IR PARA

Mostrando postagens com marcador Pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pesquisa. Mostrar todas as postagens

14 de dezembro de 2015

No Brasil, 25% têm trabalho precário

Ao redor do mundo, 1,5 bilhão de pessoas têm trabalhos considerados vulneráveis. São imigrantes ilegais, trabalhadores do sexo, empregados em atividades perigosas (como os carvoeiros), domésticos, trabalhadores em condições precárias, sem proteção social e representação sindical. No Brasil, 25,1% dos trabalhadores estão nessas condições. Há ainda outro grupo de vulneráveis: trabalhadores que vivem com menos de US$ 2 por dia. No mundo, são 830 milhões e no Brasil, 3,4% dos trabalhadores. O relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) deste ano teve como tema “Trabalho como motor do Desenvolvimento Humano”.

— É obvio que o emprego tem importância no desenvolvimento, mas não devemos olhar só para (a geração de) emprego, mas para a dignidade das pessoas — afirmou o representante do Pnud no Brasil, Carlos Benitez.

Na avaliação da organização, o Brasil está melhor que vários países porque tem uma agenda de trabalho decente. Além disso, deu um grande passo com a Lei das Domésticas, o que deve gerar ganhos de qualidade de vida nos próximos anos.

— Pela primeira vez, estão pagando o FGTS dos trabalhadores domésticos no Brasil. Era uma coisa inacreditável. Havia uma categoria de trabalhador diferente que não tinha direito a FGTS — ressalta a coordenadora do relatório no Brasil, Andréa Bolzon.

No Brasil, mais de 90% dos empregados domésticos são mulheres. Situação desigual que não é exclusividade brasileira. No mundo, mais da metade das mulheres têm trabalhos que não são considerados dignos.

204 MILHÕES SEM EMPREGO
No mundo, há 204 milhões de desempregados, um número praticamente igual ao da população brasileira. No país, a recessão tem provocado aumento do desemprego
.
— Há uma resiliência da sociedade brasileira (por causa dos benefícios sociais) para enfrentar a crise — diz Andréa.

A desigualdade no trabalho atinge diretamente as mulheres. Três em cada quatro horas de trabalho não remunerado no mundo são feitas por mulheres. Em Teresina, a sorveteira Gorete Lima inicia sua jornada às 7h cuidando da casa e preparando sorvetes que vende a partir das 17h em festas, onde fica até as 3h.

— São dez horas de serviço, a maior parte em pé para limpar a máquina e vender os sorvetes. É uma vida dura, mas foi assim que eu criei meus filhos.


O Globo

1 de dezembro de 2014

Expectativa de vida do brasileiro aumenta

A esperança de vida ao nascer no Brasil aumentou 3 meses e 29 dias em 2013 na comparação com 2012, chegando a 74,9 anos. Os dados fazem parte da pesquisa sobre a expectativa de vida divulgada pelo Instituto Brasileiro do Geografia e Estatística (IBGE) nesta segunda-feira.

 O aumento para a população masculina foi maior do que a feminina. Para eles, a esperança de vida ao nascer cresceu 3 meses e 29 dias (71,3 anos) enquanto que para elas o incremento foi de 3 meses e 14 dias (78,6 anos).


Essas informações são importantes porque são utilizadas pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias. 

30 de julho de 2014

Taxa de desemprego tem relativa estabilidade no mês de junho

As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego, divulgadas nesta quarta-feira (30) pelo Departamento Internsindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) mostram que, em junho, o total de desempregados no conjunto das seis regiões onde a pesquisa é realizada foi estimado em 2.253 mil pessoas, 14 mil a menos do que no mês anterior.


A taxa de desemprego total manteve-se relativamente estável, ao passar de 10,9%, em maio, para os atuais 10,8%. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto variou de 8,8% para 8,7% e a de desemprego oculto manteve-se estável em 2,1%. A taxa de participação praticamente não variou ao passar de 59,6% para 59,5%, no período em análise.


2 de abril de 2014

DIEESE divulga balanço das negociações dos reajustes salariais

O DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgou, nesta quarta-feira (2), o balanço das negociações dos reajustes salariais de 2013. O levantamento foi realizado por meio do Sistema de Acompanhamento de Salários (SAS-DIEESE) com a análise das negociações coletivas de 671 unidades de negociação da Indústria, Comércio e Serviços .

Na análise, constatou que cerca de 87% das unidades de negociação pesquisadas conquistaram reajustes com aumento real dos salários, 7% conquistaram reajustes em valor igual à inflação e 6% tiveram reajustes insuficientes para recompor o valor dos salários desde a última data-base – segundo comparação com o INPC-IBGE. O aumento real médio em 2013 foi de 1,25%.


Os dados de 2013 revelam um recuo frente ao quadro analisado em 2012 – o melhor ano para a negociação dos reajustes salariais, de acordo com a pesquisa do SAS-DIEESE –, e dados mais próximos aos observados em 2011. Esse resultado já se prenunciava no balanço do primeiro semestre de 2013. Porém, também como era esperado, as negociações coletivas do segundo semestre apresentaram um desempenho melhor que as do primeiro e elevaram o patamar médio das conquistas no ano: 94% das unidades de negociação com data-base no segundo semestre conquistaram aumentos reais, e o aumento real médio foi de 1,52%.

Você pode ler a íntegra da pesquisa clicando aqui.

4 de julho de 2013

Governo de Minas Gerais apresenta estudo sobre as relações de gênero no mercado de trabalho

A taxa de atividade feminina em Minas Gerais ainda está abaixo da masculina de acordo com o estudo divulgado pelo governo estadual nesta quinta-feira (4). Os dados analisados são de 2011, por meio da Pesquisa por Amostra de Domicílios de Minas Gerais (PAD-MG), realizada com parceria do Centro de Estatística e Informações da Fundação João Pinheiro e do Escritório de Prioridades Estratégicas.
As informações apresentam que enquanto 64,6% dos homens acima de 10 anos estavam inseridos no mercado de trabalho, as mulheres eram de 39,9%. A região metropolitana de Belo Horizonte é onde a mulher tem maior participação chegando a 44,5 %, já o menor índice é encontrado na Vale do Jequitinhonha/Mucuri com participação de 29,7%.

A PAD-MG trouxe ainda dados que comprovam que o mercado não é o mesmo para homens e mulheres, evidenciado principalmente quando observada a questão de escolaridade.  No ano de 2011, o grau de escolaridade dos homens era de 6,7 anos de estudo, o das mulheres chegava a 7,1 anos. Mesmo assim, eles eram maioria em quase todas as categorias e recebiam em média 27% a mais.

Os homens eram 72,1% dos empregadores do estado, os que trabalham por conta própria eram 70,4%. Apenas do grupo de emprego doméstico as mulheres. As mulheres estão mais presentes no emprego doméstico 96,8% e no serviço público ou estatutário 62,3%.


Fonte Agência Minas