Força Sindical-MG, CUT,
CTB, UGT, NCST, Ubes, MST, sindicatos filiados e movimentos sociais fizeram
diversas manifestações em Belo Horizonte, região metropolitana e também em
cidades do interior.
Em Belo Horizonte ocorreram concentrações na Praça Sete, Prefeitura, Banco Central, Assembleia Legislativa, Prédio da Cemig, Elevado Castelo Branco com o encerramento das manifestações em frente à Rede Globo, no bairro Caiçaras. O metrô da capital não funcionou, apesar do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG) ter concedido liminar à CBTU com aplicação de multa de R$5.000,00, cujo valor foi mais tarde aumentado para R$50.000,00.
Os manifestantes lamentaram a ignorância e insensatez do Prefeito de Belo Horizonte (Márcio Lacerda) e Governador de Minas Gerais (Antônio Anastasia), o primeiro por não ter recebido os manifestantes para protocolizar pauta de reivindicações pertinente aos trabalhadores e população da Cidade e, ao segundo, por ter se negado a reunir com os manifestantes. Contudo, destaca-se que o Presidente da Assembleia Legislativa (Diniz Pinheiro), se prontificou em reunir com manifestantes e recebeu das mãos dos representantes das centrais no estado, pauta de reivindicações das categorias e da população.
Na parte da manhã não houve circulação de ônibus na região do barreiro, também houve fechamento de uma via; Manifestantes também fecharam a Avenida Amazonas e também a David Sarnoff em Contagem, o que gerou congestionamentos quilométricos. Também ocorreram paralisações e manifestações em Divinópolis, Varginha, Montes Claros, Uberlândia, Ipatinga, Governador Valadares e outras cidades.
Portanto, pode-se concluir que os manifestantes conseguiram dar o recado às autoridades brasileiras, em especial, as mineiras: os movimentos de rua estão voltando e as Centrais Sindicais vão dar o direcionamento devido a eles.
“se não vem nossos direitos, o Brasil perde também...”.
Fonte Sindicato dos Químicos de Belo Horizonte
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