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16 de maio de 2016

Setor eletroeletrônico de Santa Rita do Sapucaí tem fundo de investimento lançado pelo Governo de Minas Gerais



O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, esteve em Santa Rita do Sapucaí para lançar o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (Fidc) na manhã desta segunda-feira (16). A cerimônia aconteceu no Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) com a presença de vários empresários da cidade.

O Fundo de Investimento recebe aporte de R$ 50 milhões por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) que repassa aos empresários do polo tecnológico de Santa Rita do Sapucaí e também das cidades de Itajubá, Pouso Alegre e Varginha, a juro de 1,7%.

O percentual segundo do presidente da Codemig, Marco Antônio Castello Branco, é inferior aos praticados por “bancos comerciais”. O Sindicato das Indústrias do Vale da Eletrônica (Sindvel) participou das conversas com a Codemig para a criação do Fundo que tem como gestor o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob).

O governador, Fernando Pimentel, durante seu discurso ressaltou que o Fundo de Investimento irá movimentar a economia local e que os juros que o setor pode deixar de pagar com as taxas menores do Fundo equivalem a R$16 milhões ao ano.

5 de fevereiro de 2015

Produção industrial do setor eletroeletrônico recua além do esperado em 2014

Dados do IBGE, agregados pela Abinee, apontam que a produção física do setor eletroeletrônico encerrou 2014 com queda de 4,9% em relação a 2013. Só no mês de dezembro a retração atingiu 13,3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O resultado negativo para o ano superou as expectativas iniciais da Abinee, que já previa queda, porém de 2%.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, apontou o ambiente econômico de insegurança, com os consumidores receosos, a alta da taxa de juros e a crise do setor elétrico como os principais responsáveis pelo fraco desempenho. “Não imaginávamos que poderíamos ter um resultado tão negativo”, afirmou ao jornal. Ele acrescentou que, no início de 2014, a entidade previa crescimento. “Só em agosto revisamos as projeções, mas, mesmo assim, para um empate com 2013″.

Analisando separadamente os segmentos representados pela Abinee,verifica-se que a produção de bens da área eletrônica encerrou 2014 com retração de 2,4%, registrando, apenas no mês dezembro, uma queda de 22,3% em relação ao mesmo período de 2013.

Por sua vez, o segmento elétrico recuou 7,2%. Segundo Barbato, a redução média das tarifas das contas de luz, adotada em 2013, prejudicou a situação financeira das concessionárias, que cortaram seus investimentos. “Esperamos que, com os novos valores da energia, as distribuidoras e geradoras voltem a fazer aportes, o que aumentaria a demanda por produtos elétricos”.

Para este ano, Barbato disse à FSP que espera que as empresas mantenham o nível de produção de 2014. “Não é das melhores expectativas, mas o ritmo da economia está baixo e ainda enfrenta a alta da carga tributária”, completou.



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