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29 de junho de 2016

Justiça

Sindicato aciona justiça e Sense Eletrônica terá que explicar o não pagamento da PLR

O SINDVAS acionou a justiça e a empresa Sense Eletrônica agora terá que explicar o motivo de não haver pago a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para parte dos trabalhadores da empresa que trabalham no chão de fábrica. A audiência do caso já tem data para acontecer e isso esclarece muitas críticas, veladas e até públicas, feitas por trabalhadores da empresa de que o Sindicato estava apático ou influenciado pelo patrão. "Isto não é a verdade", enfatiza a presidente Maria Rosângela Lopes.

Sense Eletrônica possui filial em Campinas, Rio de Janeiro e Porto Alegre

"O SINDVAS como sempre preza pelo processo democrático e de participação dos trabalhadores nas decisões que são importantes para a categoria, permite que as negociações estejam nas mãos dos trabalhadores por meio da comissão de fábrica que os representa de forma legítima. Todos os acordos fechados que resultaram no não pagamento da PLR foram negociados pela comissão, votada pelos trabalhadores da empresa, e não pelo Sindicato".

Ainda assim, o SINDVAS questionou a empresa e a comissão por entender que os trabalhadores do chão de fábrica estavam sendo prejudicados correndo o risco de ficar sem receber a PLR enquanto uma minoria de altos cargos a recebia. O acordo estava privilegiando quem ganhava mais em detrimento de quem recebia menos.

Contudo, a comissão votada pelos trabalhadores mantinha o posicionamento de não ter a PLR mesmo à revelia do Sindicato.

Diante de todos esses fatos e após várias tratativas frustradas de acordo com a Sense Eletrônica, que sempre manteve respostas evasivas, não restou outra opção a não ser acionar a Justiça do Trabalho.  A ação pública irá trazer aos trabalhadores todas as respostas que eles esperam há anos. 

A audiência inicial está marcada na Justiça do Trabalho de Santa Rita do Sapucaí para o início do mês de julho. A representação dos trabalhadores será feita pelo diretor sindical José Benedito Borges (Zé Bolinha) que está pronto para responder aos questionamentos dos trabalhadores da Sense Eletrônica em relação a esse assunto. 

Sindicalização
A taxa de sindicalização na empresa Sense Eletrônica é baixíssima e muitos trabalhadores estão acostumados somente com"o venha a nós". É muito difícil mobilizar os trabalhadores da Sense Eletrônica para defenderem os seus próprios interesses e quando alguma coisa não os agrada, logo, criticam o Sindicato.  Onde não há sócios, só vale a mão da lei.


28 de junho de 2016

Emprego com carteira assinada é maior do que demissão em Santa Rita do Sapucaí


O saldo da geração de empregos ficou positivo em Santa Rita do Sapucaí no mês de maio quando 586 carteiras receberam registro formal. O dado é parte do levantamento realizado mensalmente pelo Ministério do Trabalho por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No mesmo período, 319 vagas de trabalho foram encerradas, o que resulta em variação positiva de 267 postos.

Por setores, o destaque do mês foi o de agropecuária que realizou 222 admissões e 27 desligamentos. A indústria de transformação aparece na sequência com a contratação de 250 trabalhadores e o encerramento de 171 vagas de trabalho.

O comércio local preencheu 51 postos com carteira assinada e demitiu 45 pessoas no período. A construção civil praticamente se manteve estável com 8 admissões e 7 desligamentos. A área de serviços registrou 69 encerramentos de contrato e 54 assinaturas de carteira, foi o único setor com balanço negativo em Santa Rita.

Cachoeira de Minas
O Caged aponta que 60 carteiras de trabalho foram assinadas em Cachoeira de Minas no mês de maio enquanto que 45 vagas de trabalho foram fechadas no mesmo mês. A indústria de transformação abriu e preencheu 24 postos de trabalho e encerrou outros 31.

Conceição dos Ouros
No município de Conceição dos Ouros, o Caged registrou a contratação de 29 trabalhadores do mês de maio com o desligamento de 66 pessoas. A maioria ocorreu na indústria de transformação que anotou 46 demissões e 14 admissões.

Número de empregos formais cresce em Minas


O balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho, aponta para saldo positivo na geração de emprego no mês de maio em Minas Gerais. O saldo positivo de 9.304 nos postos de trabalho com carteira assinada representa incremento de 0,23% sobre abril deste ano.


Em maio, foram geradas 21.361 vagas formais ao mesmo tempo em que 12.054 postos foram extintos em todo o estado. O número positivo é explicado pela contratação na área de agricultura responsável por 20.308 vagas de trabalho. 

27 de junho de 2016

Estagiário tratado por apelidos pejorativos receberá indenização por danos morais


Afirmando que era ofendido pelo superior hierárquico, que o chamava de "X-Men", "gordo manchado" e "peça de salame", um estagiário do curso de Administração ajuizou ação trabalhista pretendendo receber indenização por danos morais da empresa em que prestava serviços. O caso foi analisado pelo juiz Fábio Gonzaga de Carvalho, em sua atuação 1ª Vara do Trabalho de Betim, que acolheu o pedido do reclamante.

Duas testemunhas ouvidas no processo confirmaram que o gerente da empresa tinha o costume de ofender o estagiário no local de trabalho, dirigindo-se a ele sempre em tom pejorativo, chamando-o de "gordo manchado", "X-Men", "peça de salame", entre outros. Para o magistrado, a conduta do gerente violou o sentimento de honra e dignidade pessoal do reclamante, gerando a obrigação de reparação por dano moral. "A Constituição Federal dá especial relevo ao trabalho, destacando seu valor social (art.1º, IV), além de consagrá-lo como direito social (art. 6º). Dessa forma, o ambiente de trabalho não deve ser agressivo aos trabalhadores, ou haverá danos morais, como, de fato, ocorreu no caso", ressaltou o juiz.

O julgador também observou que a empresa responde pelos atos de seus prepostos (art. 932, III, do Código Civil), sendo ela, portanto, responsável pelo ato ilícito praticado pelo gerente que trouxe prejuízo moral ao reclamante.

Nesse contexto, concluindo pela presença dos requisitos dos artigos 186 e 927 do Código Civil, o juiz condenou a empresa a pagar ao reclamante indenização por danos morais no valor de R$ 5.000,00, quantia que, segundo o magistrado, adequa-se à capacidade econômica dos envolvidos, à extensão do dano e ao caráter pedagógico da condenação. Ainda não houve recurso ao TRT-MG.

TRT MG

Consultório odontológico do SINDVAS oferece qualidade no atendimento em Conceição dos Ouros


A sub-sede do Sindicato na cidade de Conceição dos Ouros possui um consultório odontológico completo para receber os sócios e as sócias que queiram cuidar da saúde bucal. O dentista Alessandro Paschoal, que atende na unidade, garante que todos os materiais e equipamentos disponíveis nos atendimentos são da mesma qualidade de consultórios particulares.

O atendimento pelo SINDVAS, além de trazer excelentes resultados também possibilita economia para o bolso do sócio e da sócia. As consultas são feitas duas vezes por semana, toda terça-feira e quarta-feira. Os agendamentos são realizados por telefone ou no próprio consultório que está localizado na rua Barão de Camanducaia, n° 310, no centro.

24 de junho de 2016

Presidente do SINDVAS defende conquistas dos trabalhadores em assembleias na empresa Metagal

O SINDVAS realizou assembleias nas unidades da empresa de retrovisores Metagal, em Conceição dos Ouros e Santa Rita do Sapucaí, nesta quarta (22) e quinta-feira (23), onde as conquistas dos trabalhadores foram defendidas pela presidente Maria Rosângela Lopes. 


Trabalhadores da Metagal Santa Rita do Sapucaí
Em  um relatório contábil, a Metagal alega que tem dificuldades financeiras para o pagamento da primeira parcela de 2016 da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e propôs que as negociações  sejam adiadas para o mês de novembro com perspectiva de pagamento integral em janeiro de 2017.  O documento expõe prejuízo na ordem de R$ 26 milhões  referentes a todo ano de 2015 e ao período de janeiro a maio deste ano. 

"Essa história de só negociar em novembro e pagar em janeiro também foi dita no ano passado", lembrou a presidente Maria Rosângela Lopes durante a assembleia. Em 2015, a Metagal não realizou o pagamento da PLR mas sim de um abono no valor de R$ 500. 

Agora com o demonstrativo, o Sindicato vai questionar o não pagamento na justiça. "O programa é uma conquista de anos do Sindicato para os trabalhadores e queremos saber onde foi gasto o dinheiro alegado e  porque não teve recurso para o pagamento da PLR", afirmou a presidente aos trabalhadores.

Por maioria, os trabalhadores das duas unidades aprovaram que o Sindicato ingresse com ação na justiça para questionar a PLR 2015. Também por maioria de votos, os trabalhadores aceitaram o pedido feito pela empresa para adiar as negociações deste ano para o mês de novembro.

Assembleia na Metagal em Conceição dos Ouros

PPE
A Metagal busca junto ao Governo Federal a renovação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE).  Com essa prorrogação, continuam no programa setores específicos da empresa conhecidos como "indiretos". Também foi aberto, para esses trabalhadores, o PDV (Programa de demissão voluntária) e estipulado prazo até sexta-feira (24) para os interessados aderirem.


Sindicato inicia trabalho de identificação dos estabelecimentos parceiros

O SINDVAS iniciou a identificação dos estabelecimentos comerciais parceiros e que oferecem descontos para os trabalhadores sócios e as trabalhadoras sócias da entidade. O objetivo é que o associado e a associada ao SINDVAS saibam com maior facilidade e rapidez os parceiros do Sindicato para poder requerer os benefícios disponíveis.

Os descontos são garantidos com a apresentação da carteirinha do Sindicato mediante o pagamento do produto ou do serviço adquirido. Os adesivos estão em locais de fácil localização e são encontrados nos parceiros espalhados por Santa Rita do Sapucaí, Cachoeira de Minas e Conceição dos Ouros. 

Diretor Fábio na academia Corpo Ativo de Conceição dos Ouros

Nota oficial da Força Sindical sobre mudanças na previdência

Mudanças na Previdência: governo quer tributação extra do agronegócio

"A intenção do governo de cobrar INSS de empresas exportadoras do agronegócio, divulgada hoje no jornal O Estado de S.Paulo, é positiva na medida em que atende a proposta das Centrais Sindicais - Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) e CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) -, pois isto representa a busca de meios para que a conta não seja cobrada apenas dos trabalhadores.

Ao reafirmar o compromisso de debater, de forma democrática e transparente, com as Centrais Sindicais, mudanças na Previdência Social, o atual governo demonstra inclinação para o diálogo de ideias.

Na próxima reunião, dia 28 próximo, entre representantes das Centrais Sindicais e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, vamos reafirmar nossa posição de defender que mudanças na Previdência sejam discutidas depois que o governo corrigir erros e distorções na Instituição, como, por exemplo, as concessões da desoneração da folha; as isenções às entidades filantrópicas; a tributação do agronegócio; a melhoria da fiscalização da Previdência Social, por meio do aumento do número de fiscais em atividade, e o aperfeiçoamento da gestão e dos processos de fiscalização; a criação de Refis para a cobrança dos R$ 236 bilhões de dívidas ativas recuperáveis com a Previdência Social; e a destinação à Seguridade/Previdência das receitas fiscais oriundas da regulamentação dos jogos, em discussão no Congresso Nacional, entre outras.

As mudanças na Previdência têm de levar em consideração que a Instituição é um patrimônio do trabalhador e do cidadão brasileiro. Qualquer alteração terá de ter, como princípio, que os aposentados recebam benefícios com valores suficientes para que possam ter uma vida digna. Não podemos deixar de destacar que valorizar as aposentadorias é uma forma sensata e justa de distribuição de renda".


Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força)

Presidente da Força Sindical

Atleta patrocinado pelo SINDVAS desenvolve projeto social em Santa Rita do Sapucaí


O atleta Juliano Nascimento, mestre de Muay Thai, leva o esporte para as escolas públicas de Santa Rita do Sapucaí e ainda oferece treinamento gratuito para crianças que não pode pagar mensalidades. 

O projeto "Muay Thai Mudando Vidas"foi destaque na mídia local e o patrocínio do SINDVAS é fundamental para a continuidade do trabalho que não tem outro tipo de investimento. Para o professor, o foco "é criar campeões da vida".

Saiba mais sobre o projeto no link

22 de junho de 2016

Assembleia geral na Metagal discute relatório contábil e PLR


A presidente do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, fez a primeira assembleia geral com os trabalhadores da Metagal, unidade de Santa Rita do Sapucaí, na tarde desta quarta-feira (22). O relatório contábil apresentado pela empresa de retrovisores foi exposto durante o encontro. Esse mesmo documento será apresentado para os trabalhadores da unidade de Conceição dos Ouros nesta quinta-feira (23). Também foram discutidas ações referentes à PLR de 2015 e de 2016.



A segunda assembleia geral ocorre às 14:30h, desta quinta-feira (22), em Conceição dos Ouros quando o resultado das votações será conhecido por completo.

21 de junho de 2016

Paulo Souza disputa final de competição mesmo com ombro lesionado

O ciclista Paulo Souza mostrou neste final de semana que a dor não o impede de prosseguir na Copa Brasil de Dowhill. O atleta sofreu uma luxação no ombro durante os treinos da 2ª etapa da copa, após colidir com uma árvore, que poderia encerrar a competição para ele. A prova aconteceu na cidade de Socorro- SP e além de técnica, a pista também estava perigosa para os atletas.

Paulo continuou com as descidas mesmo com as dores descritas como “insuportáveis” e passou para as finais da etapa. O ciclista que é apoiado pelo SINDVAS no seu perfil do Facebook escreveu que “a vontade de desistir era grande, mas completar a prova e vencer meu medo me serviu de inspiração para continuar tentando, com muita e fé e treinos tenho certeza que vou conseguir meu espaço”.


Trabalho infantil: perguntas e respostas



A denúncia de que uma oficina de costura que produzia para uma marca de luxo de roupas femininas (Brooksfield Donna) utiliza trabalhadores em condições análogas à escrava coloca na grande mídia a discussão sobre as formas de escravidão moderna. A marca nega as irregularidades apontadas pelos fiscais do Ministério do Trabalho, mas todas as peças apreendidas tinham a etiqueta da Brooksfield Donna.

Outro fato que também leva a mais uma denúncia, dessa vez de trabalho infantil, é a presença de uma adolescente de 14 anos na confecção exercendo o trabalho. Essa prática é proibida e uma campanha durante todo esse mês de junho busca a conscientização e o desenvolvimento de ações que combatam essa prática.

O dia 12 de junho é a data oficial conhecido, como Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, e entre as diversas formas de trabalho infantil que necessitam ser combatidas está um mito popular que diz ser melhor trabalhar do que roubar. Esse pensamento não é correto porque isso não pode ser encarado como uma opção. O Estado tem o dever de garantir que o roubo ou qualquer outra atividade criminosa não seja opção única de quem não trabalha.


Esse mito e outras dúvidas sobre o trabalho infantil podem ser esclarecidos com a leitura da cartilha com 50 perguntas e respostas sobre o assunto. Leia acessando o link abaixo.