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5 de abril de 2016

Pesquisa identifica confiança da população nos sindicatos



O papel da organização sindical na resistência democrática e na defesa de bandeiras como a prática do trabalho decente, a prevalência da justiça social e a valorização do salário mínimo foram reconhecidos em levantamento de conceituado instituto de pesquisa de opinião da América Latina. Conforme Pesquisa Latinobarômetro, instituição com sede no Chile, de 2015, o sindicalismo detém 34% da confiança da população brasileira, em um cenário que relaciona grupos, instituições e pessoas, de idades, sexo e escolaridade diversos.

A informação foi apresentada por Malco Camargo, cientista político e professor da PUC-Minas, em exposição, feita em 04/04, sobre as faces da crise política e os desdobramentos na realidade brasileira. Ele fez menção ao nível de credibilidade dos sindicatos, quando comentou sobre a lacuna de representação existente no Brasil.

Em um cenário em que a igreja figura com 71% de confiabilidade, o movimento sindical desponta como candidato potencial para liderar processo de renovação, uma vez que a confiança interpessoal, aquela que focaliza a outra pessoa, aparece com índice de 7%, em contraste que credencia o sindicalismo como agente capaz “de fazer melhor e diferente”, assinalou o especialista.


Força Minas

21 de março de 2016

Sindicalistas debatem custeio sindical em Belo Horizonte

Nesta segunda-feira, dia 21, sindicalistas de Minas Gerais de todas as Centrais Sindicais debatem o custeio sindical. Em audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que é realizada, na capital mineira, a partir das 14h30, os sindicalistas debatem o tema para que seja elaborada uma proposta de custo da atividade sindical.

O presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulo Pereira da Silva, Paulinho, é o presidente da Comissão e ressalta que as Centrais Sindicais têm papel importante no debate sobre o custeio sindical. "Acredito que vamos elaborar uma lei, que seja aprovada pelos trabalhadores, visando a garantia do aumento da representatividade e do fortalecimento do movimento sindical", declara.

Segundo o deputado federal e relator da Comissão, Adalberto Galvão (Bebeto), o movimento sindical tem história no Brasil e no mundo. "Os trabalhadores são protagonistas na defesa da liberdade, da democracia e dos direitos", disse.

O objetivo da Comissão é estabelecer regras claras para manter a saúde dos Sindicatos, e para que o trabalhador tenha certeza de que os recursos são bem aplicados. A última audiência será realizada no dia 28 de março em Piracicaba (SP).


Assessoria de Imprensa da Força Sindical

2 de fevereiro de 2016

Sindicalismo vai ao ‘Conselhão’ e cobra crescimento

A presidente Dilma Rousseff instalou no último dia 28 a nova versão do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o "Conselhão". O colegiado, com representantes de trabalhadores, empresários e governo, foi remodelado depois de sua última reunião, em junho de 2014. O encontro aconteceu no Palácio do Planalto.

Criado em 2003, no governo Lula, o Conselho desempenhou papel importante nas decisões estratégicas do País, mas perdeu protagonismo com Dilma. A expectativa, agora, é que o novo “Conselhão” consiga dar encaminhamento às alternativas relativas à retomada do desenvolvimento nacional.

O presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah, avalia positivamente a reunião. "O mais importante é que foi iniciado um debate com a sociedade, apontando que há disposição no governo de buscar consensos entre as forças sociais para superar as dificuldades da conjuntura", afirma.

Patah considera boa a criação de grupos de trabalho, destacando que na próxima reunião - em abril - já podem surgir propostas mais elaboradas. "O Conselho será um instrumento poderoso para destravar a inércia e avançar no caminho da retomada do crescimento", acredita.

"É positiva a retomada do diálogo, que não estava ocorrendo. Todo brasileiro quer superar a crise e, pra que isso ocorra, é preciso diálogo por parte do governo", destaca Miguel Torres, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM/Força Sindical). O dirigente observa que o sindicalismo deve atuar no colegiado, visando à aceitação das propostas que já foram encaminhadas ao governo.

As Centrais Sindicais já entregaram ao governo o documento “Compromisso pelo Desenvolvimento”, elaborado em conjunto com entidades do setor produtivo, indicando sete medidas pró-emprego e o crescimento da economia. O sindicalismo também apoia o Plano Nacional de Renovação Veicular, que pode revigorar a cadeia automotiva.

Dieese - O diretor-técnico Clemente Ganz Lúcio chama atenção para a nova composição do colegiado. "Há uma renovação de 70% dos conselheiros, o que significa sangue novo pra debater novos rumos do País", avalia. O novo Conselho tem 92 integrantes - antes eram 90 – entre sindicalistas, empresários, dirigentes de movimentos sociais e pessoas destacadas da sociedade civil .



Agência Sindical

18 de janeiro de 2016

Para que serve e o que faz o movimento sindical





Você sabe quem criou os sindicatos, porque surgiram e a importância de fazer parte de um? Leia as duas perguntas abaixo e saiba as respostas.

Quando surgiu no mundo a organização sindical?

O sindicalismo, como organização de luta e reivindicações, nasce junto com a expansão do capitalismo, no século XVII, quanto a máquina sucede ou substitui o trabalho artesanal, levando, de um lado, à concentração da propriedade e dos meios de produção, e, de outro, à maximização do lucro e da exploração dos trabalhadores. Assim, o sindicato surge da união dos trabalhadores para somar forças no combate à super-exploração e na reivindicação de emprego, salário, condições de trabalhos salubres, além de combater a mais-valia. Os primeiros sindicatos surgiram na Inglaterra, pais considerado o berço do “capitalismo”.

A união dos trabalhadores em torno de um sindicato é uma boa ideia?

Sim, sem dúvida. O movimento sindical, como a instituição responsável pela defesa dos direitos e interesses individuais e coletivos da classe trabalhadora, foi uma das invenções mais criativas da humanidade. Ele organiza, forma, mobiliza e traz poderes e equilíbrio aos trabalhadores nos embates com o empregador, o governo e certas mentalidades conservadores na sociedade. Seu principal valor está em reconhecer a existência do conflito e permitir a sua solução de forma negociada, com regras que asseguram igualdade de condições entre empregadores e trabalhadores.

Organizado em sindicato, o trabalhadores será representado por uma entidade e não terá que se expor isolada ou individualmente no enfrentamento ao patrão.  A luta passa a ser coletiva, protegendo o trabalhador de eventual perseguição, garantindo força para a conquista, vocalizando desejos, ampliando a voz de cada um, criando respeitos, valores e direitos.




Extraído de cartilha Diap “Para que serve e o que faz o movimento sindical”

2 de dezembro de 2015

Presidente do SINDVAS participa de reunião do Conselho Nacional da Força Sindical

A presidente do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, integra nesta terça (2) e quarta-feira (3) a reunião do Conselho Nacional da Força Sindical onde são debatidos diversos temas entre os quais as medidas que o movimento sindical pode tomar para o enfrentamento da crise econômica, a formação sindical e a legalização do custeio sindical.



31 de agosto de 2015

Comissão especial: Deputados debaterão financiamento dos sindicatos

Em reunião com representantes das Centrais Sindicais, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, criou uma Comissão Especial para tratar do financiamento da atividade sindical. Segundo João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário geral da Força Sindical, atualmente regem a receita orçamentária dos Sindicatos a Contribuição Sindical e a Contribuição Assistencial.

Segundo Juruna, “hoje o Ministério Público do Trabalho prejudica os Sindicatos de trabalhadores, que decidem, em assembleia, a Contribuição Assistencial que caberá a todos os beneficiados pelas conquistas das Convenções Coletivas de Trabalho das categorias. Ao dificultar o recolhimento da Contribuição, o Ministério Público toma um lado. No Brasil, não existe processo contra empresários, embora os Sindicatos patronais também recolham a mesma Contribuição das empresas de seus setores por ocasião das negociações das Convenções Coletivas”.

Juruna destaca que, “ao fazer isto, o Ministério Público enfraquece o poder de barganha dos Sindicatos, que necessitam de recursos para carros de som, para visitar as bases e mobilizar os trabalhadores. Sem dinheiro, não se consegue contratar um bom advogado, um bom economista, o que prejudica os trabalhadores quando eles mais precisam, ou seja, na negociação por melhores salários”.

O advogado Antonio Rosella informa que a Contribuição Sindical é prevista no Artigo 579 da CLT, e estabelece o desconto de um dia de trabalho no mês de março. Já a Contribuição Assistencial foi fixada no Artigo 513, letra E da CLT. O Ministério Público questiona a Contribuição Assistencial para quem não é associado ao Sindicato. “Se tiver uma legislação, a Contribuição Assistencial será regulamentada para todos os trabalhadores”, disse.

Comissão

A instalação da Comissão Especial, composta por 27 titulares e igual número de suplentes, será concluída na próxima semana. Serão onze vagas para o PMDB, oito vagas para o PT, seis para o PSDB, uma para o PDT e uma para o PSL.

31 de julho de 2015

Quem não contribui com o sindicato, não tem direito aos benefícios do acordo

O juiz da 30ª Vara do Trabalho de São Paulo, Eduardo Rockenbach Pires, tomou uma das decisões mais coerentes e sensatas da história do judiciário. Ao julgar o caso de um trabalhador que se recusava a contribuir com o sindicato de sua categoria por não ser sindicalizado, o magistrado decretou que esse mesmo trabalhador não tem direito a receber os benefícios previstos no acordo coletivo.

“O trabalhador sustentou não ser sindicalizado e, por isso, negou-se a contribuir para a entidade sindical. A despeito disso, não menos certo é que as entidades sindicais devem ser valorizadas, e precisam da participação dos trabalhadores da categoria (inclusive financeira), a fim de se manterem fortes e aptas a defenderem os interesses comuns”, defendeu o juiz.


Desta forma, o magistrado disse “ser justo que o autor não se beneficie das vantagens negociadas pelo sindicato a favor da categoria, já que o mesmo se recusa em contribuir com a entidade”.


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