28 de agosto de 2015

Na Região

Delphi Automotive System encerra as atividades na unidade de Jacutinga

A unidade da empresa Delphi Automotive System na cidade de Jacutinga, MG, anunciou o encerramento das atividades no último dia 20. De acordo com o site da prefeitura local, o gerente Geraldo Edilson e o diretor de operações da empresa especializada em chicotes automotivos, Luiz Paulo Raele, comunicaram a decisão ao prefeito Noé Francisco Rodrigues.


Assembleia na Megatron

A diretoria do SINDVAS realizou assembleia, nesta quinta-feira (27), com os trabalhadores da empresa Megatron, Cachoeira de Minas, de ratificação da Assembleia Geral da categoria ocorrida no dia 7 de julho, quando ficou definido diretrizes para a Campanha Salarial 2015.

A presidente, Maria Rosângela Lopes, conversou os trabalhadores sobre os direitos trabalhistas, direitos de associação ao sindicato, necessidade de união dos trabalhadores para que novos conquistas sejam alcançadas pela categoria, Campanha Salarial 2015 e os efeitos da crise econômica.


Os diretores do SINDVAS, Maria da Conceição Lopes, Fábio e Fernando também acompanharam a assembleia na Megatron. A diretoria do SINDVAS ainda atendeu e tirou dúvidas dos trabalhadores que se manifestaram.










26 de agosto de 2015

Governo amplia Pacote de Maldades

Um dia depois de o ministro Miguel Rossetto, da Secretaria-geral da Presidência da República, pregar, em sua visita à Força Sindical, o diálogo, como forma de debelar crises, fomos surpreendidos com a notícia de que o governo vai ampliar o “Pacote de Maldades”, contendo novas regras para as aposentadorias por invalidez e para o auxílio-doença, pagos pela Previdência Social.

É muito triste constatar que o discurso do governo é maravilhoso na teoria. Mas que, na prática, suas colocações não condizem com a realidade. Como confiar no processo de diálogo defendido pelo ministro, se com o governo diálogo é palavra que não existe? O ministro, durante o encontro, disse que “o diálogo organiza o governo”. Então, ministro, o governo tem de ser, urgentemente, avisado de que está totalmente desorganizado. E equivocado mais uma vez!

De antemão informamos que repudiamos veementemente propostas como estas, que buscam, somente, fazer com que o governo reduza suas despesas com a retirada, de forma sumária, dos direitos dos segurados. Justamente daqueles que mais têm necessidade de recursos.

Só podemos classificar como uma selvageria sem tamanho esta tentativa indecorosa de aumentar o período de carência exigido como contribuição mínima para que a pessoa possa receber benefício por invalidez, passando-o de 12 para 24 meses. Um golpe contra quem tanto fez pelo desenvolvimento do País e uma clara demonstração de insensibilidade social e descaso.

Vamos denunciar esta forma injusta e arbitrária com que o governo vem tratando os trabalhadores mais desfavorecidos do País.


Miguel Torres

presidente da Força Sindical

Trabalhadora ganha causa na justiça porque não teve homologação feita no Sindicato

Uma trabalhadora de Santa Rita do Sapucaí com 11 meses de registro na carteira ganhou causa na justiça porque teve a homologação feita dentro da empresa e não no Sindicato da categoria.

A Convenção Coletiva de Trabalho estabelece no artigo 66 que todos os trabalhadores após o contrato de experiência (3 meses) e que forem demitidos ou pedirem demissão  têm que passar pelo SINDVAS para homologação das verbas rescisórias.

Como a empresa não cumpriu essa cláusula, a trabalhadora entrou na justiça e ganhou a causa. O valor da multa para a empresa por descumprimento da Convenção Coletiva foi de seis vezes o valor do piso da categoria em favor da trabalhadora.


A diretora do SINDVAS, Maria da Conceição Lopes, a acompanhou a sessão no Justiça do Trabalho de Santa Rita e disse que na audiência o magistrado foi enfático na decisão favorável à trabalhadora. “Se está na Convenção ou no Acordo Coletivo é lei”, comentou a diretora do Sindicato.


Trabalhadores da construção civil chamados de animais por encarregado serão indenizados


Quatro trabalhadores da construção civil ajuizaram ação trabalhista contra a empregadora, uma grande construtora, pretendendo receber indenização por danos morais. Eles disseram que foram tratados de forma desrespeitosa pelo encarregado geral da ré, que tinha o costume de gritar, xingar e humilhar os trabalhadores nos treinamentos sobre as normas de segurança do trabalho.

O caso foi submetido à análise do juiz Charles Etienne Cury, em atuação na 3ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, que acolheu o pedido dos trabalhadores. Por meio da prova testemunhal, ele constatou que o encarregado, irritado com o comportamento negligente dos empregados quanto aos procedimentos de segurança, tratou-os de forma extremamente grosseira em uma reunião realizada na empresa, chegando a chamá-los de "animais" e "macacos". Para o magistrado, a conduta do encarregado causou danos morais aos reclamantes, que devem ser reparados pela empregadora, já que ele agiu como representante dela.

A testemunha ouvida declarou que, na ocasião, o engenheiro da obra chamou a atenção do encarregado após observar alguns ajudantes transitarem por baixo dos andaimes. O encarregado ficou furioso com os trabalhadores, pois insistia para que eles não procedessem dessa forma. Assim, realizou uma reunião na qual disse que todos os empregados eram animais e deveriam ser tratados como tal. Fazendo gestos, ele indicava que eles eram "macacos", chegando a mandar um subordinado a confeccionar as coleiras que deveriam ser usadas pelos empregados. A testemunha afirmou, ainda, que mais de 30 pessoas estavam presentes na reunião, incluindo os reclamantes.

Na visão do magistrado, o relato da testemunha foi suficiente para demonstrar os prejuízos morais sofridos pelos reclamantes, nos termos do artigo 5º, X, da Constituição Federal. "O encarregado, de forma exaltada, inconformado com condutas incorretas reiteradas dos empregados, dispensava tratamento desrespeitoso direcionado a todos em geral, embora não se tenha constatado ofensa grave dirigida especificamente a algum empregado", registrou.

Segundo o juiz, apesar da conduta do encarregado ter sido motivada por desrespeito a claras normas da empresa, o excesso em sua forma de agir ficou evidente, seja pela generalização das censuras, seja pelos termos ofensivos utilizados.

Entretanto, por não ter havido ofensas pessoais, dirigidas especificamente aos reclamantes, o julgador considerou que o dano causado foi menos grave. Assim, condenou a empresa a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 3.000,00 para cada reclamante.


TRT MG

25 de agosto de 2015

A importância dos sindicatos






Presidente do SINDVAS fala sobre Campanha Salarial à Rádio Difusora Santarritense

A presidente do Sindicato, Maria Rosângela Lopes, concedeu entrevista à Rádio Difusora Santarritense sobre o início da Campanha Salarial 2015.  A pauta de reivindicação dos trabalhadores contém mais de 90 cláusulas entre sociais e econômicas para serem discutidas na mesa de negociação.

A reportagem completa pode ser acessada aqui.


Ministro Rosseto reúne-se com dirigentes da Força Sindical para debater retomada do crescimento

Em visita à sede da Força Sindical,em São Paulo, o ministro Miguel Rosseto (secretaria-geral da Presidência) defendeu que todos tenham como foco uma agenda do desenvolvimento e anunciou que o governo federal vai instalar no dia 2 de setembro, quarta-feira, às 15h, em Brasília, o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social.

O encontro com dirigentes da Força Sindical foi realizado nesta terça, 25 de agosto.

Miguel Torres, presidente da central, CNTM e Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, criticou a falta de diálogo do governo com o movimento sindical, trabalhadores e sociedade em geral, e disse que grandes categorias estão em campanha salarial neste segundo semestre com um cenário econômico difícil para as negociações, com inflação alta, demissões e falta de perspectiva com relação ao fim da recessão.

“Precisamos nos preparar desde já, pois quando a crise passar teremos que garantir que a indústria nacional esteja forte, com nossa mão-de-obra empregada e pronta para a retomada do crescimento”, diz Miguel Torres, em defesa também de um diálogo permanente entre governo e sociedade, da taxação das grandes fortunas e da valorização do Ministério do Trabalho, “um patrimônio dos trabalhadores e das leis trabalhistas”.

Rosseto defendeu ainda que o movimento sindical participe dos debates sobre o orçamento público.

Por Val Gomes

Redação CNTM 

24 de agosto de 2015

Indústria volta a registrar fechamento de vagas em Santa Rita do Sapucaí

A indústria de Santa Rita do Sapucaí continua a registrar fechamento de vagas de trabalho com carteira assinada. No mês de julho foram 426 demissões e 280 admissões, ou seja, o resultado para o período apresenta -146 postos de trabalho. Os números foram divulgados, na última sexta-feira (21), pelo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. O mês de junho também já havia registrado saldo negativo de 87 vagas na indústria de Santa Rita. 

O setor de construção civil também registrou mais fechamento de vagas do que aberturas de oportunidades. No período foram três pessoas demitidas. As áreas de construção civil (+10 vagas), comércio (+4 vagas), serviços (+3 vagas) e agropecuária (+20 vagas) seguiram ordem contrária à da indústria e terminaram o mês com saldo positivo no número de carteiras assinadas.

A soma de todos os setores de Santa Rita do Sapucaí apresentou o número de 501 contratações no mês de julho e 613 demissões no mesmo período, saldo de -112 vagas.


Cachoeira de Minas
A cidade de Cachoeira de Minas apresentou 35 fechamentos de postos de trabalho e 25 admissões no mês de julho, o resultado ficou negativo em 10 vagas.

Conceição dos Ouros

 A cidade de Conceição dos Ouros apresentou 92 demissões contra 79 contratações em julho, o saldo ficou negativo em 13 vagas. 

Assembleia na Megatron

A diretoria do SINDVAS realiza assembleia para os trabalhadores da empresa Megatron, em Cachoeira de Minas, nesta quinta-feira (27).  A assembleia começa às 13h e depois às 15h para que todos os trabalhadores tenham a possibilidade de participar. Entre os assuntos discutidos está a ratificação da autorização de negociação que ocorreu em Assembleia Geral no dia 7 de julho.

Reunião CNTM

A presidente do SINDVAS, Maria Rosângela Lopes, participou na última sexta-feira (21) de reunião da CNTM com o objetivo de desenvolver ações sindicais da confederação.



21 de agosto de 2015

Reajuste do FGTS: Nossa luta, agora, é no Senado!

Força quer sensibilizar os senadores para que votem a favor do PL que aplica ao FGTS a mesma remuneração da poupança



A proposta apresentada no 1º de Maio da Força Sindical foi aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados no último dia 18. Trata-se do Projeto de Lei (PL) nº 1.358/15, de autoria do deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que reajusta o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) com índices superiores aos atuais. Agora, o Projeto será enviado para ser apreciado pelo Senado.

“Queremos sensibilizar os senadores para colocar o Projeto na pauta de votação no plenário e para aprová-lo”, declara Miguel Torres, presidente da Força Sindical. Ao lado de dezenas de trabalhadores, Miguel comandou a pressão feita pelos sindicalistas para que haja acordo entre os Poderes Executivo e Legislativo sobre a questão da remuneração do Fundo de Garantia.

“A ação da Força Sindical foi fundamental para que o projeto fosse aprovado na Câmara Federal. Os Sindicatos filiados tiveram participação efetiva nesta pressão. Sem a participação dos representantes das mais diversas categorias profissionais, a mobilização não teria a força necessária”, afirma o presidente da Central.

Durante a votação do texto na Câmara, as galerias foram ocupadas por sindicalistas da Força Sindical. “A Central foi a Brasília por várias vezes, e, graças a esta grande mobilização, conseguimos sensibilizar os parlamentares a votar favoravelmente à aprovação da matéria, o que vai garantir um reajuste mais digno para o FGTS”, disse Miguel, que afirmou, ainda, que a luta vai continuar no Senado e que os Sindicatos da Força vão continuar pressionando.

Pelo texto aprovado e negociado com o governo, em 2016 os novos depósitos do FGTS serão corrigidos em 4%, mais a TR; no segundo ano em 4,75%, mais a TR; no terceiro ano em 5,5%, mais a TR; e, no quarto ano, ou seja, em 2019, passarão a ser reajustados pelas mesmas regras que remuneram a caderneta de poupança, que hoje está em 6,17%, mais a TR.

Paulinho da Força ressalta que a proposta aprovada ainda não é a ideal, mas que não deixa de ser uma importante conquista. “Foi mais uma vitória dos trabalhadores, que merecem ser remunerados de forma mais justa. Para isto, vamos continuar nossa luta no Congresso Nacional por mais direitos”, afirma, o deputado.


Força Sindical