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1 de dezembro de 2015

Força Sindical lança `Dragão Noel´em Brasília


A Força Sindical montou nesta terça, 1º dezembro, na Rodoviária de Brasília, duas barracas para a população e os parlamentares mandarem recados para o governo.

A ação, intitulada "Mande seu recado para o Dragão Noel", tem como chamariz visual um dragão inflável de treze metros de altura, com três cabeças, cada uma representando um mal: inflação, desemprego e juros altos.


O presidente da CNTM e da Força Sindical, Miguel Torres, que participa desta mobilização crítica e criativa em Brasília, comenta. "É um canal direto para a sociedade expressar a insatisfação com os rumos da economia”.



CNTM

2 de junho de 2015

Metalúrgicos protestam contra juros altos e desemprego

Dirigentes e ativistas metalúrgicos participaram do protesto da Força Sindical, juntamente com outras centrais sindicais e movimentos sociais, nesta terça-feira (dia 2), contra os juros altos e o desemprego. Os manifestantes se concentraram a partir das 10 horas, na porta do prédio do Banco Central, na avenida Paulista, 1.804, em São Paulo.

As centrais sindicais Força Sindical, CUT, UGT, Nova Central, CTB, CSB e CGTB realizaram, hoje (dia 2), em frente ao Banco Central, em São Paulo, protesto contra os juros altos e uma de suas consequências mais prejudiciais aos trabalhadores, que é o desemprego. “Realizamos este ato para tentar sensibilizar os integrantes do Copom (Comitê de Política Monetária) a iniciar um novo ciclo, de reduzir a taxa Selic em vez de aumentá-la, como está previsto”, afirma Miguel Torres, presidente da Força Sindical e CNTM. 

Além de São Paulo, onde compareceram cerca de 3, 5 mil pessoas, os sindicalistas realizaram, ainda, protestos em Brasília, Salvador e Goiânia na data de hoje, início da reunião do Copom para decidir, amanhã (dia 3), a nova Selic (taxa básica de juros).

“A taxa Selic está nas alturas. É um absurdo esta política adotada pelo governo de elevar a taxa de juros e provocar a recessão”, diz Miguel. Segundo ele, a cada aumento nos juros cresce o número de desempregados e são reduzidos os investimentos e financiamentos para a produção. “A recessão não é a solução. Precisamos manter as Centrais unidas e defender a Pauta Trabalhista”, destaca. 

O deputado Paulo Pereira da Silva, Paulinho, (Solidariedade-SP), destaca a importância de lutar contra os juros altos, que dificultam muito o incremento da produção e da geração de novos empregos.

Para contrapor à crise econômica, João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Central, ressalta a importância de “lutarmos pela jornada de 40 horas semanais de trabalho, pela recomposição do poder de compra dos aposentados e por salários dignos”.

Sergio Luiz Leite, Serginho, 1º secretário da Central, afirma que a conta da crise não pode recair sobre os trabalhadores. “Vamos dizer não ao governo, que transfere os recursos obtidos pelo aumento dos juros para as contas dos banqueiros.”


Para Carlos Andreu Ortiz, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, “o aprofundamento da crise econômica, uma das consequências dos juros altos, reduz ainda mais os ganhos dos aposentados”.


Força Sindical 

20 de maio de 2015

Metalúrgicos vão ao Senado pressionar contra MPs

Miguel Torres, presidente da CNTM e da Força Sindical, está à frente de uma equipe de dirigentes metalúrgicos, a partir desta quarta-feira, 20 de maio, em Brasília. 

O objetivo desta missão sindical é pressionar os senadores a derrubarem as Medidas Provisórias 664 e 665, que alteram e dificultam o acesso do trabalhador a importantes direitos trabalhistas e previdenciários.


Estas medidas poderão ser votadas pelo plenário do Senado nesta semana. 


CNTM

30 de março de 2015

Todos em Brasília a partir do dia 7 para lutar contra as MPs

A Força Sindical convocou os representantes de sindicatos, federações e confederações das diversas categorias para comparecerem em peso  no Congresso Nacional  entre os dias 7 e 9 em Brasília para  sensibilizar os parlamentares para manter os direitos dos trabalhadores.

Neste período, serão realizadas audiências públicas para debater as Medidas Provisórias 664 (mudanças no Abono Salarial e benefícios do Seguro Desemprego) e 665 (alterações nos benefícios previdenciários em caso de morte, doença e reclusão). Neste mesmo período estará em debate, também na Câmara dos Deputados, o projeto de Lei 4330, da terceirização.


“Face a importância dos temas em debate no parlamento e a necessidade de ampla mobilização dos trabalhadores pelos seus direitos, convocamos os dirigentes e ativistas sindicais para comparecerem a Brasília. O objetivo será participar dos debates e interceder, junto aos parlamentares e lideranças partidárias, em defesa da Pauta Trabalhista”, diz Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

2 de março de 2015

Centrais realizam atos contra restrições no seguro-desemprego


As centrais sindicais realizaram nesta segunda-feira uma série de manifestações pela revogação das MPs 664 e 665, que alteram e dificultam o acesso ao seguro-desemprego e a outros direitos (abono salarial, seguro-defeso, pensão por morte, auxílio-doença e auxílio-reclusão).

Em São Paulo, o ato começou às 10 horas, em frente à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (rua Martins Fontes, nº 109 – Centro), com presença de 2 mil manifestantes, de todas as centrais sindicais e de diversas categorias profissionais, incluindo os metalúrgicos.

“É fundamental esclarecer a sociedade sobre a decisão do governo, que tenta fazer com que os trabalhadores paguem a conta de uma crise econômica que ele não provocaram. As medidas provisórias precisam ser revogadas”, afirma Miguel Torres, presidente da CNTM e Força Sindical.

Na reunião de negociação com o governo, os sindicalistas apresentaram alternativas para evitar as limitações ao pagamento dos benefícios. A Força Sindical defende a taxação sobre grandes fortunas, imposto sobre lucros e dividendos distribuídos, tributação sobre remessas de lucro, taxação de aeronaves e embarcações de luxo.

Val Gomes - CNTM


Ato em Belo Horizonte
A Força Sindical, liderada pelo presidente Vandeir Messias, integrou o protesto das Centrais, na manifestação promovida na manhã de 02/03, em frente ao prédio da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), no Centro da Capital mineira.

No dia em que as medidas provisórias 664 e 665 entram em vigor, os sindicalistas defenderam a revogação das MPs que alteram as regras do seguro-desemprego, abono salarial, seguro-defeso, pensão por morte, auxílio-doença e auxílio-reclusão.

Messias lembrou que os trabalhadores que chegaram ao MTE para fazer rescisões contratuais ou para dar entrada no pedido do seguro-desemprego serão informados de que não estão mais aptos a receber o benefício. No caso, aqueles trabalhadores com mais de seis ou menos de dezoito meses de carteira assinada serão dispensados já na fila.


Ato em Sergipe
A Força Sindical Sergipe realizou na manhã de hoje em frente a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego/SE, ato contra as Medidas Provisórias 664 e 665. Vários sindicatos filiados a Central participaram do ato, que contou com a presença de mais de 500 pessoas.

No estado a única central que realizou o ato, foi a Força sendo a pioneira na luta contra as medidas perversas que a presidente, Dilma e seu governo querem tornar lei.

"Não permitiremos que o governo tire proveito do trabalhador brasileiro. Não descansaremos até que as medidas provisórias 664 e 665 sejam derrubadas, e pedimos apoio do parlamentares do congresso nacional para que votem contra essas medidas inconstitucionais", disse André Santana, vice-presidente da Força Sindical Sergipe.


Ato em Sorocaba
Na manhã desta segunda-feira (2), dez sindicatos ligados à Força Sindical e à União Geral dos Trabalhadores ocuparam durante duas horas o prédio da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, em Sorocaba, em razão de terem entrado em vigor as medidas provisórias 664 e 665, publicadas no final de dezembro pelo governo federal e que começaram a vale em março.

Entre as principais mudanças geradas por essas duas MPs estão alterações no seguro-desemprego, sendo que, anteriormente, tinham direito ao seguro os trabalhadores com seis meses de carteira assinada. Agora passam a receber o benefício somente depois de 18 meses de trabalho registrado. No caso da pensão por morte, o cônjuge passa a receber 50% do benefício, valor que antes era de 100%.

O coordenador da Regional da Força Sindical e presidente do Sindicato dos Químicos de Sorocaba e Região, Carlos Alberto dos Santos, o Carlão, destaca que a intenção da manifestação é pressionar o governo para que as MPs sejam revogadas ou que o Congresso Nacional as rejeitem quando forem votadas.

 “Essas medidas tiram direitos históricos dos trabalhadores e não podemos deixar que isso aconteça. O trabalhador agora vai ter que trabalhar 18 meses para voltar a ter direito ao seguro-desemprego. Em uma cidade industrial como Sorocaba, em que há uma grande rotatividade de funcionários, os trabalhadores acabam perdendo direitos com as alterações promovidas pelas MPs. Nós também estamos reivindicando que o Governo Federal volte a discutir a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais e o fim do fator previdenciário” afirmou Carlão.


Ato em Ribeirão Preto

A Força Sindical Ribeirão Preto junto a UGT e sindicatos filiados realizaram na manhã desta segunda feira, manifestação e panfletagem em frente à Gerência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego em Ribeirão Preto pela revogação das alterações nos benefícios como seguro desemprego, auxílio doença, pensão por morte e seguro defeso.

Edmilson Domingues, Coordenador Regional da Força Sindical Ribeirão Preto e presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Ribeirão Preto e Região, explica que o protesto traduz a “indignação dos trabalhadores de todo o país em face das alterações que tiram seus direitos conquistados através de muita luta”, conta.

25 de fevereiro de 2015

Centrais Sindicais planejam paralisação nacional contra mudanças trabalhistas

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, disse nesta quarta-feira, 25, que as Centrais Sindicais planejam uma paralisação nacional de trabalhadores contra as Medidas Provisórias que trazem mudanças em regras trabalhistas e previdenciárias. A greve, que seria organizada principalmente nas capitais, está prevista para 23 de março, cerca de uma semana antes do fim do prazo para votação das medidas no Congresso.

Torres, que participou de café da manhã com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que não está em Brasília disposto a fazer negociação com o governo sobre as MPs, já que, segundo ele, o diálogo foi aberto somente após a apresentação dos textos finalizados. À tarde, os sindicalistas serão recebidos pelos ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, da Previdência Social, Carlos Gabas, e da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto.

De acordo com Torres, uma primeira manifestação nacional está marcada para 2 de março, dia em que começam a valer as restrições de acesso ao seguro-desemprego. Segundo ele, se as medidas não forem revogadas, a paralisação será levada à frente.

Do café da manhã com Cunha, participaram, além da Força Sindical, representantes da CUT, UGT, CGTB e Nova Central Sindical de Trabalhadores. O presidente da Câmara ressaltou que as medidas são importantes para o País e disse que as comissões mistas que vão analisar os textos serão instaladas na próxima semana.

O líder do DEM, Mendonça Filho (PE), criticou a demora para o início das discussões no Congresso. "Há uma completa desarticulação da base governista, o que vai tornar ainda mais difícil a aprovação dessas medidas", disse. No dia 19 de março, as MPs 664 e 665 passam a trancar a pauta do Congresso.


Agência Sindical

24 de fevereiro de 2015

Presidente da Câmara dos Deputados deve receber Centrais Sindicais

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, deve receber as Centrais Sindicais para um café da manhã. O pacote do Governo Federal que altera os benefícios trabalhistas é o assunto para ser discutido no encontro.  A informação foi adiantada pela coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo.




13 de fevereiro de 2015

Mudança em seguro-desemprego atingirá trabalhador com dispensa a partir do dia 28

Os trabalhadores cuja data da dispensa seja a partir de 28 de fevereiro de 2015 vão enfrentar as novas "travas" no acesso ao seguro-desemprego. Essa data foi estabelecida pela Medida Provisória 665, publicada no Diário Oficial da União de 30 de dezembro do ano passado. Conforme a redação da MP 665, as novidades entrariam em vigor 60 dias depois da publicação da Medida Provisória, ou seja, 28 de fevereiro.

Sobre as mudanças, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou nesta terça-feira (10) ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado que "as providências nesse sentido estão sendo tomadas" e que "o Sistema Mais Emprego está sendo adequado para atender às novas exigências da Medida Provisória, no prazo estabelecido pela MP 665/2014". Segundo o entendimento jurídico, explica o MTE, as novas regras para solicitação do seguro-desemprego exigidas pela Medida Provisória 665 passam a valer no prazo de 60 dias da data da publicação da MP. "Assim, todos os trabalhadores requerentes do benefício seguro-desemprego, cuja data da dispensa seja a partir de 28 de fevereiro de 2015, estarão sendo habilitados segundo as novas regras."

Leia mais aqui.

Centrais confirmam atos dia 2 de março nas Superintendências Regionais do Trabalho nas capitais


Representantes da Força Sindical e demais centrais sindicais, se reuniram na tarde de quinta-feira (12) na sede do Dieese, em São Paulo, e decidiram realizar uma Jornada Nacional de Luta.

Os sindicalistas decidiram pela realização de dois atos em março. No dia 2, os protestos serão realizados em frente das Superintendências Regionais do Ministério do Trabalho, nas principais capitais do País. “Vamos fazer atos para chamar a atenção da sociedade e alertar que nessa data começam a vigorar as MPs 664 e 665 que retiram direitos dos trabalhadores”, ressaltou Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

No dia 18 de março o movimento sindical fará uma mobilização em Brasília, no Congresso Nacional. "Vamos realizar as manifestações e dar continuidade nas negociações para evitar a retirada dos direitos dos trabalhadores que ocorrerá com as medidas anunciadas pelo governo no final de 2014”, disse Miguel Torres.

As medidas provisórias dificultam o acesso aos benefícios trabalhistas e previdenciários, entre os quais, pensão por morte, abono salarial e seguro-desemprego. “Queremos chamar a atenção da sociedade e mostrar que a partir do dia 02 começa a vigorar a legislação que prejudica trabalhadores desempregados. É também uma maneira de chamar a atenção do governo para esse prejuízo", lembra João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical.

Juruna lembra que a 9ª Marcha da Classe Trabalhadora que estava prevista para o próximo dia 26 foi cancelada. Segundo o sindicalista o protesto deve ser remarcado para o dia 9 de abril. “Vamos continuar acompanhando atentos a tramitação das MPs no Congresso, além de outros projetos, como o PL 4.330, sobre terceirização, que acaba de ser desarquivado e manter a unidade de ação do movimento sindical”, alertou o sindicalista.

Participaram da reunião dirigentes da Força Sindical, CSB, CTB, CUT, Nova Central e UGT.

Brasília

Nesta semana, o presidente da Força Sindical e da CNTM, Miguel Torres, juntamente com o Deputado Paulinho (SD-SP) e líderes sindicais, se reuniram com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para relatar a preocupação com as medidas provisórias 664/2014 e 665/2014, que alteram os direitos dos trabalhadores.

                       

11 de fevereiro de 2015

Centrais pressionam em Brasília pelos direitos dos trabalhadores

A terça-feira (10) foi intensa de mobilização em Brasília, com os principais dirigentes sindicais do País reunindo-se com autoridades e lideranças políticas, para sensibilizá-los com relação às reivindicações da classe trabalhadora, contra a perda de direitos e contras as MPs 664 e 665 que dificultam o acesso ao seguro-desemprego, auxílio-doença, abono salarial, pensão por morte, seguro-defeso e outros direitos.

O presidente da CNTM e da Força Sindical, Miguel Torres, junto com representantes das demais centrais sindicais, reuniu-se com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, para falar sobre as demissões feitas pelas empresas terceirizadas que prestam serviços para a Petrobras e não pagaram as rescisões trabalhistas.


Força Paraná