Mostrando postagens com marcador Terceirização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terceirização. Mostrar todas as postagens
19 de outubro de 2015
25 de maio de 2015
16 de abril de 2015
Mudanças no projeto da terceirização ficam para a próxima quarta
Acordo
entre líderes partidários adiou para a próxima quarta-feira (22) a votação dos destaques ao
projeto que amplia as terceirizações para qualquer área das empresas (PL
4330/04). É o segundo adiamento, diante de apelos de líderes preocupados com o
desconhecimento do teor dos destaques e o surgimento de novas emendas no
decorrer da votação.
O
acordo teve aval do PT, do bloco PMDB e de PSDB, PRB, PR, SD, DEM, PDT, PPS e
PV. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, disse que os partidos se
comprometeram em não impedir votações de medidas provisórias com a intenção de
impedir a retomada da análise das terceirizações e também não vão apoiar
eventuais pedidos de retirada de pauta do tema.
O
líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), comemorou o acordo.
"Prevaleceu o bom senso, um projeto desta magnitude, há que ter uma
maioria para votação", disse.
Guimarães
afirmou que vários deputados ainda não tiveram tempo para entender a dimensão
das mudanças propostas. "Ouvimos vários deputados perguntar: que emenda é
essa? por que isso? por que aquilo?”, disse. "Pairou uma grande dúvida,
vamos conversar, vamos dialogar para unificar a base", declarou.
Agência Câmara
13 de abril de 2015
Em entrevista, Paulinho explica como projeto aprovado vai melhorar a vida dos terceirizados
O deputado federal e
presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força,
explica os motivos que o levaram a apoiar o projeto que regulamenta os contratos
de terceirização no Brasil. E garante: cumpri minha missão de defender os
trabalhadores.
Por que o apoio ao projeto da terceirização?
Por que o apoio ao projeto da terceirização?
A terceirização já é
praticada no Brasil há muito tempo e é uma verdadeira esculhambação. Tanto é
que cerca de 12,7 milhões de trabalhadores são contratados seguindo esse modelo
e sem nenhuma proteção. Os terceirizados, em geral, não tinham a mesma
assistência médica, a mesma alimentação, o mesmo transporte e os mesmos
direitos dos demais trabalhadores.
O projeto inicial, de
2004, que regulamentava a terceirização, era muito ruim e seria aprovado pelo
Congresso.
O
que fizemos?
Modificamos o projeto e
apresentamos uma série de emendas para que os terceirizados tenham os mesmos
direitos dos demais trabalhadores.
Dos 23 artigos desta
nova legislação, 19 tratam só de direitos trabalhistas.
Como
serão essas empresas especializadas?
Pela nova legislação,
as empresas contratadas terão que ser especializadas em uma única atividade.
Hoje, as mesmas empresas oferecem porteiro, faxineiro, vigilante etc. Não serão
mais permitidos fornecedores desse tipo de mão de obra. Não vão poder mais
fazer isso.Leia a entrevista completa aqui.
9 de abril de 2015
Conheça a PL da Terceirização
A Força Sindical reuniu o Projeto de Lei da
Terceirização e as emendas propostas pelo do deputado federal Paulinho da Força, e que são compartilhadas no blog do SINDVAS, para que os trabalhadores saibam
cada vez mais do que se tem discutido em Brasília e que é de interesse dos brasileiros.
O texto-base da PL foi aprovado na última
quarta-feira (8), mas deve receber modificações na próxima semana quando pontos
polêmicos devem ser decididos em votações separadas.
Acesse os links e conheça o Projeto de Lei e as
emendas.
19 de novembro de 2014
Decisão a ser tomada no Supremo dará repercussão geral ao tema terceirização
Brasília – Parecer
da Procuradoria-Geral da República (PGR) considera fraude à legislação
trabalhista a terceirização de atividade-fim em empresas. O posicionamento foi
dado em recurso que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a
terceirização do processo produtivo da madeira pela empresa Celulose Nipo
Brasileira S/A (Cenibra). "A interposição da pessoa jurídica prestadora
dos serviços [na atividade-fim] é mecanismo de fraude", diz o parecer,
assinado pelo subprocurador-geral da República, Odim Brandão Ferreira, e
aprovado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A decisão que for
tomada no STF terá impacto direto na discussão sobre terceirização de mão de
obra no país, pois dará repercussão geral ao tema.
Ao se posicionar contra
o recurso da Cenibra, a Procuradoria-Geral da República cita a súmula 331 do
TST, que proíbe a terceirização de atividade-fim; alguns artigos da
Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que definem as relações entre
empregador e empregado; a Constituição Federal; e expõe a falta de cabimento do
recurso, afirmando que não há assunto de âmbito constitucional a ser tratado na
questão da terceirização.
O parecer cita, ainda,
a legislação de França, Espanha e Alemanha como exemplos de critérios
utilizados para o reconhecimento do vínculo de trabalho. Nos três países, a
percepção é de que existe a relação empregatícia direta entre quem presta o
trabalho e quem se beneficia dele.
Com um total de 150
páginas, o parecer apresenta outros argumentos jurídicos de aspecto processual
para convencer os ministros do STF.
ACP – Na ação
civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), a Cenibra foi
condenada em todas as instâncias da Justiça do Trabalho. No recurso
extraordinário no STF, que recebeu parecer contrário da PGR, a empresa tenta
derrubar decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que declarou a
nulidade de recurso da empresa naquele tribunal.
Atividade-fim – A
legislação e a jurisprudência atuais proíbem a terceirização em atividade-fim,
ou seja, a atividade principal da empresa. No caso da Cenibra, as atividades
relacionadas ao corte e manuseio da madeira são atividade-fim, já que a empresa
produz celulose. Daí a iniciativa do MPT de mover a ação quando foi constatado
que os trabalhadores que atuavam nessas tarefas eram contratados por empresas
terceirizadas. A decisão do STF sobre o tema, com a repercussão geral dada ao
processo, será decisiva para essa discussão. A proibição também está sendo
questionada em projeto de lei que tramita no Congresso Nacional e que pretende
liberar a terceirização para todas as atividades.
Procuradoria-Geral do
Trabalho
18 de agosto de 2014
Empregado terceirizado poderá trabalhar aos domingos
A Câmara analisa o
Projeto de Lei 6986/13, do deputado Ademir Camilo (PROS-MG), que estende à
empresa terceirizada a permissão, já garantida à contratante, de trabalho aos
domingos. Pela proposta, a permissão valerá apenas durante o contrato de
terceirização.
Atualmente, a Consolidação de Leis do Trabalho (CLT, Decreto-lei 5.452/43) condiciona a atuação de empresa aos domingos à permissão prévia do governo. A Lei 10.101/00 autoriza o trabalho aos domingos nas atividades do comércio em geral, observada a legislação municipal.
Atualmente, a Consolidação de Leis do Trabalho (CLT, Decreto-lei 5.452/43) condiciona a atuação de empresa aos domingos à permissão prévia do governo. A Lei 10.101/00 autoriza o trabalho aos domingos nas atividades do comércio em geral, observada a legislação municipal.
De acordo com Camilo,
quando ocorre a terceirização de serviços, a empresa terceirizada não possui a
autorização, pois sua atividade-fim não é a mesma da contratante. “Esse
descompasso entre a lei e a realidade econômica tem dificultado a execução de
muitos contratos, prejudicando não apenas as empresas, mas também os
trabalhadores envolvidos”, afirmou o parlamentar.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte Agência Câmara
13 de agosto de 2014
Brasília vai sediar debate sobre impactos da terceirização
Nos os dias 14 e 15 de
agosto será promovido o seminário “A Terceirização no Brasil: Impactos,
resistências e lutas” em Brasília. O evento será realizado pelo Fórum
Nacional Permanente em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores Ameaçados pela
Terceirização, em parceria com o Grupo de Pesquisa “Trabalho, Constituição e
Cidadania”, vinculado à Faculdade de Direito da Universidade de Brasília
(UnB).
O seminário contará com
as presenças do procurador-geral do Trabalho Luis Camargo que vai integrar a
mesa “Terceirização, limites jurídicos e normas internacionais de proteção ao
trabalho” e do procurador do Trabalho Helder Amorim que vai compor a mesa
de debatedores da conferência de encerramento “A Terceirização: precarização,
desafios e possibilidades de superação no mundo do trabalho contemporâneo”.
Fonte MPT
12 de novembro de 2013
7 de outubro de 2013
31 de julho de 2013
Centrais decidem intensificar mobilização para atos contra terceirização em 6 de agosto
As centrais sindicais
vão intensificar as mobilizações para as manifestações que serão realizadas no
próximo dia 6 de agosto, em frente às federações e às confederações
patronais, contra o projeto de lei 4330/2004 que amplia a
terceirização.
O projeto em tramitação
no Congresso Nacional, relatado pelo deputado Arthur Maia, altera a
legislação trabalhista possibilitando que as empresas também terceirizem a mão
de obra para as atividades consideradas como fim, que são as que constituem o
objetivo para o qual a empresa foi criada.
A legislação atual
proíbe este tipo de prática, só admitida em situações específicas e justificadas,
de forma não continuada e quando não podem ser atendidas por profissionais do
próprio quadro da empresa.
Os representantes das
centrais resolveram também que 30 de agosto será o Dia de Paralisação em todo o
País, caso o governo federal não cumpra a pauta trabalhista entregue
pelos trabalhadores no dia 6 de março deste ano.
Entre as reivindicações
estão o fim do fator previdenciário e redução da jornada, sem redução de
salários.
Fonte
Força Sindical
Assinar:
Postagens (Atom)



