi
aprovado no Congresso. Vamos pressionar para que a presidente Dilma sancione”.
Para João Carlos Gonçalves (Juruna),
secretário-geral da Força Sindical e diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de
São Paulo, se a presidente Dilma vetar a fórmula 85/95 será um erro. “Primeiro
por desconsiderar decisão já tomada pelo Congresso Nacional. Segundo por não
levar em conta a reivindicação do sindicalismo”.
Dirigentes encontram-se com o
presidente do Senado, Renan Calheiros, para debater a fórmula 85/95, alternativa
ao Fator Previdenciário. O encontro aconteceu no gabinete da presidência do
Senado.
CNTM
15 de junho de 2015
Maria Rosângela Lopes participa de vigília contra veto a fórmula 85/95
A presidente do
SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, viaja nesta segunda-feira (15) à Brasília onde
participa da “Vigília no Palácio do Planalto contra o veto presidencial a
formula 85/95”. Essa fórmula, aprovado no Congresso, representa uma alternativa
ao Fator Previdenciário instituído em 1999 que reduz o valor das aposentadorias
fazendo com que o trabalhador se aposenta mais tarde.
Na análise da
presidente do Sindicato, “o Brasil passa por um momento em que temos que
constantemente reafirmar os nossos direitos”, por isso ela acredita que a
Vigília no Palácio do Planalto é importante para que a presidente Dilma Rousseff
escute a voz dos representantes dos trabalhadores. “Quisera todos os trabalhadores
pudessem estar presentes”, comentou Maria Rosângela Lopes.
A concentração, de acordo
com dados da Força Sindical, deve reunir por volta de mil pessoas, em frente à
Catedral Metropolitana de Brasília de onde os sindicalistas partem em passeata
até o Palácio do Planalto. A presidente Dilma Rousseff tem até o dia 17 para
decidir se veta ou não a fórmula 85/95.
“Em 1999, o país uma
vivia um momento delicado com a previdência e a saída encontrada foi o Fator
Previdenciário. O momento é outro hoje e vários trabalhadores têm sido
penalizados com a não integralidade da sua aposentadoria. Os que quiserem
receber mais têm que trabalhador muito mais. Hoje é possível sancionar a
fórmula 85/95 e tornar o processo de aposentadoria menos desigual”, afirmou a
presidente do SINDVAS.
15 de maio de 2015
Fórmula 85/95 aprovada: vitória da nossa luta!
Finalmente uma luz no
fundo do túnel. A aprovação, pelo plenário da Câmara Federal, no dia 13,
da emenda de autoria do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que dá
alternativa ao trabalhador, na hora da aposentadoria, de aplicar a fórmula 85/95,
é resultado da luta incansável da Força Sindical para acabar com o Fator
Previdenciário, que achata as aposentadorias.
“Acabar com o Fator é o
sonho dos trabalhadores, porque a medida, criada em 1999, durante o
governo FHC, foi mantida nos governos Lula e Dilma e há anos
vem prejudicando a aposentadoria daqueles que trabalharam a vida
inteira pelo desenvolvimento do País”, declara Miguel Torres, presidente
da Força Sindical, CNTM e Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das
Cruzes.
O Fator Previdenciário
foi instituído para inibir aposentadorias precoces. Quanto mais jovem
o trabalhador, menor será o valor da aposentadoria. A medida
achata as aposentadorias em até 40% porque leva em conta a idade, o
tempo de contribuição e a expectativa de vida.
Já a fórmula 85/95,
aprovada no dia 13 pelos deputados, representa a soma da idade e do
tempo de contribuição para, respectivamente, mulheres e homens.
“A grande vantagem dessa fórmula é que no cálculo da aposentadoria
não entra a expectativa de vida”, observa Miguel.
“Durante anos
destacamos o fi m do Fator como prioridade na Pauta Trabalhista, fomos às
ruas protestar, negociamos com o governo e sensibilizamos
parlamentares para mudar a medida, que prejudicou milhares de vidas”,
lembra Miguel.
Pela 85/95, um
trabalhador que começasse a trabalhar aos dezoito anos conseguiria se
aposentar, sem redução no seu benefício, aos 57 anos. Uma mulher
que começasse a trabalhar com a mesma idade poderia se aposentar com
52.
29 de abril de 2015
Metalúrgicos voltam a Brasília na luta contra as MPs 664 e 665
Nesta quarta-feira, 29
de abril, o presidente da CNTM e da Força Sindical, Miguel Torres, lidera
mais uma missão sindical em Brasília, no Congresso Nacional, para acompanhar
nas comissões especiais os debates sobre as MPs 664 e 665 e sensibilizar os
parlamentares a derrubarem as medidas provisórias do governo federal.
Estas medidas são
nefastas, pois dificultam o acesso dos trabalhadores ao seguro-desemprego,
auxílio-doença, abono salarial (PIS), pensão por morte, seguro defeso e auxílio
reclusão. Acompanham Miguel Torres nesta empreitada: o secretário de relações
parlamentares da CNTM, Carlos Lacerda, e dirigentes do Sindicato dos
Metalúrgicos de São Paulo. “Exigimos a revogação das MPs”, reafirma Miguel
Torres.
CNTM
25 de março de 2015
Metalúrgicos participam das discussões sobre as MPs no Congresso Nacional
“Nós, sindicalistas,
nos preparamos para mais uma semana de trabalho em Brasília, para tentar
convencer deputados e senadores de que as Medidas Provisórias 664 e 665 retiram
direitos dos trabalhadores e não devem ser aprovadas nas comissões especiais
constituídas para debatê-las, no Congresso Nacional.”
A afirmação é do
presidente da CNTM, Força Sindical e Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo,Miguel
Torres, que esteve em Brasília no dia 24 de março para participar no
Congresso das discussões sobre as medidas .
Contrapondo à ação do
governo, que enviará a equipe econômica para fazer a interlocução com as
comissões especiais, as centrais sindicais organizam ações para pressionar pela
revogação ou alteração das medidas.
Miguel Torres afirmou,
em entrevista a Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que
continua defendendo a total revogação das medidas. Em Brasília, Miguel Torres e
outros dirigentes metalúrgicos percorreram os gabinetes de deputados e
senadores para tentar convencê-los de que as MPs devem ser revogadas.
Carlos Lacerda, diretor
de relações parlamentares da Confederação Nacional dos Trabalhadores
Metalúrgicos e de relações institucionais da Força Sindical, também participou
da vigília sindical.
Lacerda foi à Audiência
Pública na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, presidida
pelo deputado Benjamin Maranhão (SD/PB), que discutiu as fraudes envolvendo o
seguro-desemprego, que segundo o governo motivou a modificação de 6 meses para
18 meses a concessão do seguro-desemprego. "Não concordamos com esta
equivocada visão do governo nem aceitamos que os trabalhadores paguem o ajuste
fiscal", diz Lacerda.
Imprensa Metalúrgicos de SP
19 de março de 2015
Centrais organizam nova mobilização nacional contra MPs
Ao mesmo tempo em que
negocia com o governo federal a manutenção dos direitos trabalhistas e
previdenciários, entre outros temas, a Força Sindical e as demais centrais
deram início à organização de uma grande mobilização nacional para o dia 30 de
março.
Serão realizadas
manifestações para pressionar a Câmara a derrubar as medidas provisórias (MPs)
664 e 665, que dificultam o acesso dos trabalhadores a uma série de benefícios
sociais, como o seguro-desemprego, abono salarial e pensão por morte.
Para os representantes
das Centrais, os sindicatos filiados devem organizar e promover ações de massa
nos locais de trabalho. Logo após à grande mobilização, delegações sindicais
estarão em Brasília para influir nos debates e na votação das MPs.
Não podemos e não vamos
abrir mão de direitos e a ideia é radicalizar a luta no caso de o governo e o
Congresso não atenderem às nossas reivindicações. O País passa por
enormes dificuldades políticas e econômicas criadas por um governo incompetente
e sem credibilidade que quer usar os nossos ganhos para aumentar a arrecadação.
A crise não foi criada
por nós, trabalhadores; não vamos arcar com o custo da estabilização pretendida
pela presidenta Dilma Rousseff. Para isso, propomos uma reforma tributária que
tenha como princípio a progressividade e que inclua a taxação das grandes
fortunas.
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
6 de março de 2015
Força se reúne com CNBB para discutir medidas provisórias
![]() |
| Carlos Lacerda,
Secretário de Relações Institucionais da Força Sindical |
![]() |
| João Carlos Gonçalves (Juruna), Secretário Geral da Força Sindical |
Convite
para o café da manhã
Breve
Consideração sobre os cortes de Direitos das MPs 664 e 665 de 30-12- 2014
(reunião com parlamentares e lideranças sociais)
Assessoria das
Pastorais Sociais - (CNBB)
As referidas MPs inauguram o governo atual com
cortes a direitos sociais já regulamentados em leis, que regulamentaram a
Previdência Social (8213-91) e o Seguro Desemprego (Lei 7998- 90), leis estas
que traduzem as regras introduzidas em 1988 pela Constituição Federal.
Ainda que não se mexa
em nenhuma regra constitucional, o simples procedimento de utilização de MPs
para alterar direitos positiva dos na legislação regulamentar pode suscitar, a
nosso ver, o argumento da inconstitucionalidade, quando não da própria
diminuição da autonomia do Congresso para apreciar assunto dessa natureza, sob
improviso da circunstância conjuntural.
Observe-se que os
objetos tratados nas referidas MPs - as pensões por morte do segurado e a
mitigação dos direitos de órfãos e viúvas; o auxílio doença no contexto de
exacerbação epidemiológica no mundo do trabalho e o seguro desemprego em fase
de forte desaceleração do mercado de trabalho, clamam por um olhar ético atento
às necessidades básicas da população.
Neste sentido, não se
justifica que se apresentem as mudanças de regras desses sistemas em nome da
urgência e relevância conjuntural de um "ajuste fiscal", nem tampouco
de argumentos de discutível moralidade, contidos na Exposição de Motivos da MP
664-2014, invocando supostas distorções sociais de jovens e pobres viúvas do
sistema INSS.
PONTOS CONCRETOSDE
SANEAMENTO DAS MPs
Na MP 664-2014 há pelo
menos dois pontos graves de diminuição de direitos, que a nosso ver mereceriam
supressão:
1- a mudança do 'caput' do Art 75 da Lei 8.213-91,
realizada pela MP, de sorte a reduzir a 50% do valor das pensões a serem percebidas
pelos novos pensionistas:
2- a imposição de
dois anos de precedência de casamento ou união estável à morte do segurado,
como condição de direito previdenciário às viúvas ou viúvos; e ainda que o
segurado tenha pelo menos dois anos de contribuição prévia ao falecimento
(carência).
Observe-se que, ainda
que invocando motivos fiscais, ora motivos 'morais', tanta a primeira quanto a
segunda alteração, não se ajustam aos argumentos. No primeiro caso, o corte do
valor das pensões novas (entre um e dois salários mínimos para cerca de 30% dos
novos pensionistas,porque 70% já estão no nível do salário mrrurno e não podem
ser cortados pela MP) representaria uma economia de recursos da ordem de 40 a
80 milhões de reais ao ano. Este valor é absolutamente insignificante ao
chamado "ajuste fiscal", mas absolutamente vital para as cerca de 50
a 80 mil viúvas e viúvos afetados pelo referido corte anualmente.
Por sua vez, a segunda
alteração é inteiramente ideológica, sem fundamento atuarialprevidenciário, a
se julgar o perfil etário dos pensionistas do INSS.
A parte relativa ao
Auxílio-Doença da MP-664-20154, já no seu art. primeiro (mudança do Art. 26 da
Lei 8.213-91), tem clara pretensão de reduzir os tempos de afastamento
funcionais, sem providências preventivas ou curativas aos doentes. A
desresponsabilizarão previdenciária ocorre no momento em que o próprio
Ministério da Previdência (no texto da própria E.M.) identifica um novo surto
epidemiológico e um aumento expressivo do número de segurados como causas
eficazes da elevação das despesas com os chamados benefícios por incapacidade
(auxílio doença, aposentadoria por invalidez e auxílio acidente de
trabalho).Observe-se que atualmente a perícia médica identifica as doenças e os
doentes incapacitantes ou incapacitados ao trabalho, segundo lista e normas do
Código Internacional de Doenças, enquanto que no novo texto (da MP) seriam
elaboradas e modificadas especificamente pelo Ministério da Previdência as
listas de doenças e afecções objeto dos benefícios previdenciários isentos dos
períodos de carência e outras sujeitas a tal exigência. Isto, a nosso ver está
mal elaborada do ponto de vista previdenciário, tanto no texto original, quanto
na versão da MP. Não ataca com medidas preventivas adequadas o ponto central
invocado na própria EM, que é a elevação dos gastos com auxílio doença por
motivo epidemiológico (aumento dos tempos de afastamento em razão das novas
epidemias no mundo do trabalho) e elevação significativa do n. de segurados na
última década. Mas apela para formas de terceirização, em outro tópico,
transferindo a perícia médica do INSS para o setor privado. Nossa sugestão é de
suprimir as alterações invocadas pela MP, principalmente a do Art. Primeiro
referida, por absoluta falta de fundamentação ética e jurídica nos termos do
próprio direito previdenciário.
Finalmente, com relação
a MP 665-2014, que trata do acesso ao seguro desemprego, em condições muito
mais restritivas: pelo menos dezoito meses nos últimos 24 meses imediatamente
anteriores à data da dispensa, quando da primeira solicitação, cremos que essa
regra pensada em sentido estritamente fiscal é incompatível com o mercado de
trabalho real brasileiro, no qual 50% da População Ocupada formalizada realiza
menos de doze contribuições anuais ao INSS e cerca de 25% menos de seis
contribuições anuais, refletindo o altíssimo grau de rotatividade da força de
trabalho.
Feitas estas
considerações preliminares, pretendemos ouvir os presentes e iniciar o debate
geral sobre os direitos sociais na conjuntura e específico sobre as MPs em
destaque.
23 de fevereiro de 2015
Ato das Centrais Sindicais no dia 2 de março
As Centrais Sindicais
farão, no dia 2, manifestações em frente às Superintendências Regionais do
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em defesa dos direitos e do emprego. Os
atos visam mobilizar os trabalhadores nos Estados e esclarecer a sociedade sobre
os efeitos desastrosos das Medidas Provisórias nºs 664 e 665 na vida dos
trabalhadores.
“É fundamental
explicarmos para a sociedade que o governo quer jogar nas costas do trabalhador
a conta dos ajustes que serão feitos na tentativa de resolver os problemas
econômicos que o País atravessa. Não aceitamos ser considerados responsáveis
por uma crise que não geramos”, declara Miguel Torres, presidente da Força
Sindical.
No último dia 10, as
Centrais se reuniram com os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da
Câmara, Eduardo Cunha, reivindicando a revogação das MPs, que alteram regras
para a concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários, como
auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-reclusão, pensão por morte
e seguro-desemprego.
No dia 18 de março o
movimento sindical fará uma mobilização em Brasília, no Congresso Nacional.
Juruna lembra que a 9ª Marcha da Classe Trabalhadora, que estava prevista para
o próximo dia 26, foi cancelada. Segundo o sindicalista, o protesto deve ser
remarcado para 9 de abril.
“Vamos continuar
acompanhando, atentos, a tramitação das medidas no Congresso, além de outros
projetos, como o PL nº 4.330, sobre terceirização, que acaba de ser
desarquivado, e manter a unidade de ação do movimento sindical”, destaca o
secretário-geral da Central.
CNTM
9 de fevereiro de 2015
Sindicalistas vão se reunir com presidentes da Câmara e do Senado para tentar barrar medidas provisórias que retiram direitos dos trabalhadores
Determinadas a garantir
os direitos dos trabalhadores, a Força Sindical e as demais Centrais estarão,
amanhã (dia 10), no Congresso Nacional, para sensibilizar os parlamentares a
rejeitar as Medidas Provisórias números 664 e 665, que alteram as regras do
seguro-desemprego, abono salarial, seguro-defeso, pensão por morte,
auxílio-doença e auxílio-reclusão.
“Defendemos a revogação
destas medidas porque elas retiram direitos dos trabalhadores conquistados a
duras penas e ao longo dos anos”, diz Miguel Torres, presidente da Força
Sindical.
Os sindicalistas terão
a seguinte programação:
- Às 10 horas:
reunião com parlamentares de diferentes partidos no Salão Verde da Câmara dos
Deputados;
- Às 16 horas: reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha;
- Às 17 horas: reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros.
Força Sindical
- Às 17 horas: reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros.
Força Sindical
4 de fevereiro de 2015
Centrais vão pressionar o Congresso
O Palácio do Planalto
decidiu mesmo comprar briga com as centrais sindicais e avisou aos
sindicalistas ontem que não tem intenção, agora, de modificar as Medidas
Provisórias que tornam mais rígido o acesso aos benefícios trabalhistas, entre
eles o seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença, além de benefícios
trabalhistas e previdenciários.
O aviso foi dado ontem
por ministros do governo Dilma aos representantes das principais centrais do
país. Segundo o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves,
Juruna, a estratégia passa a ser derrubar as MPs no Congresso. Por isso os
sindicalistas vão pressionar deputados e senadores a rejeitar as alterações.
“As MPs teriam de
passar pelo Congresso de qualquer jeito, então o mais coerente é debater junto
com os parlamentares”, afirmou Juruna.
O ministro Miguel
Rossetto (Secretaria Geral de Presidência) minimizou o impasse e disse que
serão organizadas como comissões nas quais os sindicalistas poderão debater as
MPs no Congresso. “Vamos criar espaços tripartites para que governo, centrais e
parlamentares compartilhem opiniões sobre essas medidas”.
Também estavam na
reunião os ministros Nelson Barbosa (Planejamento) e Manoel Dias (Trabalho)
Carlos Gabas (Previdência Social). “O tema não é esse (retroceder). O governo
está aberto a discutir essa agenda”, desconversou Rossetto sobre, ao menos,
mudar o texto das medidas. Havia uma sinalização do Palácio do Planalto para
minimizar, ao menos, o acesso ao seguro-desemprego, mas isso não aconteceu.
“Que tributem as
grandes fortunas, as remessas ao exterior. Temos outras alternativas para
que o governo faça economia que ele quer fazer. Porque nós não aceitamos que
isso seja feito no direito dos trabalhadores”, atacou Wagner Freitas,
presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores).
“Só há medidas
negativas ao trabalhador”, reforçou o presidente da Força Sindical, Miguel
Torres, sobre as novas regras.
Wagner Freitas
ressaltou de novo que a negociação será “retomada no Congresso”, ou seja, o
Palácio do Planalto vai ter de reunir sua base, em frangalhos após a eleição do
deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no domingo para presidência da Câmara, caso
queira insistir nas MPs.
O presidente da UGT
(União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, acrescentou que as centrais
estão unidas para “saírem vitoriosas desta negociação” no Congresso.
Diário
de S.Paulo
Centrais debatem com ministros medidas que tiram direitos
As centrais sindicais
voltaram a se reunir nesta terça-feira, 3 de fevereiro, com representantes do
governo, para discutir as Medidas Provisórias 664 e 665, que, lançadas no final
do ano passado, dificultam o acesso ao seguro-desemprego, abono salarial (PIS),
pensão por morte, auxílio-doença e seguro-defeso, entre outros.
O presidente da CNTM e
da Força Sindical, Miguel Torres, participou do encontro que contou com os
presidentes das demais centrais sindicais e os ministros Miguel Rossetto
(Secretaria-geral da Presidência), Carlos Gabas (Previdência Social), Nelson
Barbosa (Planejamento) e Manoel Dias (Trabalho e Emprego).
“Queremos que o governo
revogue as medidas provisórias e passe a negociar antes de impor normas”, diz
Miguel Torres.
A reunião aconteceu no
escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Val Gomes, assessor de imprensa CNTM
3 de fevereiro de 2015
Centrais e governo debatem as medidas provisórias hoje
A Força Sindical e as
demais Centrais vão se reunir hoje, às 17 horas, com os ministros Miguel
Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência), Carlos Gabas (Previdência Social),
Nelson Barbosa (Planejamento) e Manoel Dias (Trabalho e Emprego) para debater
as alterações no seguro-desemprego, abono salarial, pensão por morte e
auxílio-doença.
O presidente da Força e
CNTM, Miguel Torres, disse que a Central não aceita retirar ‘um milímetro
de direito’. “Não engolimos que não há perdas de direitos. Queremos que o governo
revogue as MPs para que conversemos. Dialogar sobre medidas já impostas é ‘bode
na sala’. É preciso negociar antes de impor normas”, desabafa.
Para João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força, “não basta diminuir o seguro-desemprego ou cortar o abono, pois essas medidas prejudicam aqueles com empregos de curta duração e jovens em empregos de muita rotatividade”, afirma.
Para João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força, “não basta diminuir o seguro-desemprego ou cortar o abono, pois essas medidas prejudicam aqueles com empregos de curta duração e jovens em empregos de muita rotatividade”, afirma.
Força Sindical
2 de fevereiro de 2015
Força Sindical recorre ao STF contra corte em benefícios trabalhistas
O pacote de mudanças
nos benefícios trabalhistas e previdenciários pretende economizar R$ 18 milhões,
para segundo do Governo Federal, reequilibrar as contas públicas. As mudanças
estão nas medidas provisórias 664 e 665 que preveem maior rigidez na concessão
de benefícios como o seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença.
As Centrais Sindicais
têm se articulado desde o anúncio das medidas para impedir que os trabalhadores
brasileiros sejam prejudicados por esse pacote de mudanças. A Central Força Sindical
ingressou, na última sexta-feira (30), como ações no Supremo Tribunal Federal para
discutir a constitucionalidade das medidas 664 e 665. As informações são do
jornal Folha de S.Paulo, desta
segunda-feira (2), que analisa ser esse um indício de que as Centrais não vão ceder
na reunião com ministros na próxima terça-feira (3) quando o tema será
discutido.
Em Santa Rita do Sapucaí, os diretores do SINDVAS, entregaram jornais informativos sobre as medidas provisórias 664 e 665 para os trabalhadores da empresa Metagal. Os diretores aproveitaram para esclarecer dúvidas e explicar quais os prejuízos das medidas no bolso do trabalhador.
Em defesa dos direitos e do emprego
Na 4ª feira (28),
dezenas de milhares de trabalhadores, das seis maiores Centrais brasileiras,
foram às ruas por todo o País para protestar contra a decisão do governo de
retirar direitos conquistados ao longo dos anos pela luta do movimento
sindical, e em defesa do emprego e da Pauta Trabalhista.
Ganhar as ruas para
externar nossa contrariedade, e lutar para que nossas conquistas sejam
respeitadas e ampliadas, foi a forma que encontramos de pressionar o governo,
sensibilizar o Congresso Nacional, alertar o povo e mostrar à sociedade
brasileira que o conjunto dos trabalhadores é contrário à redução ou retirada
de qualquer direito. Foi a resposta da classe trabalhadora e do movimento
sindical à arbitrariedade à qual querem nos submeter.
As MPs 664 e 665,
editadas pelo governo sem um diálogo prévio com as Centrais, e logo após a
presidenta ter garantido que não mexeria em direitos “nem que a vaca tussa!”,
sob a alegação de “corrigir distorções e fraudes”, atacam direitos referentes
ao seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença, seguro-defeso (no caso
dos pescadores), auxílio-reclusão e pensão por morte.
Ninguém quer que “as
distorções e fraudes sejam corrigidas” mais do que os trabalhadores. Mas que
essas correções tenham por regra a apuração correta dos fatos e punições
exemplares aos eventuais culpados, e não penalizando a classe trabalhadora. Não
podemos, de forma alguma, arcar com o ônus de uma crise que não fomos nós que
provocamos, que não foram os trabalhadores que a alimentaram.
Em São Paulo, Capital,
o ato reuniu cerca de 10 mil trabalhadores na av. Paulista. Manifestações
também aconteceram nos Estados do Rio de Janeiro, Minas, Pernambuco, Rio Grande
do Sul, Bahia, Paraná, Pará, Goiás e no Distrito Federal.
Amanhã (3), as Centrais
estarão reunidas com representantes do governo para reafirmar nossa posição.
Uma nova Marcha a Brasília será realizada no final de fevereiro. Não vamos
arredar pé nem um milímetro sequer dos nossos objetivos.
Nossa unidade na luta é o que nos fortalece!
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical
Com informações Força Sindical
28 de janeiro de 2015
SINDVAS mobiliza trabalhadores no Dia Nacional de Lutas
O SINDVAS mobilizou os
trabalhadores de Santa Rita do Sapucaí, Cachoeira de Minas e Conceição dos
Ouros para a defesa dos direitos e emprego nesta quarta-feira (28). Os diretores
do Sindicato foram às empresas e saíram às ruas para conscientizar os
trabalhadores de Santa Rita do Sapucaí sobre seus direitos e os reflexos negativos
das últimas medidas econômicas anunciadas pelo Governo Federal que impactam o
bolso do trabalhador.
21 de janeiro de 2015
CNTM protesta em Brasília contra medidas provisórias do governo
Ativistas da CNTM e da
Força Sindical protestaram em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, na
terça-feira, 20 de janeiro, pedindo a revogação das medidas provisórias 664 e
665 que restringem o seguro-desemprego, abono do PIS, pensão por morte, auxílio-doença
e seguro-defeso.
“São medidas que tiram
direitos dos trabalhadores. Isto é inadmissível”, diz Carlos Lacerda,
secretário de relações parlamentares da CNTM e de relações institucionais da
Força Sindical.
Fonte CNTM
16 de janeiro de 2015
Dia Nacional de Luta pelos Direitos e pelo Emprego
A Força Sindical e as
demais centrais sindicais realizarão em 28 de janeiro, quarta-feira, um Dia
Nacional de Luta pelos Direitos e pelo Emprego.
A manifestação será
em protesto às medidas provisórias do governo federal que mudam as regras
do pagamento do seguro-desemprego, pensões, auxílio-doença, seguro-defeso (para
pescadores artesanais) e abono do PIS, limitam o acesso dos trabalhadores e
trabalhadoras aos benefícios e também reduzem os seus valores.
Os diretores e
assessores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes estão
indo às fábricas para conversar com os trabalhadores sobre as mudanças nos
direitos trabalhistas e previdenciários, que foram anunciadas pelo governo no
dia 29 de dezembro, sem nenhum diálogo com o movimento sindical. E também para
mobilizar a categoria para o Dia Nacional de Luta.
“O governo tinha se
comprometido a ter mais diálogo com as centrais sindicais e não foi isso que
aconteceu”, afirma Miguel Torres, presidente do Sindicato, da CNTM e da
Força Sindical.
Antes das eleições, a
presidente Dilma disse publicamente que, se fosse reeleita, não iria permitir a
redução de direitos. “Tem coisas que eu não concordo, como mexer nos direitos
do trabalhador, e não abro mão nem que a vaca tussa”, afirmou Dilma. Pois bem,
a presidente não cumpriu com sua palavra e a vaca tossiu e está tirando
dinheiro do bolso dos trabalhadores brasileiros, sobretudo daqueles de mais
baixa renda.
Assessoria de Imprensa
do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes
29 de outubro de 2014
Mobilização permanente na Metagal
A mobilização dos
trabalhadores não pode parar. O número de sócios na empresa Metagal aumentou e
pode aumentar ainda mais. Quanto mais os trabalhadores forem unidos mais
avanços irão acontecer. Novembro é o último mês para negociar o valor final da
PLR e cabe aos trabalhadores se unirem ao Sindicato para a valorização que
todos querem.
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