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20 de agosto de 2013

Centrais organizam o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação

As manifestações de 30 de Agosto darão prioridade às lutas pelo fim do Fator Previdenciário, pela redução da jornada para 40 horas semanais e pelo fim do PL 4330 da terceirização.As centrais sindicais realizaram reunião nesta segunda-feira, 19, na sede da CUT, para organizar o 30 de Agosto, Dia Nacional de Mobilização e Paralisação.

João Carlos Gonçalves (Juruna), secretário-geral da Força Sindical, disse que a pauta unitária dos trabalhadores, construída na luta, tem repercutido positivamente junto às bases e contribuído para que o papel do movimento sindical seja valorizado na mesa de negociação.

“Apesar da campanha dos grandes conglomerados de comunicação para invisibilizar ou diminuir o protagonismo da classe trabalhadora na luta por mudanças, a ação unificada tem rendido frutos e demonstra a correção da iniciativa”, afirma Juruna.

Para as centrais, a conjuntura é favorável à manifestação, que dá continuidade aos protestos, passeatas e greves realizadas no 11 de junho, e potencializa a cobrança da pauta da classe trabalhadora.

A agenda de reivindicações inclui ainda a luta pelos 10% do PIB para a Educação; 10% do Orçamento da União para a Saúde; transporte público e de qualidade/mobilidade urbana; valorização das aposentadorias; reforma agrária e suspensão dos leilões de petróleo.

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9 de agosto de 2013

SINDVAS entrega pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2013

O SINDVAS entregou a pauta de reivindicações da Campanha Salarial, na tarde desta sexta-feira (9), para a patronal (Sindvel). O pedido dos trabalhadores de Santa Rita do Sapucaí é de 28% no piso da categoria.

O Sindicato realizou uma pesquisa em outras cidades da região e constatou que o piso praticado em Santa Rita é o mais baixo. Isso ocorre devido à desigualdade histórica de baixo salário.

O SINDVAS sempre garantiu ganho real aos trabalhadores nas negociações da Campanha Salarial, mas a desigualdade histórica é tão grande que ainda deixa o piso de Santa Rita como o menor da região.

O índice de 28% reivindicado pelo SINDVAS é o mesmo índice de crescimento anunciado pela patronal na mídia para as empresas do Vale da Eletrônica no ano de 2013.

7 de agosto de 2013

Força Sindical reivindica piso salarial regional ao governador Anastasia

A Força Sindical de Minas Gerais se reuniu nesta terça-feira, dia 06 de agosto, com o governador Antonio Anastasia, no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, para apresentar a nova diretoria da entidade - eleita em junho deste ano -, e apresentar uma pauta inicial de projetos e reivindicações com o objetivo de buscar melhorias nas condições de trabalho em todas as regiões do Estado.

Dentre os assuntos discutidos no encontro, destacaram-se a criação do piso salarial regional de Minas Gerais e um projeto estadual que permita a diminuição do valor do transporte público coletivo, a redução da passagem, como política pública de distribuição de renda.


Participaram da audiência, o presidente da Força Sindical de Minas Gerais, Luiz Carlos Miranda, o secretário de Estado de Trabalho e Emprego, Zé Silva, o presidente da Confederação Nacional dos Comerciários, Levir Fernandes, a presidente da Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais, Rosângela Lopes, além de cerca de 40 representantes de sindicatos de trabalhadores de todo o Estado e que integram a diretoria da Força Sindical.


Fonte Força Minas

16 de julho de 2013

Greve dos trabalhadores da Black & Decker termina em Uberaba

Trabalhadores aprovaram 9% de reajuste salarial e outros benefícios

Os trabalhadores da empresa Black & Decker decidiram encerrar a greve depois de assembleia no último dia 12.  A volta ao trabalho ocorreu após o fechamento do reajuste salarial em 9%, além da garantia de 3 meses de estabilidade. Os trabalhadores conquistaram ainda redução da jornada de trabalho para 43 horas semanais sem redução de salário e R$ 70 reais de bônus por assiduidade dentro do mês. Os três dias de paralisação serão compensados em 3 sábados.

Diretor da FEMETAL, Edgard, ao lado do presidente
Reginaldo, conduziu as negociações 
Os trabalhadores entraram em greve espontaneamente sem o conhecimento do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Uberaba, legítimo representante da categoria, e sem comunicação à empresa. O Sindicato estava conduzindo o processo de negociação salarial quando a paralisação foi deflagrada. Essa situação poderia ter “gerado demissão em massa e prejuízo à sociedade de Uberaba” de acordo com a presidente da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de Minas Gerais (FEMETAL), Maria Rosângela Lopes.

“Os trabalhadores foram inflamados por pessoas de fora, contrárias ao movimento sindical, sem bandeiras e que queriam se apropriar de direitos” disse a presidente da FEMETAL que agiu rápido e em apoio ao companheiro Reginaldo, presidente do Sindicato de Uberaba, enviou o diretor da FEMETAL, Edgard Nunes da Silva, para acompanhar toda negociação. Os companheiros Luft e Douglas também participaram da mediação.

A greve ocorreu de forma pacífica e sem nenhum incidente durante todos os três dias. Os trabalhadores permaneceram no pátio da empresa e no fim não houve nenhum copo jogado ao chão demonstrando a seriedade dos trabalhadores.


A empresa ofereceu refeições aos trabalhadores no refeitório, água gelada no pátio e equipamento de som para os grevistas, além das instalações dos banheiros. 

12 de julho de 2013

Resultado das mobilizações do dia 11 de julho em BH e região metropolitana

Força Sindical-MG, CUT, CTB, UGT, NCST, Ubes, MST, sindicatos filiados e movimentos sociais fizeram diversas manifestações em Belo Horizonte, região metropolitana e também em cidades do interior.

Em Belo Horizonte ocorreram concentrações na Praça Sete, Prefeitura, Banco Central, Assembleia Legislativa, Prédio da Cemig, Elevado Castelo Branco com o encerramento das manifestações em frente à Rede Globo, no bairro Caiçaras. O metrô da capital não funcionou, apesar do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG) ter concedido liminar à CBTU com aplicação de multa de R$5.000,00, cujo valor foi mais tarde aumentado para R$50.000,00.

Os manifestantes lamentaram a ignorância e insensatez do Prefeito de Belo Horizonte (Márcio Lacerda) e Governador de Minas Gerais (Antônio Anastasia), o primeiro por não ter recebido os manifestantes para protocolizar pauta de reivindicações pertinente aos trabalhadores e população da Cidade e, ao segundo, por ter se negado a reunir com os manifestantes. Contudo, destaca-se que o Presidente da Assembleia Legislativa (Diniz Pinheiro), se prontificou em reunir com manifestantes e recebeu das mãos dos representantes das centrais no estado, pauta de reivindicações das categorias e da população.

Na parte da manhã não houve circulação de ônibus na região do barreiro, também houve fechamento de uma via; Manifestantes também fecharam a Avenida Amazonas e também a David Sarnoff em Contagem, o que gerou congestionamentos quilométricos.  Também ocorreram paralisações e manifestações em Divinópolis, Varginha, Montes Claros, Uberlândia, Ipatinga, Governador Valadares e outras cidades.


Portanto, pode-se concluir que os manifestantes conseguiram dar o recado às autoridades brasileiras, em especial, as mineiras: os movimentos de rua estão voltando e as Centrais Sindicais vão dar o direcionamento devido a eles.
 “se não vem nossos direitos, o Brasil perde também...”.

Fonte Sindicato dos Químicos de Belo Horizonte

11 de julho de 2013

Trabalhadores da Black & Decker cruzam os braços em Uberaba

Os trabalhadores da empresa Black & Decker, da cidade mineira de Uberaba, estão com os braços cruzados desde a última quarta-feira (10). De acordo com informações do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Uberaba está prevista uma reunião ainda para esta quinta-feira com a diretoria da empresa.


Os trabalhadores da Black e Decker querem 10% de reajuste salarial, vale alimentação no valor de R$ 100 e estabilidade de pelo menos 6 meses. A paralisação dos mais de 300 trabalhadores da empresa é por tempo indeterminado. A presidente da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos de Minas Gerais (FEMETAL), Maria Rosângela Lopes, está oferecendo todo o apoio aos trabalhadores da empresa. Diretores da FEMETAL foram à Uberaba acompanhar as negociações. 

A presidente que está nesta quinta-feira (11) participando do Dia Nacional de Lutas pode ir à Uberaba caso não ocorra avanços na negociação entre a empresa e os companheiros da Black & Decker.

Trabalhadores reivindicam 10% de aumento. Foto Jornal de Uberaba

8 de julho de 2013

Câmera Aberta fala sobre mobilizações das Centrais - 26/6/2013

O programa Câmara Aberta recebeu o presidente da CNTM, vice-presidente da Força Sindical e presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, além do consultor sindical, João Guilherme, que falaram sobre as manifestações no Brasil, encontro com a presidente Dilma Rousseff e o Dia Nacional de Lutas, na próxima quinta-feira (11).
O jornalista João Franzin comandou a conversa ao vivo pela TV Aberta São Paulo.


5 de julho de 2013

A pauta trabalhista e o diálogo social precisam ser retomados no Brasil


O próximo dia 11 julho tem tudo para ser um marco para os trabalhadores brasileiros. A Força Sindical e demais centrais do país vão realizar o Dia Nacional de Lutas para defender a democracia e os direitos dos trabalhadores. Para Maria Rosângela Lopes, a data deve marcar o clamor da classe trabalhadora brasileira para que o Governo retome o diálogo social com entidades e avance com a pauta trabalhista.

As reivindicações dos trabalhadores precisam ser ouvidas pelos governantes do país e encaradas pelas autoridades. Os dirigentes sindicais estão cansados de ouvir dos patrões “sobre os tributos altos que impedem melhores salários” comenta Maria Rosângela Lopes, presidente do Sindvas e da Federação dos Metalúrgicos de Minas Gerais.

O trabalho decente passa pela valorização dos salários e para isso é preciso que se tenha reforma tributária. “O Estado tem que se atentar para essas relações do trabalho com o capital que até agora desfavorecendo o trabalhador. Nós vamos ficar a Deus dará?” indaga a presidente do Sindvas ao defender o Dia Nacional de Lutas com mobilizações pacíficas em todo o país.


Os temas definidos para o próximo dia 11 são: fim do fator previdenciário, jornada de 40 horas semanais sem redução de salário, reajuste digno para os aposentados, mais investimentos em saúde e educação, transporte público de qualidade, fim do projeto de Lei 4333 que trata da terceirização, reforma agrária e fim dos leilões do petróleo.

9 de maio de 2013

Centrais mantêm bandeiras em reunião com governo


Na reunião agendada para a próxima terça-feira (14 de maio) com o ministro-chefe da Casa Civil, Gilberto Carvalho, dirigentes das Centrais Sindicais prometem não retirar nenhuma reivindicação que consta da pauta trabalhista entregue à presidente Dilma Rousseff, em março, durante a 7ª Marcha da Classe Trabalhadora. Redução da jornada de trabalho sem o corte nos salários, revogação do fator previdenciário e valorização das aposentadorias são as principais bandeiras do movimento sindical.

...Trabalhador quer ouvir o que o Executivo tem a dizer ...
Dirigentes da Força Sindical, UGT,  CTB, CGTB, NCST e CUT afirmaram em reunião realizada dias atrás que não vão aceitar uma pauta do governo federal como chegou a ser noticiada pela imprensa. Os representantes dos trabalhadores lembraram que suas reivindicações já foram apresentadas à presidenta Dilma. Agora, explicaram em entrevista coletiva, o momento é de os trabalhadores ouvirem a posição do governo sobre a pauta. A partir daí pode-se dar início ao processo de negociação.

... Centrais Sindicais prometem intensificar mobilização
O movimento sindical definiu que está disposto a negociar com o representante do governo federal, porém espera sinais claros de que o Planalto também está inclinado a debater a pauta trabalhista, sem excluir nenhuma bandeira. Ao mesmo tempo, o recado aos sindicatos é de intensificarem o processo de mobilização das bases, essencial para pressionar o Executivo a atender às reivindicações. Além da jornada, do fator e das aposentadorias, os trabalhadores defendem a volta do investimento do Estado, mais investimentos na saúde e educação, reforma agrária, igualdade, regulamentação e ratificação das  Convenções 151 e 158 da OIT.