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11 de maio de 2016

15 capitais apresentaram redução no custo da Cesta Básica


A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta quarta-feira (11), aponta que em 15 capitais brasileiras houve redução no valor do conjunto de alimentos básicos. Em outras 12 capitais foram registrados aumentos nos preços

A maior queda foi verificada em Brasília (-3,84%), Palmas (-2,97%) e Belo Horizonte (-2,35%).  As capitais João Pessoa (3,96%), Recife (3,27%), Natal (2,61%) tiveram as maiores altas.  A capital com a cesta básica mais cara é São Paulo onde os conjuntos de produtos tem custo de R$ 442,42.

O Dieese calculou ainda o valor do salário mínimo necessário para suprir as necessidades de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.  O valor da cesta básica mais cara foi usada como base para a apuração. Em abril de 2016, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.716,77, ou 4,22 vezes mais do que o mínimo de R$ 880,00.

20 de março de 2015

Balanço das negociações dos reajustes salariais de 2014

O DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, por intermédio do Sistema de Acompanhamento de Salários (SAS-DIEESE), analisou os resultados das negociações coletivas de 716 unidades de negociação da Indústria, do Comércio e dos Serviços, em todo o território nacional, em 2014.

Segundo os dados analisados, em comparação com a variação do INPC-IBGE1, a grande maioria dos reajustes conquistados ao longo de 2014 contabilizou ganhos reais.


Do total dos reajustes examinados, 92% apresentaram aumento real, enquanto 6% igualaram-se ao índice inflacionário e 2% não alcançaram a recomposição salarial. O aumento real médio equivaleu a 1,39%. Em comparação com as negociações de 2013, é possível observar aumento da média dos reajustes, que passou de 1,22%, naquele ano, para 1,39%, em 2014. Em toda a série analisada 2, este percentual ficou abaixo somente do registrado em 2010 e 2012.

9 de fevereiro de 2015

Cesta básica aumenta em quase todas as capitais



O conjunto dos gêneros alimentícios registrou alta em 17 das 18 capitais onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos realiza a Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos. As maiores elevações foram apuradas em Salvador (11,71%), Aracaju (7,79%), Goiânia (7,48%) e Brasília (7,26%). Manaus foi a única cidade onde foi observada retração (-0,89%).

Com base no total apurado para a cesta mais cara, a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em janeiro de 2015, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.118,62, 3,96 vezes maior do que o mínimo de R$ 788,00, que entrou em vigor em 1º de janeiro, conforme definição do Governo Federal. 


9 de outubro de 2014

Preço da carne sobe em todas as capitais

Em setembro, os preços do conjunto de bens alimentícios essenciais diminuíram em 11  das 18 cidades onde o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos  Socioeconômicos - realiza mensalmente a Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos. As maiores quedas foram registradas em Recife (-1,99%), São Paulo (-1,39%), Natal (-1,18%), Campo Grande (-1,13%) e Salvador (-1,02%). As altas foram apuradas em Goiânia (1,36%), Aracaju (1,15%), Brasília (1,10%), Porto Alegre (0,62%), Manaus (0,26%) e Florianópolis (0,04%). Em Belo Horizonte, o valor da cesta quase não variou (0,01%).

Florianópolis foi a cidade onde se apurou o maior valor para a cesta básica (R$ 340,76). A segunda maior cesta foi observada em São Paulo (R$ 333,12), seguida por Vitória (R$ 328,33).

Os menores valores médios da cesta foram verificados em Aracaju (R$ 233,18), Salvador (R$ 263,63) e Natal (R$ 267,39).

Com base no custo apurado para a cesta mais cara, a de Florianópolis, e levando em  consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em setembro deste ano, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 2.862,73, ou seja, 3,95 vezes o mínimo em vigor, de R$ 724,00. Em agosto, o mínimo necessário era de R$ 2.861,55, as mesmas 3,95 vezes o piso vigente. Em setembro de 2013, era menor e correspondia a R$ 2.621,70, ou 3,87 vezes o mínimo da época (R$ 678,00).

Em setembro, carne, leite, arroz e pão francês foram os produtos que tiveram maior frequência de aumento nas capitais pesquisadas. Já o óleo de soja, tomate, feijão e a batata (pesquisada nas Regiões Centro-Sul) mostraram redução na maior parte das localidades.



A carne bovina, em pleno período de entressafra, apresentou aumento de preço em todas as regiões pesquisadas. As maiores elevações foram registradas em Goiânia (6,58%), Belo Horizonte (5,95%) e Florianópolis (5,29%). As menores elevações aconteceram em Salvador (0,35%) e Manaus (0,65%). Em 12 meses, todas as cidades também acumularam altas que variaram entre 33,48% (Florianópolis) e 2,79% (Manaus).



21 de agosto de 2014

Maioria das categorias conquistou aumento real no 1º semestre de 2014

No primeiro semestre de 2014, cerca de 93% das 340 unidades de negociação analisadas pelo SAS-DIEESE conquistaram reajustes salariais acima do INPC-IBGE. A maioria dos reajustes resultou em ganhos reais de até 3%, com maior incidência na faixa de ganho entre 1% e 2% acima do índice.


Reajustes em valor igual ao INPC-IBGE foram observados em aproximadamente 4% das unidades de negociação, e reajustes abaixo, em quase 3%. Na comparação com os reajustes conquistados pelas mesmas 340 unidades de negociação desde 2008, observa-se que apenas em 2012 a ocorrência de aumentos reais foi superior ao verificado em 2014. Em relação ao valor médio do aumento real, os reajustes do primeiro semestre deste ano ficaram atrás de 2012 e muito próximos ao observado em 2010.