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28 de junho de 2016

Emprego com carteira assinada é maior do que demissão em Santa Rita do Sapucaí


O saldo da geração de empregos ficou positivo em Santa Rita do Sapucaí no mês de maio quando 586 carteiras receberam registro formal. O dado é parte do levantamento realizado mensalmente pelo Ministério do Trabalho por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No mesmo período, 319 vagas de trabalho foram encerradas, o que resulta em variação positiva de 267 postos.

Por setores, o destaque do mês foi o de agropecuária que realizou 222 admissões e 27 desligamentos. A indústria de transformação aparece na sequência com a contratação de 250 trabalhadores e o encerramento de 171 vagas de trabalho.

O comércio local preencheu 51 postos com carteira assinada e demitiu 45 pessoas no período. A construção civil praticamente se manteve estável com 8 admissões e 7 desligamentos. A área de serviços registrou 69 encerramentos de contrato e 54 assinaturas de carteira, foi o único setor com balanço negativo em Santa Rita.

Cachoeira de Minas
O Caged aponta que 60 carteiras de trabalho foram assinadas em Cachoeira de Minas no mês de maio enquanto que 45 vagas de trabalho foram fechadas no mesmo mês. A indústria de transformação abriu e preencheu 24 postos de trabalho e encerrou outros 31.

Conceição dos Ouros
No município de Conceição dos Ouros, o Caged registrou a contratação de 29 trabalhadores do mês de maio com o desligamento de 66 pessoas. A maioria ocorreu na indústria de transformação que anotou 46 demissões e 14 admissões.

Número de empregos formais cresce em Minas


O balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho, aponta para saldo positivo na geração de emprego no mês de maio em Minas Gerais. O saldo positivo de 9.304 nos postos de trabalho com carteira assinada representa incremento de 0,23% sobre abril deste ano.


Em maio, foram geradas 21.361 vagas formais ao mesmo tempo em que 12.054 postos foram extintos em todo o estado. O número positivo é explicado pela contratação na área de agricultura responsável por 20.308 vagas de trabalho. 

14 de junho de 2016

Setor de autopeças prevê 7.500 cortes de vagas neste ano

O setor de autopeças prevê fechar o ano de 2016 com 7.500 postos de trabalho a menos no país, de acordo com relatório do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores).

Com isso, as empresas chegarão ao fim deste ano com 164 mil funcionários, 4,4% a menos do que em 2015, quando havia 171,5 mil profissionais contratados.

O relatório é otimista sobre o resultado de 2017, quando são previstas ao menos 400 contratações.

Os dados são bem tímidos para um setor que, em 2014, empregava quase 200 mil profissionais.



Agora SP

6 de junho de 2016

Produção de montadoras de veículos tem pior maio em 12 anos

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou levantamento, nesta segunda-feira (6), que aponta para o pior mês de maio dos últimos 12 anos na produção das montadoras. A queda é de 18% em relação ao mês de maio de 2015.

Em maio de 2015, saíram das montadoras 175,3 mil unidades entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus. Desde o início do ano, foram 73,1 mil veículos, queda de 24,3 %na comparação com 2015.

Trabalho

As montadoras fecharam 1,36 mil postos de trabalho no mês de maio. 

3 de junho de 2016

Crise fecha 500 confecções de moda

Levantamento do Sindivestuário, que representa três sindicatos das indústrias de vestuário do país, mostra que foram fechadas 500 companhias de confecção no Brasil em 2015. O número caiu de 28 mil para 27,5 mil no ano passado, segundo dados coletados em Junta Comercial e no IBGE.

O número de pessoas empregadas no setor diminuiu de 1,8 milhão para 1,73 milhão entre 2014 e 2015, como fechamento de 70 mil vagas.

Apesar do encarecimento das importações de roupas em dólar, o que acabou favorecendo a fabricação no país, as dificuldades financeiras das companhias - com elevação das taxas de juros e a redução na oferta de crédito - e a queda acelerada na demanda dos consumidores complicou a situação das empresas, segundo análise do comando do sindicato.

"O navio continua andando para trás. Apesar da sinalização mais positiva de que mudanças estruturais podem acontecer no país, até que algumas ações do atual governo surtam efeito, ainda levará um tempo", diz Ronald Masijah, presidente do sindicato.

O Sindivestuário representa um conjunto de indústrias associadas, que faturam cerca de R$ 14 bilhões por ano, com a produção de 2,6 bilhões de peças anuais, somando cerca de 30% da produção nacional.



Valor

20 de maio de 2016

Desemprego sobre em todas as regiões do país



A taxa de desocupação (10,9% no Brasil) subiu em todas as grandes regiões no 1º trimestre de 2016 em relação ao mesmo período de 2015: Nordeste (de 9,6% para 12,8%), Sudeste (de 8,0% para 11,4%), Norte (de 8,7% para 10,5%), Centro-Oeste (de 7,3% para 9,7%) e Sul (de 5,1% para 7,3%).

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores ficou acima da média do Brasil (R$1.966) nas regiões Sudeste (R$ 2.299), Centro-Oeste (R$ 2.200) e Sul (R$ 2.098), enquanto Norte (R$ 1.481) e Nordeste (R$ 1.323) ficaram abaixo da média.

O Distrito Federal apresentou o maior rendimento (R$ 3.598), seguido por São Paulo (R$ 2.588) e Rio de Janeiro (R$ 2.263). Os menores rendimentos foram registrados no Maranhão (R$ 1.032), Piauí (R$ 1.263) e Ceará (R$ 1.285).

Região Nordeste apresenta maior taxa de desocupação

A taxa de desocupação mostrou diferenças regionais de patamares ao longo de todos os trimestres analisados. No 1º trimestre de 2016, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa, 12,8%, e a região Sul, a menor, 7,3%. Na comparação anual, foi observada elevação de 3,4 pontos percentuais (p.p) na taxa de desocupação do Sudeste, a maior elevação entre as regiões.

30 de março de 2016

Sindicato oferece ajuda para recolocação no mercado de trabalho

O Sindicato conta com um serviço de apoio a pessoa que pretende uma recolocação no mercado de trabalho. Várias são as empresas que comunicam ao Sindicato quando há vagas em aberto em busca de trabalhadores para o preenchimento. 

A diretora Teca faz o direcionamento do candidato para as vagas, mas com a ressalva que todo o processo seletivo é de responsabilidade da empresa.

22 de março de 2016

Somente indústria contrata mais do que demite em Santa Rita do Sapucaí



O Ministério do Trabalho divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para o mês de fevereiro nesta terça-feira (22).  As informações de Santa Rita do Sapucaí indicam que apenas a indústria registrou resultado positivo no período analisado. O setor fechou 156 postos, mas abriu outros 315 com carteira assinada, resultado positivo de 159 vagas no período.

Todos demais setores analisados do município apresentaram maior número de demissões do que de contratações.  No setor de extrativismo houve o fechamento de uma vaga de trabalho, na construção civil 19 postos deixaram de existir, na área de serviços foram verificadas -7 vagas enquanto que no comércio 37 pessoas perderam o emprego formal. A área de agropecuária também teve resultado negativo com o fechamento de -10 vagas.

No resultado geral, Santa Rita do Sapucaí registrou a geração de 450 vagas com carteira assinada ao mesmo tempo em que 365 postos foram encerrados.


16 de março de 2016

Indústria perde 1,1 milhão de empregados

A recessão tem atingido especialmente a indústria, setor que mais perdeu participação entre os ocupados no mercado de trabalho no quarto trimestre de 2015, na comparação com igual período do ano anterior. Entre outubro e dezembro de 2014, a indústria geral era responsável por 14,5% da população ocupada. Um ano depois, essa fatia caiu 1,1 ponto percentual, para 13,4%.

Nesse período, o setor perdeu 7,9% dos empregados, ou seja 1,065 milhão de vagas foram fechadas. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a indústria fechou o trimestre com 12, 36 milhões de empregados.

O desempenho da indústria no último trimestre do ano passado foi, para o coordenador de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, um dos principais responsáveis pelo aumento expressivo do desemprego no Sudeste, região que concentra parcela importante das empresas do setor.

O setor de informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias e administrativas dispensou 913 mil funcionários entre o último trimestre de 2014 e o mesmo período do ano passado. Sua participação na população ocupada caiu 0,9 ponto percentual, de 11,3% para 10,4%.

Na contramão, o comércio, que já contava, no quarto trimestre de 2014, com o maior contingente de pessoal ocupado entre os dez grupos acompanhados pela pesquisa, elevou essa participação. No quarto trimestre de 2015, o comércio tinha 17,7 milhões de empregados, 19,2% dos trabalhadores do país. Em 2014, respondia por 18,9% dos empregos.

Também elevaram participação a administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com 15,7 milhões (de 16,6% para 17%), serviços domésticos (de 6,4% para 6,9%), transporte, armazenagem e correio (de 4,6% para 4,9%), alojamento e alimentação (de 4,6% para 5%) e construção (de 8,4% para 8,6%).


Valor

1 de março de 2016

Cidades da base do SINDVAS têm resultados positivos de geração de empregos

Os municípios de Conceição dos Ouros e Cachoeira de Minas, pertencentes à base territorial SINDVAS, apresentam saldo positivo de geração de emprego no mês de janeiro de 2016.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged) apontam variação positiva de 91 vagas de trabalho na cidade de Conceição dos Ouros. No período, as vagas abertas com carteira assinada (139) superaram as fechadas (91). A indústria de transformação puxou os números para cima com 129 contratações e 33 demissões.


A cidade de Cachoeira de Minas também apresentou resultado positivo na geração de empregos em janeiro. As admissões resultaram em 40 vagas com carteira assinada enquanto no período foram 28 demissões.  A indústria local admitiu 24 trabalhadores e encerrou o contrato de outros 21. 

29 de fevereiro de 2016

Contratações na indústria sobem em Santa Rita do Sapucaí

A indústria de transformação contratou mais trabalhadores do que demitiu no mês de janeiro de 2016, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados no Ministério do Trabalho (Caged), em Santa Rita do Sapucaí.

O levantamento aponta que 161 contratações foram registradas no primeiro mês do ano enquanto 135 pessoas perderam o emprego no mesmo período. O setor registra variação positiva de 26 vagas com carteira assinada. Em dezembro de 2015, o saldo ficou em -278 vagas na indústria.

Em contrapartida, o emprego na área da agricultura, serviços e comércio diminuiu em janeiro. A maior variação ocorreu no setor comerciário com -41 vagas de trabalho geradas. Foram 38 contratações contra 79 demissões.

O setor de serviços fechou 54 vagas de trabalho e abriu 42, saldo de -12. A agricultura contratou 21 pessoas e desligou outras 25 no período de janeiro de 2016.


O resultado agregado de todos os setores aponta queda no número de carteiras assinadas no período analisado com 269 contratações e 299 demissões em janeiro.

22 de janeiro de 2016

Santa Rita do Sapucaí fecha 2015 com mais demissões do que contratações

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério (Caged) apontam que em 2015 foram fechadas 488 vagas de trabalho em Santa Rita do Sapucaí. No período de janeiro a dezembro foram registradas 4.919 admissões conta 5.403 desligamentos. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O dado anual de Santa Rita é o pior desde 2008 quando 602 vagas de trabalho com carteira assinada haviam sido encerradas.

Dezembro

O mês de dezembro registrou o fechamento de 525 vagas de trabalho enquanto outras 149 foram abertas. O resultado do mês ficou negativo em 376 vagas com destaque para a indústria de transformação que foi responsável por 278 postos de trabalho fechados. 

22 de dezembro de 2015

Desemprego entre os chefes de família acelera e tem alta de 57% em um ano

Em novembro, havia 548 mil desempregados com esse perfil nas seis principais regiões metropolitanas do País, mas o número dos chefes de família que perderam emprego começou a crescer em janeiro, quando foram registradas 357 mil demissões.

Alex Galdino, de 37 anos, era o principal responsável pelas despesas em sua casa até abril deste ano, quando foi demitido de uma empresa de tecnologia da informação. Sem emprego, não teve outra saída senão fazer bicos enquanto procura outra vaga. No lugar dele, a mulher, Maíra, que é psicóloga e massoterapeuta, assumiu parte das contas da família. Outras foram simplesmente cortadas do orçamento.

O caso de Alex é apenas um entre milhares de chefes de família que estão perdendo seus empregos em função da crise. No mês de novembro, havia 548 mil chefes desempregados nas seis principais regiões metropolitanas do País, 56,9% mais do que em igual mês do ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como são os principais provedores do lar, a demissão é um golpe no poder de compra dessas famílias. Galdino acabou com a TV por assinatura, já gastou todas as suas economias e conta com a ajuda da mãe e da sogra. Cogitou vender o carro, mas adiou esse plano diante da necessidade de manter o veículo para levar a filha e a enteada ao médico, à escola e para fazer as compras de supermercado. Mesmo assim, o número de viagens diminuiu bastante por causa da crise.

“Não consigo emprego nem na área que tenho experiência (TI), nem na área em que sou formado (logística). Nesse tempo todo, só fiz uma entrevista para call center, mas não me chamaram porque acham que sou muito qualificado”, conta o morador da zona sul de São Paulo. “Por enquanto, tenho feito manutenção de computadores e atuo como supervisor freelancer. É menor (a renda), mas é melhor pingar do que secar.”

O número de chefes de família que estão desempregados começou a crescer já em janeiro deste ano. Naquele mês, eram 357 mil nas seis principais regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador). Com o aumento, a taxa de desemprego entre os chefes atingiu 4,7% em novembro deste ano.

Abaixo da média
O resultado está abaixo da média (7,5%), mas esconde uma das principais consequências desse movimento: outros membros da família que antes não trabalhavam passam a procurar emprego, sem que haja vagas disponíveis para acomodá-los. Por isso, a taxa de desemprego sobe. Além disso, o poder de compra diminui, com repercussão sobre setores como comércio e serviços, gerando um círculo vicioso.

“Isso vai fazer com que outras pessoas tentem recompor essa renda perdida”, avalia o economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria Integrada. Segundo o IBGE, há 1,286 milhão de “outros membros” da família buscando emprego, 52,3% mais que em novembro de 2014.

No site de busca Vagas.com, a procura tem sido crescente. O cadastro de novos currículos atingiu 173 por hora na média do acumulado do ano até setembro, 11,6% mais do que em igual período de 2014. Até novembro, a alta acelerou para 17%. As oportunidades, no entanto, encolheram 4% até o mês passado.



Estadão

18 de dezembro de 2015

Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros apresentam números distintos sobre geração de empregos

As cidades de Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros, que pertence à base territorial do SINDVAS, apresentaram números opostos sobre a geração de empregos no mês de novembro. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgados nesta sexta-feira (18), apontam que a variação no número de contratações foi positiva em Cachoeira de Minas.

O total de admissões com carteira assinada foi de 50 pessoas enquanto houve 17 demissões, a variação resultou em 33 postos de trabalho abertos. 


A cidade de Conceição dos Ouros apresentou o total de 42 contratações com carteira assinada e 65 demissões em novembro. O resultado ficou em -23 postos de trabalho na cidade. 

Números do emprego apontam fechamento de vagas em Santa Rita do Sapucaí no mês de dezembro

O número de pessoas que perdeu o emprego no mês de novembro, em Santa Rita do Sapucaí, é superior ao número que conseguiu a carteira assinada. Os Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgados nesta sexta-feira (18), apontam que houve -46 pontos de trabalho abertos em Santa Rita.

No setor da indústria da transformação foram 151 admissões contra 161 demissões no período, o que resulta em -10 postos de trabalho. A construção civil também demitiu mais do que contratou em novembro, variação negativa ficou em -7 postos de trabalho.

O setor da agropecuária foi o que mais fechou postos de emprego com carteira assinada. No total, 78 pessoas foram demitidas e 25 pessoas foram contratadas em novembro.


Os setores de comércio e serviços seguiram direção oposta e aumentam as contratações, o que pode ser explicado pelo tradicional aumento de vendas no final do ano. No setor de comércio foram 50 admissões contra 29 demissões e o setor de serviços contratou 46 pessoas e demitiu outras 43. 

17 de dezembro de 2015

Desemprego vai a 7,5% em novembro, o maior para o mês desde 2008, diz IBGE


O desemprego em novembro foi de 7,5%, o maior para o mês desde 2008 (7,6%). Apesar de estar abaixo do número registrado em outubro (7,9%), o resultado é considerado estável pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a novembro do ano passado, quando era de 4,8%, o desemprego subiu 2,7 pontos percentuais.

Com o país vivendo uma crise econômica e o corte de vagas de trabalho aumentando, a taxa registrada em novembro surpreendeu. A mediana das previsões de analistas consultados pela agência Reuters era de que subiria a 8% no mês.

"É natural que em novembro e dezembro a taxa caia devido aos empregos do final do ano, mas não muda nossa cabeça em relação ao ajuste que está acontecendo no mercado de trabalho", disse o economista sênior do banco de investimentos Haitong, Flávio Serrano, para quem o desemprego no país continuará subindo em 2016.

O número de desempregados nas regiões pesquisadas foi estimado em 1,8 milhão de pessoas e não teve variação na comparação com outubro. Em relação ao mesmo período de 2014, o número de desempregados subiu 53,8%, com 642 mil pessoas a mais procurando trabalho.

O total de pessoas com trabalho também ficou estável no mês, em 22,5 milhões, mas caiu 3,7% em um ano, com 858 mil pessoas a mais sem emprego.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira (17) pelo IBGE e fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que é baseada nos dados das regiões metropolitanas de Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

O instituto considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Desemprego subiu nas seis regiões em um ano

As seis regiões pesquisadas tiveram desemprego estável no mês em relação a outubro. Na comparação com novembro de 2014, porém, todas registraram aumento:

    Recife: de 6,8% para 10,8%
    Salvador: de 9,6% para 12,3%
    Belo Horizonte: de 3,7% para 6,1%
    Rio de Janeiro: de 3,6% para 5,9%
    São Paulo: de 4,7% para 7,4%
    Porto Alegre: de 4,2% para 6,7%

Rendimento médio cai a R$ 2.177,20

O rendimento médio real (ajustado pela inflação) dos trabalhadores foi estimado em R$ 2.177,20, 1,3% menor do que o de outubro (R$ 2.205,43) e 8,8% inferior ao de novembro do ano passado (R$ 2.388,29).

Frente a novembro de 2014, o rendimento caiu em todas as regiões, sendo a maior queda registrada no Rio de Janeiro (-10%) e a menor em Porto Alegre (-6,3%). Em comparação com outubro, ficou estável em Salvador, São Paulo e Porto Alegre, e caiu nas demais regiões.


Em um ano, são 540 mil carteiras assinadas a menos

Em novembro, o número de pessoas com carteira de trabalho assinada no setor privado ficou em 11,3 milhões, estável em comparação com outubro. Em um ano, o número caiu 4,6%, ou 540 mil pessoas a menos.


Uol

14 de dezembro de 2015

Ford abre programa de demissões voluntárias na Bahia


A Ford irá abrir um programa de demissões voluntárias (PDV) na fábrica de Camaçari, na Bahia, para reduzir o excesso de mão de obra da montadora, que decidiu fechar a jornada noturna de produção da unidade a partir de março do ano que vem.

O PDV será aberto no dia 4 de janeiro, na volta dos funcionários do recesso de fim de ano. O programa, que atinge apenas empregados de setores positivos, irá até 15 de janeiro. 

No fim de novembro, a Ford anunciou o fechamento do terceiro turno na fábrica baiana, onde são montados o utilitário esportivo EcoSport e o modelo compacto Ka. Cerca de 20% do quadro de funcionários de Camaçari - mais ou menos 2 mil pessoas - trabalham à noite. 

A desativação é resultado da queda de produção da unidade, reflexo da forte crise enfrentada pelo setor automobilístico. 



JB

17 de novembro de 2015

Negros ganharam 63,7% do recebido por não negros em 2014, diz Seade

Estudo divulgado nesta terça-feira (17) pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que o rendimento médio do trabalhador negro passou a representar 63,7% do valor recebido por não negros 2014, na Região Metropolitana de São Paulo – RMSP. Em 2013, a proporção era de 65,3%.

O rendimento médio por hora dos negros é R$ 8,79, enquanto os dos não negros é de R$ 13,80. Apesar dessa piora, tais valores vêm se aproximando lentamente ao longo dos anos, uma vez que os rendimentos dos negros já chegaram a equivaler a 54,6% dos não negros,
em 2002.

De acordo com a Fundação Seade, as razões mais evidentes dessa situação residem nas diferentes estruturas ocupacionais em que esses segmentos estão inseridos, com os negros mais representados na construção e nos serviços domésticos, onde seus rendimentos são menores e, em menor proporção; nos serviços e na indústria de transformação, onde os rendimentos dos não negros são superiores.

O crescimento, entre 2013 e 2014, do rendimento por hora dos não negros (2,9%), contrapondo-se à relativa estabilidade entre os negros (0,3%), resultou no aumento da distância entre os dois valores, já que em 2013 o rendimento médio por hora dos negros correspondia a 65,3% dos não negros.

Desemprego
De acordo com o estudo, entre 2013 e 2014, a taxa de desemprego total aumentou para não negros (de 9,4% para 10,1%) e permaneceu inalterada para os negros (12,0%), reduzindo a diferença de 2,6 para 1,9 ponto porcentual.

Quanto à qualidade da inserção no trabalho, verifica-se que, na perspectiva de garantias trabalhistas e previdenciárias, os não negros encontravam-se, em 2014, em situação ligeiramente melhor do que os negros: 62,9% do total de não negros ocupados e 61,7% de negros estavam inseridos em ocupações regulamentadas (soma de assalariados no setor privado com carteira de trabalho assinada e no setor público).

No âmbito do assalariamento privado, a proporção de negros em ocupações com carteira assinada (55,2%) era maior do que a de não negros (54,2%), mas no setor público era menor (6,5% dos negros contra 8,7% dos não negros).

Assalariados
Já ao se considerarem ocupações com menor nível de regulamentação, cujos rendimentos geralmente são menores, havia, em 2014, maior representação entre os negros: 9,0% dos negros ocupados e 5,0% dos não negros eram empregados domésticos; 16,4% e 14,8%, eram trabalhadores autônomos; e 8,8% e 8,6% eram assalariados sem carteira de trabalho assinada no setor privado, respectivamente.

A distância entre as parcelas de assalariados negros e não negros no setor público, possivelmente, tem origem no fato de que cerca de metade desses ocupados possuir nível de escolaridade superior.

Explicação semelhante pode ser adotada para a menor parcela entre os negros (4,2%), do que entre os não negros (8,8%) no agregado das demais posições – que reúne empregadores, profissionais universitários autônomos e donos de negócios familiar, etc.

Neste caso, dispor de riqueza acumulada, que permita montar um negócio ou possuir nível superior de escolaridade, provavelmente, são fatores que explicam a exclusão de grande parte dos negros.


É bastante expressiva a parcela de negros como empregados domésticos. Esse segmento compõe-se de ocupações cujos requisitos de qualificação profissional dependem menos da formação escolar do que da experiência de trabalho. O emprego doméstico tem sido exercido, predominantemente, por mulheres negras, mais velhas e com baixo nível de escolaridade.

Fonte G1

10 de novembro de 2015

Empregos: Centrais Sindicais intensificam mobilização

As Centrais Sindicais decidiram realizar atos e manifestações para combater a crise, destravar investimentos e recuperar empregos, especialmente nos setores do petróleo, gás, indústria naval e construção civil. “Temos que nos mobilizar para garantir os empregos. São setores estratégicos e importantes para a economia”, declara Miguel Torres, presidente da Força Sindical, que participou ontem (dia 9) da reunião com dirigentes de outras Centrais e do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) para debater o tema.

Segundo Miguel, será realizado um ato no dia 3 de dezembro, em São Paulo. No dia 8, outra manifestação no Rio de Janeiro. No dia 9, as reivindicações serão entregues ao Congresso e ao governo para tentar abrir diálogo visando a solução da crise.

Leia mais aqui.

26 de outubro de 2015

Número de contratados é superior ao de demitidos em Santa Rita do Sapucaí

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho apontam que no mês de setembro o número de trabalhadores contratados com carteira assinada foi maior do que o número de pessoas que perderam o emprego em Santa Rita do Sapucaí.

No total, 505 pessoas foram contratas enquanto houve 432 desligamentos. O setor da agropecuária respondeu por 112 demissões e 20 contratações. Na indústria da transformação foram 120 admissões no mês de setembro e 189 demissões. O setor de serviços contratou 60 pessoas e demitiu outras 35, os estabelecimentos comerciais empregaram 44 trabalhadores e dispensaram 58. Já o setor de construção civil admitiu 18 trabalhadores e demitiu 33.


Cachoeira de Minas
A cidade de Cachoeira de Minas registrou 45 admissões e 39 demissões no mês de setembro segundo o Caged. No setor da indústria da transformação foram 18 contratações com carteira assinada contra 14 desligamentos.


Conceição dos Ouros

De acordo com o Caged, Conceição dos Ouros contabilizou 61 admissões e 62 demissões em setembro. A indústria da transformação demitiu 71 pessoas e contratou outras 46.