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29 de fevereiro de 2016

Contratações na indústria sobem em Santa Rita do Sapucaí

A indústria de transformação contratou mais trabalhadores do que demitiu no mês de janeiro de 2016, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados no Ministério do Trabalho (Caged), em Santa Rita do Sapucaí.

O levantamento aponta que 161 contratações foram registradas no primeiro mês do ano enquanto 135 pessoas perderam o emprego no mesmo período. O setor registra variação positiva de 26 vagas com carteira assinada. Em dezembro de 2015, o saldo ficou em -278 vagas na indústria.

Em contrapartida, o emprego na área da agricultura, serviços e comércio diminuiu em janeiro. A maior variação ocorreu no setor comerciário com -41 vagas de trabalho geradas. Foram 38 contratações contra 79 demissões.

O setor de serviços fechou 54 vagas de trabalho e abriu 42, saldo de -12. A agricultura contratou 21 pessoas e desligou outras 25 no período de janeiro de 2016.


O resultado agregado de todos os setores aponta queda no número de carteiras assinadas no período analisado com 269 contratações e 299 demissões em janeiro.

7 de dezembro de 2015

Sindicato recebe denúncia de atrasos de pagamento na empresa AG

O SINDVAS atendeu na última semana uma denúncia de atrasos nos pagamentos de salário e 13° salário na empresa AG em Santa Rita do Sapucaí. O trabalhador encaminhou para o sindicato uma carta onde relatou os problemas. Abaixo, você pode ler a reprodução da carta na íntegra.


Entre as reclamações está a falta de informação para o trabalhador. O SINDVAS esclarece é de responsabilidade das empresas comunicarem aos seus trabalhadores a situação financeira pela qual passam e não o sindicato.

Os diretores do Sindicato em contato para saber o porquê dos atrasos mencionados, foram informados que a empresa passa por dificuldades e espera a conclusão do processo de venda para acertar com os trabalhadores.

A empresa AG faz parte do grupo AsGa com sede em Paulínia, interior de São Paulo. No dia 22 de outubro, a empresa japonesa Furukawa anunciou a compra de parte do grupo AsGa.



Denúncia

Venho por meio desta carta destacar aos amigos sindicalistas que minha empresa onde eu trabalho “AG IND. E COM. PLACAS ELET. LTDA”, está passando uma crise que não tem fim.

Vem atrasando salário, cartão alimentação e agora atrasou o 13° salário e está também com 6 meses de atraso com o fundo de Garantia. E tem mais a empresa “AG” foi capaz de desfazer de alguns funcionários, transferindo à para outra empresa sem acertar os direitos atrasados.

E agora está mudando a bandeira do cartão alimentação atrasado para outra bandeira. Será que vão acertar o atrasado?

Está semana segunda-feira eles foram capaz de entregar o olerit para a gente assinar com o 13° salário mas não foi pago até agora, só foi pago o salário do mês.

Está muito vago as coisas lá, não tem informação nenhuma da empresa com o funcionário.

Amigo sindicalistas desde já agradeço ouvir meu desabafo porque estou sofrendo muito com isso, eles tem que saber que tem mãe e pai de família que depende do salário no final do mês e principalmente de informação.

Obrigado, e que vocês sindicalistas não de as costas para essa situação

4 de maio de 2015

Confira as fotos do Dia 1º de Maio do SINDVAS

A Festa do Trabalhador, promovida pelo SINDVAS, animou o Dia do Trabalho em Santa Rita do Sapucaí, Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros. O Sindicato levou muita animação e informação para as cidades em eventos que duraram o dia todo.

Informações sobre as alterações na concessão de benefícios trabalhistas, implantadas pelo governo federal, foram oferecidas pelos diretores do SINDVAS que percorreram ruas do centro de Santa Rita do Sapucaí e as praças centrais de Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros.


Para as crianças foram disponibilizados brinquedos, doces e músicas que garantiram a diversão no feriado.  


















4 de dezembro de 2014

Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí assina acordo de amizade com cidade chinesa

O prefeito de Santa Rita do Sapucaí, Jefferson Gonçalves Mendes, assinou um acordo de amizade entre o município mineiro e a cidade chinesa de Fengxian. A cooperação pretende estabelecer intercâmbio de negócios, educação e cultura.

A cerimônia ocorreu, às 11 da manhã, na Incubadora Municipal da Empresas e contou com a presença da delegação chinesa, representantes de faculdades de Santa Rita e funcionários públicos. 
Logo após a cerimônia, os prefeitos trocaram presentes e seguiram para um café. 

12 de setembro de 2014

Contratações superam demissões no mês de agosto em Santa Rita do Sapucaí

O número de contratações com carteira assinada foi maior que o de demissões no mês de agosto em Santa Rita do Sapucaí. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado, nesta quinta-feira (11), informa que foram 465 admissões contra 426 demissões, o que leva a um saldo positivo no mês de 39 postos de trabalho.


A indústria de transformação do município registrou 260 contratações e 192 demissões. O saldo desse setor ficou positivo em 68 postos. O Caged também divulgou o dado anual que apresenta 4.893 contratações e 4.469 demissões no município.

9 de setembro de 2014

Feira Industrial do Vale da Eletrônica apresenta lançamentos e produtos inovadores

É consenso no mercado que para uma empresa consolidar a sua marca e se manter entre as melhores do setor, é preciso que ela invista cada vez mais em inovação. Para a indústria da tecnologia essa condição ganha ainda mais peso, considerando que os seus produtos se tornam obsoletos numa velocidade muito maior nos dias de hoje. Pensando nisso, empresas do Vale da Eletrônica, no Sul de Minas, investem constantemente em soluções inovadoras para o segmento, levando produtos diferenciados, práticos e de qualidade aos mais diversos tipos de mercado. São novidades que serão apresentadas na 13a Feira Industrial do Vale da Eletrônica (FIVEL), realizada entre os dias 3 e 5 de setembro, em Santa Rita do Sapucaí.

A Polsec Law Enforcement é uma das empresas que trazem para a FIVEL o lançamento de um produto inédito no mercado da segurança: o Observador POL-707, equipamento de monitoramento composto por um mini gravador e um transmissor digital portátil. O produto é direcionado para a Segurança Publica e Forças Armadas Brasileiras, sendo uma solução para o acompanhamento das ações dos militares e de agentes em tempo real. O Observador consiste em uma câmera de alta resolução direcionada pelo movimento da cabeça acoplada a um aparelho móvel, ideal para operações críticas e de longa duração. Com esse sistema, que também possui reconhecimento facial como função opcional, é possível monitorar e gravar remotamente tudo o que ocorre no ambiente e armazenar as imagens em uma central. De acordo com a empresa, serão investidos R$ 2 milhões na linha de produção do sistema e a expectativa é que o Observador atinja um faturamento de cerca de R$ 15 milhões já no primeiro ano de vendas. O Brasil é o principal foco da Polsec, mas outros países como Colômbia, México e Portugal já estão interessados no produto.

Também com novidades no setor da segurança, a empresa Genno realiza o pré-lançamento de uma nova Central de Alarme, que possui teclado retroiluminado e acesso remoto através de telefone, o que permite que o usuário possa controlar o seu sistema de onde estiver. Segundo a companhia a solução garante praticidade e um monitoramento mais efetivo de qualquer ambiente, além disso, a central é simples de ser utilizada e o consumidor pode ativar ou desativar o alarme a qualquer momento, através do seu smartphone, ou até abrir uma fechadura ou portão, se desejar.

Seguindo a ideia de monitoramento à distância, um conceito cada vez mais explorado no contexto das novas tecnologias, a Comtac resolveu apostar em um produto que pode ser adaptado, também, para o dia-a-dia de mães e donas de casa: a IPCam, uma espécie de versão mais moderna da chamada babá eletrônica. O aparelho, composto por uma câmera que pode ser controlada remotamente por até quatro dispositivos, como smartphones e tablets, possui lente de infravermelho, zoom digital e memoriza 16 posicionamentos de ângulos pré-determinados. O envio das imagens é feito por meio de aplicativos desenvolvidos pela própria Comtac e o sistema ainda possui um sensor de movimentos que emite alertas de mudança de ambiente, como um movimento do bebê ou caso alguém entre no quarto, por exemplo. Nesses casos, a câmera fotografa e envia a imagem para um ou mais e-mails cadastrados. Além disso, a IPCam conta com um alto-falante embutido, que permite ao usuário interagir com a área monitorada.

Empresa líder de mercado na América Latina e uma das cinco principais do mundo em sensores e instrumentos, a Sense Eletrônica também apresenta ao público da FIVEL um lançamento: o Sensor Fotoelétrico Inteligente, sistema que utiliza um feixe luminoso para detectar a presença ou ausência de pessoas ou objetos. O produto é composto por um Circuito Integrado de aplicação específica que possui o primeiro chip industrial produzido em Minas Gerais, com tecnologia inteiramente do Vale da Eletrônica. Desenvolvido em parceria com Instituto Nacional de Telecomunicações (INATEL) e com a Design House Minas IC, o chip, denominado MGT 10000, foi criado para atender, especificamente, às linhas de sensores fotoelétricos da Sense. O dispositivo abastece o sistema fotoelétrico com um baixo consumo de potência, garantindo, ao mesmo tempo, uma grande faixa de operações dos sensores, que varia de 100 milímetros a 30 metros de distância, bem como o seu funcionamento em diferentes temperaturas, que podem ir de -40oC a +120oC.


Produtos inovadores para a educação

Nessa edição da FIVEL, a Exsto Tecnologia, empresa que fabrica equipamentos voltados para o ramo de didática tecnológica, apresenta o Laboratório Móvel, produto destinado a instituições de ensino que não dispõem de estrutura física para suprir toda a demanda de alunos. A solução foi criada com intuito de ser comprada ou alugada por escolas e permite, ainda, que o laboratório vá até os estudantes, podendo chegar, por exemplo, a presídios e a locais de difícil acesso. A peça é composta por 5 bancadas, 4 para atender aos alunos e uma para o professor, que também conta um quadro branco e uma TV. Todos os materiais de consumo utilizados, como cabos conectores e fios também são fornecidos pela Exsto.



Fonte Pouso Alegre.net

BID investirá mais R$ 6 milhões no Vale da Eletrônica

A 13ª edição da Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel), promovida pelo Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), movimentou a pequena Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, com 40 mil habitantes, ente os dias 3 e 5 de setembro. O chamado Vale da Eletrônica brasileiro se reuniu para expor produtos, fazer lançamentos, receber estudantes e visitantes interessados em tecnologia e em fazer negócios.

Durante o evento, a especialista do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil, Vanderléia Radaelli, declarou que o BID continuará com o apoio financeiro ao Arranjo Produtivo Local (APL) com investimentos de mais de R$ 6 milhões para os próximos anos. De acordo com Vanderléia, Santa Rita do Sapucaí apresenta o melhor desenho econômico por reunir a Fiemg, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Sebrae em um só lugar, o que é fundamental para o sucesso do Vale. "Estamos muito felizes com os ótimos resultados apresentados pelas empresas envolvidas que têm como base a inovação", ressalta.

O apoio é referente à segunda fase do Projeto de Apoio à Competitividade das Empresas do Arranjo Produtivo Local, iniciado em 2004, quando o banco também aportou R$ 6 milhões e beneficiou cerca de cem das 153 indústrias da região. "Outro valor do APL é a produção de capital humano com formação qualificada pelas escolas técnicas da região, que em médio prazo é um ativo que tem que ser desenvolvido de forma contínua para manter o nível de inovação", afirma a especialista. Segundo Vanderléia, as indústrias tecnológicas devem buscar a inovação uma vez que a competividade do mercado é a nível global e não apenas local.

Balanço - A Fivel recebeu mais de 12 mil visitantes entre empresários nacionais e internacionais e alunos da região. Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto de Souza, foram gerados negócios na ordem de R$ 800 milhões, o que representa em torno de 30% do faturamento anual, que no último ano atingiu R$ 2,7 bilhões. De acordo com ele, mais de R$ 100 milhões foram investidos pelas empresas no lançamento de novos produtos e nas linhas de produção.

A Fivel, neste ano, foi instalada no campus da Escola Técnica de Eletrônica Francisco Moreira da Costa (ETE FMC). Os produtos exibidos estavam voltados especialmente para os setores de eletroeletrônicos; telecomunicações; segurança; eletrônica; informática; radiodifusão; automação industrial, predial e comercial; tecnologia da informação (TI), eletrodomésticos, insumos e prestação de serviço.

O Vale da Eletrônica reúne 153 empresas e emprega cerca de 10 mil pessoas capazes de fabricar atualmente 13,7 mil itens diferentes. Atualmente as empresas do cluster exportam para 41 países, tendo como principais consumidores os mercados europeu e asiático.


Fonte Diário do Comércio

Santa Rita do Sapucaí vive boom de inovação tecnológica

Cidade com tradição no plantio de café, Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas – com 38,7 mil habitantes –, também é um “canteiro de fábricas” do setor de tecnologia, como define o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto de Souza Pinto. É que, a cada 15 dias, as empresas do município têm, em média, 25 itens, entre lançamentos de novos produtos e inovação tecnológica, calcula Pinto. Além do boom de inovação, o presidente do Sindvel informa que, a cada dois anos, chegam ao Vale da Eletrônica ao menos 20 empresas originadas das incubadoras. Atualmente, são 153 empresas que empregam cerca de 10 mil pessoas e vão gerar um faturamento de R$ 2,7 bilhões neste ano. “A inovação tecnológica acontece ‘todos os dias’, se ela parar, a empresa morre em três meses”, calcula Pinto.

Entre os 13,7 mil itens produzidos, os que possuem software embarcado são os que sofrem inovação diariamente independentemente da área de atuação da empresa. “A minha empresa (Santa Rita Alarmes) produz rastreadores de veículos, e todos os dias o cliente pede para fazer alguma coisa que o mercado demanda”,diz.

Durante a Feira Industrial do Vale da Eletrônica, que terminou na última sexta-feira, as Forças Armadas também foram buscar inovação em Santa Rita do Sapucaí. O coronel do Exército George da Silva Diverio diz que existe a necessidade de interação das Forças Armadas com a sociedade e, principalmente, com a indústria nacional de defesa. “Precisamos de uma gama gigantesca de artigos diversos, como desenvolvimento de radares, rádios definidos por software, antenas, componentes eletrônicos e circuitos integrados”, enumera alguns deles.

Além de fazer palestra durante o evento, o coronel também fez prospecção de produtos e interessou-se por um sistema de comunicação de controle que dá a parte situacional do combatente e transmissão de dados. Sem citar nomes de empresas, o coronel do Exército também encontrou um rádio construído somente com software. “Pouquíssimos países no mundo têm um rádio que é definido por software”, explica.

Também na feira, a especialista sênior em ciência e tecnologia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Vanderleia Radaelli, conta que a instituição já investiu R$ 6 milhões nos últimos quatro anos no Vale da Eletrônica e vai investir mais. “Estamos muito felizes do quanto as empresas estão envolvidas com a atividade de inovação”, conclui. 


Fonte O Tempo

Feira no Sul de Minas tem plano para tirar gringos de cena

Os fabricantes de eletroeletrônicos do polo de Santa Rita do Sapucaí, o chamado Vale da Eletrônica, no Sul de Minas Gerais, se preparam para receber, a partir de amanhã, 800 compradores de matérias-primas e componentes do Brasil, México, Chile, Peru, Colômbia, Uruguai, Argentina e Equador. A estratégia nas agendas de encontros é garantir encomendas para os próximos 12 a 18 meses, ofensiva vital das empresas num momento de retração da indústria brasileira de transformação e de perspectiva de baixo crescimento econômico. O principal apelo será a capacidade técnica das fábricas para substituir as importações no setor, informa o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto Souza Pinto.

“Vamos bater no espaço que os produtos eletroeletrônicos podem tirar dos importados”, afirma o industrial, com o respaldo dos números que mostram o crescimento das exportações do polo mineiro. Nos últimos oito anos, a receita das vendas externas aumentou quase cinco vezes, ao sair de US$ 6,510 milhões em 2006 para US$ 32 milhões no ano passado. O número de empresas exportadoras evoluiu de seis para 53.

Segundo Roberto Pinto, além da qualidade dos produtos – quase todas as empresas têm o certificado ISO 9000 e todos os itens que saem das linhas de produção têm de ser homologados por órgãos reguladores – a eficiência alcançada em custos deu maior competitividade ao Vale da Eletrônica. 
Aparelhos para radiodifusão, particularmente transmissores de TV digital, que têm alto conteúdo tecnológico e não são volumosos, têm tido a melhor performance na briga com os artigos importados. Soluções em eletrônicos voltados para a segurança também se destacam nas linhas de produção de 38 das 153 empresas do polo de Santa Rita do Sapucaí.

Os eletroeletrônicos tendem a ganhar espaço no mercado externo, na avaliação de Alexandre Brito, consultor de negócios internacionais da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Ele aponta algumas particularidades do Vale da Eletrônica como fatores-chaves do trabalho de busca de clientes no exterior, como a capacidade de desenvolver produtos feitos sob encomenda, o compartilhamento dinâmico das empresas de informações que não tratam de segredos industriais, facilidade logística operacional e capacidade técnica da mão de obra local. 

De acordo com o presidente do Sindvel, Roberto Pinto, os encontros de negócios com os compradores de matérias-primas e componentes em setembro vão funcionar como um termômetro da demanda do setor para 2015. A programação que está sendo preparada inclui visitas dos compradores às fábricas do polo, como parte da 13ª Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel) 2014, que ocorre de 3 a 5 de setembro. 

Durante o evento, as 153 empresas vão expor cerca de 13 mil produtos destinados às áreas de eletroeletrônica, construção civil, radiodifusão e defesa. Cerca de 70% do faturamento do polo industrial, estimado em R$ 2,7 bilhões neste ano, é apurado a partir de contratos que começam a ser negociados na Fivel.


Fonte Estado de Minas

4 de setembro de 2014

Indústrias de eletrônicos investem R$ 100 milhões em Minas

Na contramão da crise financeira que assola grande parte dos mercados do Brasil e do mundo, as empresas que compõem o Vale da Eletrônica, localizado em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, apostam em aumento de plantas, lançamentos de produtos e novas fábricas. Para isso, estão investindo cerca de R$ 100 milhões este ano, segundo o sindicato do setor.

Entre as empresas em expansão está a Sense Sensors & Instuments, que desenvolveu os primeiros chips inteiramente brasileiros. Por meio de recursos do Funtec (Fundo Tecnológico) do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e em parceria com o Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), o novo dispositivo visa um melhor custo- benefício para a automação de máquinas e equipamentos.

Outra companhia que aposta em novidades é a Polsec, que investiu R$ 2 milhões em uma nova fábrica em Santa Rita do Sapucaí e está apostando em lançamentos. Destaque para o Observador POL-707, um equipamento que permite filmar, gravar e transmitir vídeo e o posicionamento geográfico da pessoa em tempo real.

Ele é direcionado para Segurança Pública e Forças Armadas e é apontado como solução para o monitoramento de ações dos militares. De acordo com o diretor da empresa, Eudes Bispo, a expectativa é que o novo produto atinja um faturamento de cerca de R$ 15 milhões já no primeiro ano.
Negócios

Tanto o chip quando o aparelho de monitoramento estarão sendo lançados durante a Fivel (Feira Industrial do Vale da Eletrônica), que começou nesta quarta-feira (3), e termina na sexta (5). O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Vale da Eletrônica.

Segundo o presidente da entidade, Roberto de Souza Pinto, a feira deve gerar R$ 800 milhões em negócios, o que corresponde a cerca de 30% do faturamento anual das empresas da região. O Vale da Eletrônica tem 153 indústrias, emprega 10 mil pessoas, exporta para 41 países e é considerado o berço da tecnologia de ponta no Brasil, chegando a ser comparado com o Vale do Silício, nos Estados Unidos.



Fonte Hoje em Dia


Atuação conjunta fortalece polo do Vale da Eletrônica

Arranjo Produtivo Local expande atividades e investirá R$ 100 milhões neste ano

Enquanto a maioria dos setores industriais brasileiros tem sofrido as conseqüências da crise econômica, as empresas instaladas no Vale da Eletrônica, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, seguem na contramão do desaquecimento, registrando expansão das atividades e realizando aportes que deverão chegar a R$ 100 milhões.

A receita do sucesso, conforme o presidente do Sindicato das Indústrias de Aparelhos Eletrônicos, Elétricos e Similares do Vale da Eletrônica (Sindvel), Roberto de Souza Pinto, está na atuação conjunta das empresas, que permite o fortalecimento dos negócios e o aumento da competitividade.

"A crise existe e não somos imunes a ela. Nosso faturamento vai crescer menos no decorrer deste exercício em função do menor ritmo da economia, mas o fato de estarmos organizados em um APL (Arranjo Produtivo Local), atuando de forma conjunta, acaba nos beneficiando diante de situações adversas. Os demais setores são mais prejudicados porque cada empresa tem que lutar sozinha", explica.

Assim, a expectativa é que o faturamento das empresas do Vale da Eletrônica cresça entre 7% e 10% em 2014 frente o ano passado, totalizando R$ 2,7 bilhões. Nos exercícios anteriores a média de crescimento girava em torno de 30%. Em relação ao desempenho da primeira metade do exercício, apesar de não revelar o índice de crescimento, Pinto diz que o resultado ficou positivo. "Não houve pico no resultado, mas também não apresentamos retração, não precisamos dar férias coletivas nas empresas, nem demitir funcionários", exemplifica.

Fortalecimento - Prova disso, conforme o presidente, é que, juntos, os fabricantes de materiais eletroeletrônicos da região investirão, ao longo deste exercício, cerca de R$ 100 milhões em aumento de plantas, lançamentos de produtos e novas fábricas. Segundo ele, os aportes não deixam de ser também uma maneira de fortalecer ainda mais as empresas do setor.
"Nossa área está diretamente ligada a tecnologia e precisamos investir diariamente em melhorias dos processos produtivos, aquisição de máquinas e equipamentos para automação da produção, construção de novas instalações, aumentando as plantas existentes e, claro, no treinamento e conhecimento dos nossos profissionais", justifica.

Os pedidos têm vindo tanto do mercado interno quanto do externo. Especificamente sobre a demanda nacional, o presidente do sindicato reafirma que cada vez mais o mercado brasileiro tem notado a qualidade dos produtos fabricados no país e a inferioridade dos importados. Ele destaca a garantia dos produtos da região, assim como a durabilidade dos itens. "Na maioria das vezes, os itens vindos do exterior são melhores até apresentarem o primeiro defeito. Depois disso, é descarte certo", diz.

Neste sentido, Pinto lembra que a programação da 13ª Feira Industrial do Vale da Eletrônica (Fivel) 2014, que começou na terça-feira passada e vai até a sexta-feira, inclui visitas dos compradores às fábricas do polo.
O dirigente empresarial afirma que é neste momento que os clientes conhecem as particularidades dos itens nacionais, bem como a capacidade de produção das empresas instaladas na cidade, o que garante negócios e demanda futura. "Cerca de 70% do nosso faturamento é apurado a partir de contratos que começam a ser negociados na feira", ressalta.

Fonte  Diário do Comércio

18 de junho de 2014

CNTM realizará oficina de redes sindicais em Santa Rita do Sapucaí



Dando continuidade aos trabalhos da Coordenação Estratégica de Redes Sindicais (CEReS), criada pela CNTM em 2013, seus membros participarão em Santa Rita do Sapucaí/MG, nos próximos dias 26 e 27 de junho, de oficinas de capacitação sobre o tema redes sindicais na base metalúrgica.

Programação 

Dia 25 de junho
Chegada dos participantes 


Dia 26 de junho
8h00
Abertura: com Pedro Celso, secretário-geral da CNTM, e Maria Rosângela Lopes, presidenta da Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais
8h15
Histórico do Trabalho de Redes na CNTM
8h30
Dinâmica
9h00
Redes: objetivos, conceitos e diretrizes
9h45
Intervalo
10h00
Redes: organização, funcionamento e gestão
11h00
Trabalho Individual
11h20
Trabalho em Grupo
12h00
Intervalo 
13h30
Apresentação dos Trabalhos em Grupo
14h30
Análise crítica construtiva dos trabalhos em grupos
15h30
Intervalo 
15h45
Marcos nacionais, internacionais e globais
16h45
Dinâmica
17h00
Avaliação e encerramento


Dia 27 de junho
9h00
Dinâmica
9h15
Desafios e Diretrizes para a Política de atuação das Redes Sindicais na base da CNTM
10h30
Intervalo
10h45
E-group
12h30
Avaliação, sugestões e encerramento
13h00
Intervalo
14h00
Visita a duas empresas multinacionais


Dia 28 de junho  
7h00
Retorno a São Paulo

4 de junho de 2014

SINDVAS questiona recesso durante a semana em creches de Santa Rita do Sapucaí

O Sindicato dos Trabalhadores do Vale do Sapucaí (SINDVAS) alerta para os decretos de pontos facultativos para servidores municipais de Santa Rita do Sapucaí. Isso tem gerado prejuízos aos pais que ficam sem o serviço de creches durante a semana quando o expediente de trabalho é normal nas empresas.

A presidente do Sindicato, Maria Rosângela Lopes, concedeu entrevista sobre esse assunto à Rádio Difusora de Santa Rita. 


Confira no link abaixo

30 de janeiro de 2014

Metagal cede perante força do trabalhador


Os trabalhadores da Metagal cruzaram os braços, na tarde desta quinta-feira (30), na unidade de Santa Rita do Sapucaí por melhor valor da segunda parcela da PLR 2013.  Os trabalhadores do segundo turno se recusaram a entrar na empresa e os do primeiro turno, quando saíram da fábrica, se juntaram a massa trabalhista e gritaram NÃO as propostas até então feitas pela Metagal.

A presidente do SINDVAS e da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de Minas Gerais (FEMETAL), Maria Rosângela Lopes, com o aval dos trabalhadores, deixou claro que o retorno ao trabalho só aconteceria com uma nova proposta de PLR e que antes passaria por aprovação dos trabalhadores.

Enquanto aguardavam uma resposta da empresa todos os trabalhadores permaneceram debaixo do sol quente de Santa Rita do Sapucaí. Quem pode procurou refugio debaixo de árvores ou de sombrinhas, mas ninguém arredou o pé do propósito de uma PLR digna.

No meio da tarde, a presidente do SINDVAS sugeriu que se formasse uma comissão de trabalhadores que representasse os demais caso a empresa abrisse negociação. Cerca de 60 trabalhadores formaram essa comissão e chegaram a um valor mínimo para se fechar a PLR.  A proposta foi de R$ 1 mil a serem pagos em 24 horas e que foi aceita por todos os trabalhadores após votação.

Pouco tempo depois, a empresa reabriu negociação e chamou o SINDVAS para discutir proposta na sala do Conselho da Metagal via videoconferência, com os diretores de São Paulo. A presidente e os diretores de base do Sindicato além de quatro trabalhadores representantes da comissão participaram da reunião.
Os diretores da empresa tentaram justificar a demora em negociar dizendo que estavam "raspando o fundo do tacho para pagarem o trabalhador". A presidente do Sindicato respondeu o trocadilho dizendo que no "fundo do tacho se encontra o doce mais gostoso".

Por fim, na reunião ficou acertado o valor de R$ 1 mil pagos 24 horas como segundo parcela da PLR 2013 da Metagal.

Polícia



A Polícia Militar chegou à Metagal logo após os dirigentes do SINDVAS e a comissão dos trabalhadores entrarem na reunião via videoconferência. Outros diretores, que ficaram com os trabalhadores na porta da empresa, relataram que a ação inicial foi de autoritarismo. (A Polícia Militar compareceu armada de forma ostensiva e com um policial a paisana armado da mesma forma dizendo ser da inteligência da polícia, fotografando dos dirigentes e veículos do Sindicato).

Perguntados se queriam entrar na fábrica, os trabalhadores mais uma vez disseram NÃO e dessa vez para a Polícia que obrigou o portão ficasse aberto. (O portão jamais esteve fechado. O portão é eletrônico e o controle fica na mão da empresa, ficando fechado por opção da mesma).

Os trabalhadores demonstram que com isso não estão subjugados pelo capital e sabem que podem democraticamente exercer o seu direito à greve. 

Nenhum prego na Metagal caiu durante a paralisação.

Mas, tudo isso ocorria distante dos olhos da presidente do SINDVAS que estava em reunião. Quando ela soube do fato ameaçou interromper a reunião, de fato isso ocorreu por um minutos. "Não somos bandidos, somos trabalhadores!", disse para a direção da empresa que estava em São Paulo.

"Não estamos de brincadeira, não dilapidamos o patrimônio da empresa. A paralisação está pacífica e a empresa já havia sido avisada", concluiu. A direção da Metagal respondeu que não havia sido a empresa responsável pelo acionamento da polícia "e sim a segurança privada que tem isso como regulamento".

Mas, a mentira tem perna curta. Assim que o policial quis redigir o Boletim de Ocorrência informou que este precisaria ser assinado pela pessoa da Metagal responsável pelo acionamento e a advogada, Damaris, confessou que havia sido ela a responsável, porém "que havia feito por ordem de superiores".

A presidente do SINDVAS teve o rosto fotografado para ser enviado a inteligência da Polícia. " Disseram que eu já estava sendo investigada", relatou a presidente que respondeu "eu sou de 70, vive a ditadura".



Direito à greve

"A Constituição Federal, em seu artigo 9º e a Lei nº 7.783/89 asseguram o direito de greve a todo trabalhador, competindo-lhe a oportunidade de exercê-lo sobre os interesses que devam por meio dele defender".

A greve não é ato criminoso, pelo contrário é um direito do trabalhador para que possa manifestar o seu descontentamento e lutar por melhores condições.


Lamentamos profundamente a postura policial com os trabalhadores, que se manifestavam pacificamente, uma vez que sabemos que eles também como trabalhadores não impedidos realizar manifestações e "lutamos para que eles possam ter esse direito", concluiu a presidente.

17 de janeiro de 2014

Empresa de Santa Rita do Sapucaí aposta na levitação de objetos

A empresa de Santa Rita do Sapucaí Ledtec aposta em um novo mercado a partir de 2014: a fabricação de dispositivos que permitem a levitação de objetos. A empresa já investiu cerca de R$ 250 mil no desenvolvimento da tecnologia, valor que o sócio-proprietário, Lourenço Menegon, pretende ter retorno em dois anos. Ele espera que o lançamento acrescente em até 5% o crescimento anual da empresa que, atualmente, está na faixa de 30% a 35%. 

De acordo com Menegon, a ideia de se lançar nesse novo mercado veio com um cliente da empresa. Interessado em ter uma miniatura do produto que fabrica flutuando em sua loja, ele propôs aos sócios o estudo de uma tecnologia que permitisse isso. "Ele nos procurou porque já temos experiência em tecnologia e engenharia e nós aceitamos. Começamos a pesquisar com a ideia inicial de usarmos ímãs, mas logo percebemos que era impossível levitar objetos só com isso. Então agregamos outras tecnologias de controle", relata.

O sócio-proprietário explica que o dispositivo funciona compensando o peso do objeto com uma força de repulsão magnética. "Modulando essa força podemos fazer com que esse objeto flutue e até adquira outros atributos, como, por exemplo, girar. Também conseguimos controlar sua altura e a velocidade com que gira", afirma. De acordo com ele, a tecnologia é incorporada ao objeto que se deseja fazer flutuar, como um brinquedo, um sapato ou uma joia, e esse objeto fica levitando alguns centímetros acima de uma base. Menegon acredita que a principal utilização da plataforma será na área comercial e no setor de educação. "Ver um objeto flutuando atrai muito a atenção das pessoas, então é um recurso interessante para as vitrines, por exemplo", diz.

De acordo com o sócio-proprietário, a plataforma permite a levitação de objetos de qualquer peso e a qualquer altura, entretanto quanto mais pesado e mais alto, mais inviável fica a tecnologia em termos de custo-benefício. Ele afirma que o ideal é a levitação de produtos que pesem entre 500g e 1Kg a uma altura de 5 a 10 centímetros. O preço da tecnologia deve variar ente R$ 100 e R$ 3 mil. "Podemos fazer aplicações com levitação de alguns gramas, como uma maquete de papel, ou produtos com algumas centenas de gramas, como um sapato ou um relógio, ou, ainda, produtos mais pesados, como manequins, tablets e computadores", exemplifica. Menegon afirma que empresa ainda está aguardando a emissão da patente do produto, que deve ser lançado até o início de 2014.

Incremento - O dispositivo de levitação vem para acelerar o crescimento da empresa, que já vinha sendo alavancado pela oferta de projetos em led. De acordo com Menegon, esse serviço, iniciado na empresa há cerca de dez anos, teve um aumento de 100% nos últimos dois anos e foi o responsável pelo crescimento anual entre 30% e 35% da Ledtec. Ele explica que a empresa começou apenas com a fabricação de impressoras especiais, instaladas em caixas eletrônicos, por exemplo, mas a venda desse produto ficava muito suscetível à variação da economia do país. "Se o país crescia 4%, nós também crescíamos nessa mesma proporção. Não temos dúvidas que as taxas de crescimento maiores nos últimos anos vieram com a inovação dos serviços de iluminação de led", analisa.


Fonte Diário do Comércio