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23 de maio de 2016
29 de fevereiro de 2016
Contratações na indústria sobem em Santa Rita do Sapucaí
A indústria de transformação
contratou mais trabalhadores do que demitiu no mês de janeiro de 2016, segundo
dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados no Ministério do Trabalho
(Caged), em Santa Rita do Sapucaí.
O levantamento aponta
que 161 contratações foram registradas no primeiro mês do ano enquanto 135
pessoas perderam o emprego no mesmo período. O setor registra variação positiva
de 26 vagas com carteira assinada. Em dezembro de 2015, o saldo ficou em -278
vagas na indústria.
Em contrapartida, o
emprego na área da agricultura, serviços e comércio diminuiu em janeiro. A
maior variação ocorreu no setor comerciário com -41 vagas de trabalho geradas. Foram
38 contratações contra 79 demissões.
O setor de serviços
fechou 54 vagas de trabalho e abriu 42, saldo de -12. A agricultura contratou
21 pessoas e desligou outras 25 no período de janeiro de 2016.
O resultado agregado de
todos os setores aponta queda no número de carteiras assinadas no período
analisado com 269 contratações e 299 demissões em janeiro.
7 de dezembro de 2015
Sindicato recebe denúncia de atrasos de pagamento na empresa AG
O SINDVAS atendeu na
última semana uma denúncia de atrasos nos pagamentos de salário e 13°
salário na empresa AG em Santa Rita do Sapucaí. O trabalhador encaminhou para o
sindicato uma carta onde relatou os problemas. Abaixo, você pode ler a
reprodução da carta na íntegra.
Entre as reclamações
está a falta de informação para o trabalhador. O SINDVAS esclarece é de
responsabilidade das empresas comunicarem aos seus trabalhadores a situação
financeira pela qual passam e não o sindicato.
Os diretores do
Sindicato em contato para saber o porquê dos atrasos mencionados, foram
informados que a empresa passa por dificuldades e espera a conclusão do
processo de venda para acertar com os trabalhadores.
A empresa AG faz parte
do grupo AsGa com sede em Paulínia, interior de São Paulo. No dia 22 de
outubro, a empresa japonesa Furukawa anunciou a compra de parte do grupo AsGa.
“Denúncia
Venho
por meio desta carta destacar aos amigos sindicalistas que minha empresa onde
eu trabalho “AG IND. E COM. PLACAS ELET. LTDA”, está passando uma crise que não
tem fim.
Vem
atrasando salário, cartão alimentação e agora atrasou o 13° salário e está
também com 6 meses de atraso com o fundo de Garantia. E tem mais a empresa “AG”
foi capaz de desfazer de alguns funcionários, transferindo à para outra empresa
sem acertar os direitos atrasados.
E
agora está mudando a bandeira do cartão alimentação atrasado para outra
bandeira. Será que vão acertar o atrasado?
Está
semana segunda-feira eles foram capaz de entregar o olerit para a gente assinar
com o 13° salário mas não foi pago até agora, só foi pago o salário do mês.
Está
muito vago as coisas lá, não tem informação nenhuma da empresa com o
funcionário.
Amigo
sindicalistas desde já agradeço ouvir meu desabafo porque estou sofrendo muito
com isso, eles tem que saber que tem mãe e pai de família que depende do salário
no final do mês e principalmente de informação.
Obrigado,
e que vocês sindicalistas não de as costas para essa situação”
4 de maio de 2015
Confira as fotos do Dia 1º de Maio do SINDVAS
A Festa do Trabalhador,
promovida pelo SINDVAS, animou o Dia do Trabalho em Santa Rita do Sapucaí,
Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros. O Sindicato levou muita animação e
informação para as cidades em eventos que duraram o dia todo.
Informações sobre as
alterações na concessão de benefícios trabalhistas, implantadas pelo governo
federal, foram oferecidas pelos diretores do SINDVAS que percorreram ruas do
centro de Santa Rita do Sapucaí e as praças centrais de Cachoeira de Minas e
Conceição dos Ouros.
Para as crianças foram
disponibilizados brinquedos, doces e músicas que garantiram a diversão no
feriado.
4 de dezembro de 2014
Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí assina acordo de amizade com cidade chinesa
O prefeito de Santa
Rita do Sapucaí, Jefferson Gonçalves Mendes, assinou um acordo de amizade entre
o município mineiro e a cidade chinesa de Fengxian. A cooperação pretende estabelecer
intercâmbio de negócios, educação e cultura.
A cerimônia ocorreu, às 11 da
manhã, na Incubadora Municipal da Empresas e contou com a presença da delegação
chinesa, representantes de faculdades de Santa Rita e funcionários públicos.
Logo após a cerimônia, os prefeitos trocaram presentes e seguiram para um café.
12 de setembro de 2014
Contratações superam demissões no mês de agosto em Santa Rita do Sapucaí
O número de
contratações com carteira assinada foi maior que o de demissões no mês de
agosto em Santa Rita do Sapucaí. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged) divulgado, nesta quinta-feira (11), informa que foram 465
admissões contra 426 demissões, o que leva a um saldo positivo no mês de 39
postos de trabalho.
A indústria de
transformação do município registrou 260 contratações e 192 demissões. O saldo
desse setor ficou positivo em 68 postos. O Caged também divulgou o dado anual
que apresenta 4.893 contratações e 4.469 demissões no município.
9 de setembro de 2014
Feira Industrial do Vale da Eletrônica apresenta lançamentos e produtos inovadores
É consenso no mercado
que para uma empresa consolidar a sua marca e se manter entre as melhores do
setor, é preciso que ela invista cada vez mais em inovação. Para a indústria da
tecnologia essa condição ganha ainda mais peso, considerando que os seus produtos
se tornam obsoletos numa velocidade muito maior nos dias de hoje. Pensando
nisso, empresas do Vale da Eletrônica, no Sul de Minas, investem constantemente
em soluções inovadoras para o segmento, levando produtos diferenciados,
práticos e de qualidade aos mais diversos tipos de mercado. São novidades que
serão apresentadas na 13a Feira Industrial do Vale da Eletrônica (FIVEL),
realizada entre os dias 3 e 5 de setembro, em Santa Rita do Sapucaí.
A Polsec Law
Enforcement é uma das empresas que trazem para a FIVEL o lançamento de um
produto inédito no mercado da segurança: o Observador POL-707, equipamento de
monitoramento composto por um mini gravador e um transmissor digital portátil.
O produto é direcionado para a Segurança Publica e Forças Armadas Brasileiras,
sendo uma solução para o acompanhamento das ações dos militares e de agentes em
tempo real. O Observador consiste em uma câmera de alta resolução direcionada
pelo movimento da cabeça acoplada a um aparelho móvel, ideal para operações
críticas e de longa duração. Com esse sistema, que também possui reconhecimento
facial como função opcional, é possível monitorar e gravar remotamente tudo o
que ocorre no ambiente e armazenar as imagens em uma central. De acordo com a
empresa, serão investidos R$ 2 milhões na linha de produção do sistema e a
expectativa é que o Observador atinja um faturamento de cerca de R$ 15 milhões
já no primeiro ano de vendas. O Brasil é o principal foco da Polsec, mas outros
países como Colômbia, México e Portugal já estão interessados no produto.
Também com novidades no
setor da segurança, a empresa Genno realiza o pré-lançamento de uma nova
Central de Alarme, que possui teclado retroiluminado e acesso remoto através de
telefone, o que permite que o usuário possa controlar o seu sistema de onde
estiver. Segundo a companhia a solução garante praticidade e um monitoramento
mais efetivo de qualquer ambiente, além disso, a central é simples de ser
utilizada e o consumidor pode ativar ou desativar o alarme a qualquer momento,
através do seu smartphone, ou até abrir uma fechadura ou portão, se desejar.
Seguindo a ideia de
monitoramento à distância, um conceito cada vez mais explorado no contexto das
novas tecnologias, a Comtac resolveu apostar em um produto que pode ser
adaptado, também, para o dia-a-dia de mães e donas de casa: a IPCam, uma
espécie de versão mais moderna da chamada babá eletrônica. O aparelho, composto
por uma câmera que pode ser controlada remotamente por até quatro dispositivos,
como smartphones e tablets, possui lente de infravermelho, zoom digital e
memoriza 16 posicionamentos de ângulos pré-determinados. O envio das imagens é
feito por meio de aplicativos desenvolvidos pela própria Comtac e o sistema
ainda possui um sensor de movimentos que emite alertas de mudança de ambiente,
como um movimento do bebê ou caso alguém entre no quarto, por exemplo. Nesses
casos, a câmera fotografa e envia a imagem para um ou mais e-mails cadastrados.
Além disso, a IPCam conta com um alto-falante embutido, que permite ao usuário
interagir com a área monitorada.
Empresa líder de
mercado na América Latina e uma das cinco principais do mundo em sensores e
instrumentos, a Sense Eletrônica também apresenta ao público da FIVEL um
lançamento: o Sensor Fotoelétrico Inteligente, sistema que utiliza um feixe
luminoso para detectar a presença ou ausência de pessoas ou objetos. O produto
é composto por um Circuito Integrado de aplicação específica que possui o
primeiro chip industrial produzido em Minas Gerais, com tecnologia inteiramente
do Vale da Eletrônica. Desenvolvido em parceria com Instituto Nacional de
Telecomunicações (INATEL) e com a Design House Minas IC, o chip, denominado MGT
10000, foi criado para atender, especificamente, às linhas de sensores
fotoelétricos da Sense. O dispositivo abastece o sistema fotoelétrico com um
baixo consumo de potência, garantindo, ao mesmo tempo, uma grande faixa de
operações dos sensores, que varia de 100 milímetros a 30 metros de distância,
bem como o seu funcionamento em diferentes temperaturas, que podem ir de -40oC
a +120oC.
Produtos inovadores
para a educação
Nessa edição da FIVEL,
a Exsto Tecnologia, empresa que fabrica equipamentos voltados para o ramo de
didática tecnológica, apresenta o Laboratório Móvel, produto destinado a
instituições de ensino que não dispõem de estrutura física para suprir toda a
demanda de alunos. A solução foi criada com intuito de ser comprada ou alugada
por escolas e permite, ainda, que o laboratório vá até os estudantes, podendo
chegar, por exemplo, a presídios e a locais de difícil acesso. A peça é
composta por 5 bancadas, 4 para atender aos alunos e uma para o professor, que
também conta um quadro branco e uma TV. Todos os materiais de consumo
utilizados, como cabos conectores e fios também são fornecidos pela Exsto.
Fonte
Pouso Alegre.net
BID investirá mais R$ 6 milhões no Vale da Eletrônica
A 13ª edição da Feira
Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel), promovida pelo Sindicato das
Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da
Eletrônica (Sindvel), movimentou a pequena Santa Rita do Sapucaí, no Sul de
Minas, com 40 mil habitantes, ente os dias 3 e 5 de setembro. O chamado Vale da
Eletrônica brasileiro se reuniu para expor produtos, fazer lançamentos, receber
estudantes e visitantes interessados em tecnologia e em fazer negócios.
Durante o evento, a
especialista do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil,
Vanderléia Radaelli, declarou que o BID continuará com o apoio financeiro ao
Arranjo Produtivo Local (APL) com investimentos de mais de R$ 6 milhões para os
próximos anos. De acordo com Vanderléia, Santa Rita do Sapucaí apresenta o
melhor desenho econômico por reunir a Fiemg, a Secretaria de Desenvolvimento
Econômico e o Sebrae em um só lugar, o que é fundamental para o sucesso do
Vale. "Estamos muito felizes com os ótimos resultados apresentados pelas
empresas envolvidas que têm como base a inovação", ressalta.
O apoio é referente à
segunda fase do Projeto de Apoio à Competitividade das Empresas do Arranjo
Produtivo Local, iniciado em 2004, quando o banco também aportou R$ 6 milhões e
beneficiou cerca de cem das 153 indústrias da região. "Outro valor do APL
é a produção de capital humano com formação qualificada pelas escolas técnicas
da região, que em médio prazo é um ativo que tem que ser desenvolvido de forma
contínua para manter o nível de inovação", afirma a especialista. Segundo
Vanderléia, as indústrias tecnológicas devem buscar a inovação uma vez que a
competividade do mercado é a nível global e não apenas local.
Balanço - A Fivel
recebeu mais de 12 mil visitantes entre empresários nacionais e internacionais
e alunos da região. Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias de
Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel),
Roberto de Souza, foram gerados negócios na ordem de R$ 800 milhões, o que
representa em torno de 30% do faturamento anual, que no último ano atingiu R$
2,7 bilhões. De acordo com ele, mais de R$ 100 milhões foram investidos pelas
empresas no lançamento de novos produtos e nas linhas de produção.
A Fivel, neste ano, foi
instalada no campus da Escola Técnica de Eletrônica Francisco Moreira da Costa
(ETE FMC). Os produtos exibidos estavam voltados especialmente para os setores
de eletroeletrônicos; telecomunicações; segurança; eletrônica; informática;
radiodifusão; automação industrial, predial e comercial; tecnologia da
informação (TI), eletrodomésticos, insumos e prestação de serviço.
O Vale da Eletrônica
reúne 153 empresas e emprega cerca de 10 mil pessoas capazes de fabricar
atualmente 13,7 mil itens diferentes. Atualmente as empresas do cluster exportam
para 41 países, tendo como principais consumidores os mercados europeu e
asiático.
Fonte
Diário do Comércio
Santa Rita do Sapucaí vive boom de inovação tecnológica
Cidade com tradição no
plantio de café, Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas – com 38,7 mil
habitantes –, também é um “canteiro de fábricas” do setor de tecnologia, como
define o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos,
Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto de Souza
Pinto. É que, a cada 15 dias, as empresas do município têm, em média, 25 itens,
entre lançamentos de novos produtos e inovação tecnológica, calcula Pinto. Além
do boom de inovação, o presidente do Sindvel informa que, a cada dois anos,
chegam ao Vale da Eletrônica ao menos 20 empresas originadas das incubadoras.
Atualmente, são 153 empresas que empregam cerca de 10 mil pessoas e vão gerar
um faturamento de R$ 2,7 bilhões neste ano. “A inovação tecnológica acontece
‘todos os dias’, se ela parar, a empresa morre em três meses”, calcula Pinto.
Entre os 13,7 mil itens
produzidos, os que possuem software embarcado são os que sofrem inovação
diariamente independentemente da área de atuação da empresa. “A minha empresa
(Santa Rita Alarmes) produz rastreadores de veículos, e todos os dias o cliente
pede para fazer alguma coisa que o mercado demanda”,diz.
Durante a Feira
Industrial do Vale da Eletrônica, que terminou na última sexta-feira, as Forças
Armadas também foram buscar inovação em Santa Rita do Sapucaí. O coronel do
Exército George da Silva Diverio diz que existe a necessidade de interação das
Forças Armadas com a sociedade e, principalmente, com a indústria nacional de
defesa. “Precisamos de uma gama gigantesca de artigos diversos, como
desenvolvimento de radares, rádios definidos por software, antenas, componentes
eletrônicos e circuitos integrados”, enumera alguns deles.
Além de fazer palestra
durante o evento, o coronel também fez prospecção de produtos e interessou-se
por um sistema de comunicação de controle que dá a parte situacional do
combatente e transmissão de dados. Sem citar nomes de empresas, o coronel do
Exército também encontrou um rádio construído somente com software.
“Pouquíssimos países no mundo têm um rádio que é definido por software”,
explica.
Também na feira, a
especialista sênior em ciência e tecnologia do Banco Interamericano de Desenvolvimento
(BID), Vanderleia Radaelli, conta que a instituição já investiu R$ 6 milhões
nos últimos quatro anos no Vale da Eletrônica e vai investir mais. “Estamos
muito felizes do quanto as empresas estão envolvidas com a atividade de
inovação”, conclui.
Fonte
O Tempo
Feira no Sul de Minas tem plano para tirar gringos de cena
Os fabricantes de
eletroeletrônicos do polo de Santa Rita do Sapucaí, o chamado Vale da
Eletrônica, no Sul de Minas Gerais, se preparam para receber, a partir de
amanhã, 800 compradores de matérias-primas e componentes do Brasil, México,
Chile, Peru, Colômbia, Uruguai, Argentina e Equador. A estratégia nas agendas
de encontros é garantir encomendas para os próximos 12 a 18 meses, ofensiva
vital das empresas num momento de retração da indústria brasileira de
transformação e de perspectiva de baixo crescimento econômico. O principal
apelo será a capacidade técnica das fábricas para substituir as importações no
setor, informa o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos,
Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto Souza Pinto.
“Vamos bater no espaço
que os produtos eletroeletrônicos podem tirar dos importados”, afirma o
industrial, com o respaldo dos números que mostram o crescimento das
exportações do polo mineiro. Nos últimos oito anos, a receita das vendas
externas aumentou quase cinco vezes, ao sair de US$ 6,510 milhões em 2006 para
US$ 32 milhões no ano passado. O número de empresas exportadoras evoluiu de
seis para 53.
Segundo Roberto Pinto,
além da qualidade dos produtos – quase todas as empresas têm o certificado ISO
9000 e todos os itens que saem das linhas de produção têm de ser homologados
por órgãos reguladores – a eficiência alcançada em custos deu maior
competitividade ao Vale da Eletrônica.
Aparelhos para
radiodifusão, particularmente transmissores de TV digital, que têm alto
conteúdo tecnológico e não são volumosos, têm tido a melhor performance na
briga com os artigos importados. Soluções em eletrônicos voltados para a
segurança também se destacam nas linhas de produção de 38 das 153 empresas do
polo de Santa Rita do Sapucaí.
Os eletroeletrônicos tendem a ganhar espaço no mercado externo, na avaliação de Alexandre Brito, consultor de negócios internacionais da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Ele aponta algumas particularidades do Vale da Eletrônica como fatores-chaves do trabalho de busca de clientes no exterior, como a capacidade de desenvolver produtos feitos sob encomenda, o compartilhamento dinâmico das empresas de informações que não tratam de segredos industriais, facilidade logística operacional e capacidade técnica da mão de obra local.
Os eletroeletrônicos tendem a ganhar espaço no mercado externo, na avaliação de Alexandre Brito, consultor de negócios internacionais da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Ele aponta algumas particularidades do Vale da Eletrônica como fatores-chaves do trabalho de busca de clientes no exterior, como a capacidade de desenvolver produtos feitos sob encomenda, o compartilhamento dinâmico das empresas de informações que não tratam de segredos industriais, facilidade logística operacional e capacidade técnica da mão de obra local.
De acordo com o
presidente do Sindvel, Roberto Pinto, os encontros de negócios com os
compradores de matérias-primas e componentes em setembro vão funcionar como um
termômetro da demanda do setor para 2015. A programação que está sendo
preparada inclui visitas dos compradores às fábricas do polo, como parte da 13ª
Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel) 2014, que ocorre de 3 a 5 de
setembro.
Durante o evento, as
153 empresas vão expor cerca de 13 mil produtos destinados às áreas de
eletroeletrônica, construção civil, radiodifusão e defesa. Cerca de 70% do
faturamento do polo industrial, estimado em R$ 2,7 bilhões neste ano, é apurado
a partir de contratos que começam a ser negociados na Fivel.
Fonte
Estado de Minas
4 de setembro de 2014
Indústrias de eletrônicos investem R$ 100 milhões em Minas
Na contramão da crise
financeira que assola grande parte dos mercados do Brasil e do mundo, as
empresas que compõem o Vale da Eletrônica, localizado em Santa Rita do Sapucaí,
no Sul de Minas Gerais, apostam em aumento de plantas, lançamentos de produtos e
novas fábricas. Para isso, estão investindo cerca de R$ 100 milhões este ano,
segundo o sindicato do setor.
Entre as empresas em
expansão está a Sense Sensors & Instuments, que desenvolveu os primeiros
chips inteiramente brasileiros. Por meio de recursos do Funtec (Fundo
Tecnológico) do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e
em parceria com o Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), o novo
dispositivo visa um melhor custo- benefício para a automação de máquinas e
equipamentos.
Outra companhia que
aposta em novidades é a Polsec, que investiu R$ 2 milhões em uma nova fábrica
em Santa Rita do Sapucaí e está apostando em lançamentos. Destaque para o
Observador POL-707, um equipamento que permite filmar, gravar e transmitir
vídeo e o posicionamento geográfico da pessoa em tempo real.
Ele é direcionado para
Segurança Pública e Forças Armadas e é apontado como solução para o
monitoramento de ações dos militares. De acordo com o diretor da empresa, Eudes
Bispo, a expectativa é que o novo produto atinja um faturamento de cerca de R$ 15
milhões já no primeiro ano.
Negócios
Tanto o chip quando o aparelho de monitoramento estarão sendo lançados durante a Fivel (Feira Industrial do Vale da Eletrônica), que começou nesta quarta-feira (3), e termina na sexta (5). O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica.
Tanto o chip quando o aparelho de monitoramento estarão sendo lançados durante a Fivel (Feira Industrial do Vale da Eletrônica), que começou nesta quarta-feira (3), e termina na sexta (5). O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica.
Segundo o presidente da
entidade, Roberto de Souza Pinto, a feira deve gerar R$ 800 milhões em
negócios, o que corresponde a cerca de 30% do faturamento anual das empresas da
região. O Vale da Eletrônica tem 153 indústrias, emprega 10 mil pessoas,
exporta para 41 países e é considerado o berço da tecnologia de ponta no
Brasil, chegando a ser comparado com o Vale do Silício, nos Estados Unidos.
Fonte
Hoje em Dia
Atuação conjunta fortalece polo do Vale da Eletrônica
Arranjo Produtivo Local
expande atividades e investirá R$ 100 milhões neste ano
Enquanto a maioria dos
setores industriais brasileiros tem sofrido as conseqüências da crise
econômica, as empresas instaladas no Vale da Eletrônica, em Santa Rita do
Sapucaí, no Sul de Minas, seguem na contramão do desaquecimento, registrando
expansão das atividades e realizando aportes que deverão chegar a R$ 100
milhões.
A receita do sucesso, conforme o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Eletrônicos, Elétricos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto de Souza Pinto, está na atuação conjunta das empresas, que permite o fortalecimento dos negócios e o aumento da competitividade.
A receita do sucesso, conforme o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Eletrônicos, Elétricos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto de Souza Pinto, está na atuação conjunta das empresas, que permite o fortalecimento dos negócios e o aumento da competitividade.
"A crise existe e
não somos imunes a ela. Nosso faturamento vai crescer menos no decorrer deste
exercício em função do menor ritmo da economia, mas o fato de estarmos
organizados em um APL (Arranjo Produtivo Local), atuando de forma conjunta,
acaba nos beneficiando diante de situações adversas. Os demais setores são mais
prejudicados porque cada empresa tem que lutar sozinha", explica.
Assim, a expectativa é
que o faturamento das empresas do Vale da Eletrônica cresça entre 7% e 10% em
2014 frente o ano passado, totalizando R$ 2,7 bilhões. Nos exercícios
anteriores a média de crescimento girava em torno de 30%. Em relação ao
desempenho da primeira metade do exercício, apesar de não revelar o índice de
crescimento, Pinto diz que o resultado ficou positivo. "Não houve pico no
resultado, mas também não apresentamos retração, não precisamos dar férias
coletivas nas empresas, nem demitir funcionários", exemplifica.
Fortalecimento -
Prova disso, conforme o presidente, é que, juntos, os fabricantes de materiais
eletroeletrônicos da região investirão, ao longo deste exercício, cerca de R$
100 milhões em aumento de plantas, lançamentos de produtos e novas fábricas.
Segundo ele, os aportes não deixam de ser também uma maneira de fortalecer
ainda mais as empresas do setor.
"Nossa área está
diretamente ligada a tecnologia e precisamos investir diariamente em melhorias
dos processos produtivos, aquisição de máquinas e equipamentos para automação
da produção, construção de novas instalações, aumentando as plantas existentes
e, claro, no treinamento e conhecimento dos nossos profissionais",
justifica.
Os pedidos têm vindo tanto do mercado interno quanto do externo. Especificamente sobre a demanda nacional, o presidente do sindicato reafirma que cada vez mais o mercado brasileiro tem notado a qualidade dos produtos fabricados no país e a inferioridade dos importados. Ele destaca a garantia dos produtos da região, assim como a durabilidade dos itens. "Na maioria das vezes, os itens vindos do exterior são melhores até apresentarem o primeiro defeito. Depois disso, é descarte certo", diz.
Neste sentido, Pinto lembra que a programação da 13ª Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel) 2014, que começou na terça-feira passada e vai até a sexta-feira, inclui visitas dos compradores às fábricas do polo.
Os pedidos têm vindo tanto do mercado interno quanto do externo. Especificamente sobre a demanda nacional, o presidente do sindicato reafirma que cada vez mais o mercado brasileiro tem notado a qualidade dos produtos fabricados no país e a inferioridade dos importados. Ele destaca a garantia dos produtos da região, assim como a durabilidade dos itens. "Na maioria das vezes, os itens vindos do exterior são melhores até apresentarem o primeiro defeito. Depois disso, é descarte certo", diz.
Neste sentido, Pinto lembra que a programação da 13ª Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel) 2014, que começou na terça-feira passada e vai até a sexta-feira, inclui visitas dos compradores às fábricas do polo.
O dirigente empresarial
afirma que é neste momento que os clientes conhecem as particularidades dos
itens nacionais, bem como a capacidade de produção das empresas instaladas na
cidade, o que garante negócios e demanda futura. "Cerca de 70% do nosso
faturamento é apurado a partir de contratos que começam a ser negociados na
feira", ressalta.
Fonte
Diário
do Comércio
18 de junho de 2014
CNTM realizará oficina de redes sindicais em Santa Rita do Sapucaí
Dando continuidade aos trabalhos da Coordenação Estratégica de Redes Sindicais (CEReS), criada pela CNTM em 2013, seus membros participarão em Santa Rita do Sapucaí/MG, nos próximos dias 26 e 27 de junho, de oficinas de capacitação sobre o tema redes sindicais na base metalúrgica.
Programação
Dia 25 de junho
Chegada dos participantes
Chegada dos participantes
Dia 26 de junho
8h00
Abertura: com Pedro Celso, secretário-geral da CNTM, e Maria Rosângela Lopes, presidenta da Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais
Abertura: com Pedro Celso, secretário-geral da CNTM, e Maria Rosângela Lopes, presidenta da Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais
8h15
Histórico do Trabalho de Redes na CNTM
Histórico do Trabalho de Redes na CNTM
8h30
Dinâmica
Dinâmica
9h00
Redes: objetivos, conceitos e diretrizes
Redes: objetivos, conceitos e diretrizes
9h45
Intervalo
10h00
Redes: organização, funcionamento e gestão
Intervalo
10h00
Redes: organização, funcionamento e gestão
11h00
Trabalho Individual
Trabalho Individual
11h20
Trabalho em Grupo
Trabalho em Grupo
12h00
Intervalo
Intervalo
13h30
Apresentação dos Trabalhos em Grupo
Apresentação dos Trabalhos em Grupo
14h30
Análise crítica construtiva dos trabalhos em grupos
Análise crítica construtiva dos trabalhos em grupos
15h30
Intervalo
Intervalo
15h45
Marcos nacionais, internacionais e globais
Marcos nacionais, internacionais e globais
16h45
Dinâmica
Dinâmica
17h00
Avaliação e encerramento
Avaliação e encerramento
Dia 27 de junho
9h00
Dinâmica
Dinâmica
9h15
Desafios e Diretrizes para a Política de atuação das Redes Sindicais na base da CNTM
Desafios e Diretrizes para a Política de atuação das Redes Sindicais na base da CNTM
10h30
Intervalo
Intervalo
10h45
E-group
E-group
12h30
Avaliação, sugestões e encerramento
Avaliação, sugestões e encerramento
13h00
Intervalo
Intervalo
14h00
Visita a duas empresas multinacionais
Visita a duas empresas multinacionais
Dia 28 de junho
7h00
Retorno a São Paulo
Retorno a São Paulo
4 de junho de 2014
SINDVAS questiona recesso durante a semana em creches de Santa Rita do Sapucaí
O Sindicato dos
Trabalhadores do Vale do Sapucaí (SINDVAS) alerta para os decretos de pontos facultativos
para servidores municipais de Santa Rita do Sapucaí. Isso tem gerado prejuízos
aos pais que ficam sem o serviço de creches durante a semana quando o
expediente de trabalho é normal nas empresas.
Confira no link abaixo
22 de maio de 2014
30 de janeiro de 2014
Metagal cede perante força do trabalhador
Os trabalhadores da
Metagal cruzaram os braços, na tarde desta quinta-feira (30), na unidade de
Santa Rita do Sapucaí por melhor valor da segunda parcela da PLR 2013. Os trabalhadores do segundo turno se
recusaram a entrar na empresa e os do primeiro turno, quando saíram da fábrica,
se juntaram a massa trabalhista e gritaram NÃO as propostas até então feitas
pela Metagal.
A presidente do
SINDVAS e da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de Minas Gerais (FEMETAL), Maria Rosângela Lopes, com o aval dos trabalhadores, deixou claro que
o retorno ao trabalho só aconteceria com uma nova proposta de PLR e que antes
passaria por aprovação dos trabalhadores.
Enquanto aguardavam uma
resposta da empresa todos os trabalhadores permaneceram debaixo do sol quente
de Santa Rita do Sapucaí. Quem pode procurou refugio debaixo de árvores ou de
sombrinhas, mas ninguém arredou o pé do propósito de uma PLR digna.
No meio da tarde, a
presidente do SINDVAS sugeriu que se formasse uma comissão de trabalhadores que
representasse os demais caso a empresa abrisse negociação. Cerca de 60
trabalhadores formaram essa comissão e chegaram a um valor mínimo para se
fechar a PLR. A proposta foi de R$ 1 mil
a serem pagos em 24 horas e que foi aceita por todos os trabalhadores após
votação.
Pouco tempo depois, a
empresa reabriu negociação e chamou o SINDVAS para discutir proposta na sala do
Conselho da Metagal via videoconferência, com os diretores de São Paulo. A
presidente e os diretores de base do Sindicato além de quatro trabalhadores
representantes da comissão participaram da reunião.
Os diretores da empresa
tentaram justificar a demora em negociar dizendo que estavam "raspando o
fundo do tacho para pagarem o trabalhador". A presidente do Sindicato
respondeu o trocadilho dizendo que no "fundo do tacho se encontra o doce
mais gostoso".
Por fim, na reunião
ficou acertado o valor de R$ 1 mil pagos 24 horas como segundo parcela da PLR
2013 da Metagal.
Polícia
A Polícia Militar
chegou à Metagal logo após os dirigentes do SINDVAS e a comissão dos
trabalhadores entrarem na reunião via videoconferência. Outros diretores, que
ficaram com os trabalhadores na porta da empresa, relataram que a ação inicial
foi de autoritarismo. (A Polícia Militar compareceu armada de forma ostensiva e
com um policial a paisana armado da mesma forma dizendo ser da inteligência da
polícia, fotografando dos dirigentes e veículos do Sindicato).
Os trabalhadores
demonstram que com isso não estão subjugados pelo capital e sabem que podem
democraticamente exercer o seu direito à greve.
Nenhum prego na Metagal caiu durante a paralisação.
Nenhum prego na Metagal caiu durante a paralisação.
Mas, tudo isso ocorria
distante dos olhos da presidente do SINDVAS que estava em reunião. Quando ela
soube do fato ameaçou interromper a reunião, de fato isso ocorreu por um
minutos. "Não somos bandidos, somos trabalhadores!", disse para a
direção da empresa que estava em São Paulo.
"Não estamos de
brincadeira, não dilapidamos o patrimônio da empresa. A paralisação está
pacífica e a empresa já havia sido avisada", concluiu. A direção da
Metagal respondeu que não havia sido a empresa responsável pelo acionamento da
polícia "e sim a segurança privada que tem isso como regulamento".
Mas, a mentira tem
perna curta. Assim que o policial quis redigir o Boletim de Ocorrência informou
que este precisaria ser assinado pela pessoa da Metagal responsável pelo acionamento
e a advogada, Damaris, confessou que havia sido ela a responsável, porém
"que havia feito por ordem de superiores".
A presidente do SINDVAS teve o rosto fotografado
para ser enviado a inteligência da Polícia. " Disseram que eu já estava
sendo investigada", relatou a presidente que respondeu "eu sou de 70,
vive a ditadura".
Direito
à greve
A greve não é ato
criminoso, pelo contrário é um direito do trabalhador para que possa manifestar
o seu descontentamento e lutar por melhores condições.
Lamentamos
profundamente a postura policial com os trabalhadores, que se manifestavam
pacificamente, uma vez que sabemos que eles também como trabalhadores não
impedidos realizar manifestações e "lutamos para que eles possam ter esse
direito", concluiu a presidente.
17 de janeiro de 2014
Empresa de Santa Rita do Sapucaí aposta na levitação de objetos
A empresa de Santa Rita
do Sapucaí Ledtec aposta em um novo mercado a partir de 2014: a fabricação de
dispositivos que permitem a levitação de objetos. A empresa já investiu cerca
de R$ 250 mil no desenvolvimento da tecnologia, valor que o sócio-proprietário,
Lourenço Menegon, pretende ter retorno em dois anos. Ele espera que o
lançamento acrescente em até 5% o crescimento anual da empresa que, atualmente,
está na faixa de 30% a 35%.
De acordo com Menegon, a ideia de se lançar nesse
novo mercado veio com um cliente da empresa. Interessado em ter uma miniatura
do produto que fabrica flutuando em sua loja, ele propôs aos sócios o estudo de
uma tecnologia que permitisse isso. "Ele nos procurou porque já temos
experiência em tecnologia e engenharia e nós aceitamos. Começamos a pesquisar
com a ideia inicial de usarmos ímãs, mas logo percebemos que era impossível
levitar objetos só com isso. Então agregamos outras tecnologias de
controle", relata.
O sócio-proprietário
explica que o dispositivo funciona compensando o peso do objeto com uma força
de repulsão magnética. "Modulando essa força podemos fazer com que esse
objeto flutue e até adquira outros atributos, como, por exemplo, girar. Também
conseguimos controlar sua altura e a velocidade com que gira", afirma. De
acordo com ele, a tecnologia é incorporada ao objeto que se deseja fazer
flutuar, como um brinquedo, um sapato ou uma joia, e esse objeto fica levitando
alguns centímetros acima de uma base. Menegon acredita que a principal
utilização da plataforma será na área comercial e no setor de educação.
"Ver um objeto flutuando atrai muito a atenção das pessoas, então é um
recurso interessante para as vitrines, por exemplo", diz.
De acordo com o
sócio-proprietário, a plataforma permite a levitação de objetos de qualquer
peso e a qualquer altura, entretanto quanto mais pesado e mais alto, mais
inviável fica a tecnologia em termos de custo-benefício. Ele afirma que o ideal
é a levitação de produtos que pesem entre 500g e 1Kg a uma altura de 5 a 10
centímetros. O preço da tecnologia deve variar ente R$ 100 e R$ 3 mil.
"Podemos fazer aplicações com levitação de alguns gramas, como uma maquete
de papel, ou produtos com algumas centenas de gramas, como um sapato ou um relógio,
ou, ainda, produtos mais pesados, como manequins, tablets e
computadores", exemplifica. Menegon afirma que empresa ainda está
aguardando a emissão da patente do produto, que deve ser lançado até o início
de 2014.
Fonte Diário do Comércio
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