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21 de agosto de 2013

Mulheres e negros são a maioria dos desempregados há mais de um ano

Uma reportagem do jornal O GLOBO revelou o grave problema social que envolve as questões de gênero e raça no mercado de trabalho brasileiro. O DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realizou a pesquisa a pedido do jornal e os dados mostram que entrem as pessoas que procuram emprego há mais de um ano 63,2% são mulheres e 60,6% são negros. 

4 de julho de 2013

Governo de Minas Gerais apresenta estudo sobre as relações de gênero no mercado de trabalho

A taxa de atividade feminina em Minas Gerais ainda está abaixo da masculina de acordo com o estudo divulgado pelo governo estadual nesta quinta-feira (4). Os dados analisados são de 2011, por meio da Pesquisa por Amostra de Domicílios de Minas Gerais (PAD-MG), realizada com parceria do Centro de Estatística e Informações da Fundação João Pinheiro e do Escritório de Prioridades Estratégicas.
As informações apresentam que enquanto 64,6% dos homens acima de 10 anos estavam inseridos no mercado de trabalho, as mulheres eram de 39,9%. A região metropolitana de Belo Horizonte é onde a mulher tem maior participação chegando a 44,5 %, já o menor índice é encontrado na Vale do Jequitinhonha/Mucuri com participação de 29,7%.

A PAD-MG trouxe ainda dados que comprovam que o mercado não é o mesmo para homens e mulheres, evidenciado principalmente quando observada a questão de escolaridade.  No ano de 2011, o grau de escolaridade dos homens era de 6,7 anos de estudo, o das mulheres chegava a 7,1 anos. Mesmo assim, eles eram maioria em quase todas as categorias e recebiam em média 27% a mais.

Os homens eram 72,1% dos empregadores do estado, os que trabalham por conta própria eram 70,4%. Apenas do grupo de emprego doméstico as mulheres. As mulheres estão mais presentes no emprego doméstico 96,8% e no serviço público ou estatutário 62,3%.


Fonte Agência Minas

3 de abril de 2013

Norma de trabalho em altura já está em vigor


Os itens da Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), que trata sobre trabalho em altura e define os requisitos e medidas de proteção para os trabalhadores que atuam nessas condições já entraram em vigo. O trabalho em altura é toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior e que possua risco de queda.

Com a publicação, entraram em vigor os itens relacionados aos treinamentos obrigatórios que devem ser ministrados para os trabalhadores. A principal obrigação do empregador prevista na NR-35 é de implementar em sua empresa a gestão do trabalho em altura, envolvendo o planejamento e a adoção de medidas técnicas para evitar a ocorrência ou minimizar as consequências das quedas de altura.

Os novos itens tornam o empregador responsável a promover um programa de capacitação para realizar o trabalho em altura, tornando o trabalhador apto para o exercício da sua função. O treinamento deve ser teórico e prático com carga horária de oito horas e incluir no conteúdo toda a NR-35, analise de riscos, sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva e individual. Além disso, deve preparar os trabalhadores para agir em situações de emergência, com noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

A NR-35 foi publicada no Diário Oficial da União em 27 de março de 2012, os itens relativos ao planejamento, organização e execução do trabalho em altura, Equipamentos de Proteção Individual (EPI), acessórios, sistemas de ancoragem, emergência e salvamento, haviam entrado em vigor em agosto de 2012.

Para visualizar na íntegra a NR-35 clique aqui

14 de março de 2013

Produção Industrial de Minas Gerais cresce mais que média nacional


O governo de Minas Gerais divulgou, por meio de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última quarta-feira (13), que a produção industrial do estado cresceu 10,1 % no mês de janeiro na comparação com o mesmo período do ano passado. A média nacional no mesmo mês ficou em 5,7%.
A produção de Minas cresceu 1,6% se comparado com o mês anterior e nos últimos 12 meses acumula alta de 2,4%, enquanto a média nacional caiu 1,9%. Os crescimentos recentes foram impulsionados pelos setores têxtil, alimentos e bebidas, calçados e artigos de couro, além de minerais não-metálicos. Também contribuíram para os dados positivos da indústria os segmentos automotivo, farmacêutico e produção de álcool.